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O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.

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O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Out 14, 2009 11:20 pm

O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.



O Dualismo s. m.
1. Qualquer sistema que admite a existência de dois princípios necessários, mas opostos. Deus Espírito e Jesus Cristo homem.

A divindade de Cristo é confirmada nas mais antigas pregações cristãs, sob os termos ‘Senhor e Cristo’ (Atos 2.36, cof. 4.12 - 5.31 - 10.36, etc.) - e a mais antiga epístola de S. Paulo já concentrou esta fé no significativo título ‘o Senhor Jesus Cristo’ (I Tes. 1.1,3 - 5.23,28).

A mais característica expressão, dada a esta crença, o Dualismo, é a designação de ‘Filho de Deus’ aplicada a Jesus Cristo, não somente pela Sua missão divina (Mac. 1.11 - cof Sal. 2.7), mas também pela Sua divina natureza, ou seja: o Espírito de Deus morando na sua alma, envolvendo as verdades da Sua preexistência e encarnação.

E é digno de nota que o único exemplo daquele título, no livro dos Atos, acha-se em conexão com a primeira pregação do convertido Saulo de Tarso (Atos 9.20). O sentido é messiânico (cof. o seu equivalente termo no vers. 22 do cap. 9 de Atos, ‘o Cristo’).

A visão, que Saulo teve na estrada de Damasco, tinha-o convencido de que Jesus, o Messias, era uma pessoa divina. E por isso a expressão ‘Filho de Deus’ alcançou, para ele, uma nova significação. Logo nos primeiros dos seus escritos aparece, sem ser coisa imposta, a natural linguagem de um fato admitido (I Tes. 1.10 - Gal. 1.16 - 2.20 - 4.4,6 - I Cor. 1.9 - 15.28 - II Cor. 1.19 - Rom. 1.3,4,9 - 5.10 - 8.3,29,32 - Efes. 4.13).

Em nenhuma parte S. Paulo apresenta uma doutrina específica acerca da pessoa de Cristo, mas as citadas passagens (especialmente Rom. 8.3 - Gal. 4.4 - I Cor. 15.28, e também I Cor. 8.6 - II Cor. 4.4 - 8.9 - Filip. 2.6 a 11 - Col. 1.13 a 19), claramente mostram que, para ele, ‘era Cristo um Ser verdadeiramente único o enviado, que, antes de vir ao mundo, partilhava da divina natureza e glória, e que depois, na Sua sublime ressurreição, foi simplesmente ocupar, de um modo maravilhoso, a dignidade que corresponde à Sua essência e direitos inerentes.

E não se torna necessária uma circunstanciada prova de que esta maneira de ver, a respeito de Cristo, foi aceita e desenvolvida pelos outros escritores do N.T.’ o próprio tema do autor da epístola aos Hebreus é a necessária finalidade de uma revelação pelo ‘Filho de Deus’ (Heb. 1.1 a 4) - o prólogo ao evangelho de S. João, com a sua proclamação do ‘Verbo’ feito carne, e a mensagem de Deus aos homens por meio do ‘unigênito do Pai’, prepara-nos para a elevada Cristologia de todo o evangelho e das primeiras epístolas.

Sem referência a quaisquer contestadas passagens, pode de um modo decisivo mostrar-se que Jesus Cristo possuía em sua alma a qualidade divina de que realmente morava um dos Sete Espíritos de Deus, para os escritores do N.T. Eles conservavam fortemente o monoteísmo da religião hebraica: para eles havia ‘um só Deus’ (Rom. 3.30 - I Cor. 8.6 - Gal. 3.20 - Efes. 4.6 - I Tim. 2.5 - Tig. 2.19) - mas também havia ‘um só Senhor’ (I Cor. 8.6 - Efes. 4.5) de tal modo essencialmente relacionado com Deus, em tudo o que se refere aos homens, que a bênção apostólica toma naturalmente a forma Dual: ‘a todos os amados... Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo’ (Rom. 1.7 - I Cor. 1.3 - II Cor. 1.2 - Gal. 1.3 - Efes. 1.2 - Filip. 1.2 - I Tes. 1.1 - II Tes. 1.2 - I Tim. 1.2 - II Tim. 1.2 - Tit. 1.4 - Film. 3).

Além disso, a história da igreja cristã tem o seu princípio no dia de Pentecoste, com o derramamento do Espírito Santo, ‘a promessa do Pai’, anunciada pelos os profetas Joel 2;28 e confirmado por Jesus Cristo (Atos 1.4 - 2.33 - Luc. 24.49). Não é nosso propósito pormenorizar aqui o ensino do N.T. a respeito do Espírito.

Falando, porém, no sentido lato, a operação de Deus no mundo, para santificar e fortalecer os homens, é atribuída ao Espírito - ora o Espírito é Deus, operando no mundo. Dois pontos necessitam de especial menção: (1) Nas passagens que acabamos de citar, o dom do Espírito está em íntima conexão com a elevação de Cristo.

Foi em virtude de Jesus Cristo ter passado pela morte para o Seu lugar à mão direita de Deus, que ao homem é possível uma vida divina, cheia de energias do Espírito. É isto confirmado pela doutrina do quarto evangelho - ‘o Espírito até esse momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado (Jo 7.39) - ‘Mas eu vos digo a verdade: Convém-vos que eu vá, porque se eu não for, o Consolador não virá para vós outros ‘o Paracleto, isto é, o advogado, auxiliador’ - se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei’ (16.7 - cf 14.16,26 - 15.26).

Isto é apenas outra ilustração do que já se disse com respeito à deificação de Jesus, tendo-se mostrado que a expressão ‘Espírito de Deus’ pode ser trocada por qualquer destas ‘Espírito de Jesus’, ‘Espírito de Cristo’, ‘Espírito de Jesus Cristo’ (Atos 16.7 - Rom. 8.9 - Filip. 1.19), e que em I João 2.1, o próprio Jesus Cristo é o ‘Paracleto’.

(2) Ao lado da doutrina pela qual o Espírito Santo aparece identificando-se com a operação de Deus ou a mesma fonte que é Deus, ou de Cristo na Sua exaltação, achamos uma concepção que mostram que o Espírito Santo É o Próprio Pai Criador Ou a fonte de onde Emanaram todos os espíritos; que É distinto do Filho Jesus Cristo homem I Tim. 2;5, formando assim a doutrina da dualidade.

Esta idéia está encerrada nas passagens já apontadas, e acha desenvolvimento nos ensinos de S. Paulo - se não é isso numa consistente doutrina, é-o pelo menos numa quase personificação do Espírito. A Sua operação na alma dos crentes é um trabalho pessoal (I Cor. 2.13 - 12.11 - Rom. 8.9, 14, 16, 26).

O Espírito Santo é igualado com Deus o Pai, e com Cristo, o Senhor (I Cor. 12.4 a 6 - Efes. 4.4 a 6). A habitual bênção Dual, que já citamos, completa a concepção de Paulo com respeito à Divindade de Deus e a encarnação de Um dos Seus Sete Espírito no homem Yeshua Ben Joshep (Jesus filho de José), pois, Paulo deixou bem claro, que a comunhão É DO Espírito Santo e não COM o Espírito Santo: ‘A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós’ (II Cor. 13.13 - cof. a fórmula batismal de Mat. 28.19)que É NO Nome do Pai que é Senhor, do Filho que é Jesus e do Espírito Santo que é o enviado-Cristo.

São, pois, estes os dados para a doutrina da Dualidade: o reconhecimento de um só Deus verdadeiro e o reconhecimento de Jesus Cristo como o verdadeiro Filho de Deus João 17;3, sendo feita, contudo, a distinção entre Deus a fonte da vida espíritual e Jesus Cristo homem material.

Quanto à "Santíssima Trindade":
O problema quanto à existência de três em um só não se acha mesmo formulado no N.T., e muito menos resolvido. Tertuliano (cof. 200 d.C.) foi o primeiro que fez uso do termo Trindade, que não entrou em qualquer credo, antes do chamado ‘Credo de Sto. Atanásio’ (no quinto século), um formulário de desconhecida autoria, grandemente influenciado pela teologia de Sto. Agostinho (De Trinitate, c. 415 d.C.).

A descrição das longas controvérsias, pelas quais foram alcançadas as elaboradas definições deste credo, pertence à história da doutrina romana da ICAR. São simples e muito antigas as afirmações do ‘Credo dos Apóstolos’o Didaqué que afirmam que os primitivos cristãos foram todos batizados no Nome do Senhor Jesus Cristo, que, envolvendo de um modo geral a crença pré-nicena e a do credo adotado nos Concílios de Roma. Deus seja louvado.

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Re: O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Out 14, 2009 11:21 pm

Nobres irmãos a paz esteja convosco, caro irmão Lucas (da igreja Adventista do sétimo dia)não quero nem responder a sua resposta com as minhas palavras, só pesço ao caro irmão que leia o Dicionário Bíblico a palavra= trindade;

A divindade de Cristo é confirmada nas mais antigas pregações cristãs, sob os termos ‘Senhor e Cristo’ (At 2.36, cf. 4.12 - 5.31 - 10.36, etc.) -

E a mais antiga epístola de S. Paulo já concentrou esta fé no significativo título ‘o Senhor Jesus Cristo’ (1 Ts 1.1,3 - 5.23,28). A mais característica expressão, dada a esta crença, é a designação de ‘Filho de Deus’ aplicada a Cristo, não somente pela Sua missão divina (Mc 1.11 - cf Sl 2.7), mas também pela Sua divina natureza, envolvendo as verdades da Sua preexistência e encarnação.

E é digno de nota que o único exemplo daquele título, no livro dos Atos, acha-se em conexão com a primeira pregação do convertido Saulo de Tarso (At 9.20). o sentido é messiânico (cf. o seu equivalente termo no vers. 22, ‘o Cristo’).

A visão, que Saulo teve na estrada de Damasco, tinha-o convencido de que Jesus, o Messias, era uma pessoa divina. E por isso a expressão ‘Filho de Deus’ alcançou, para ele, uma nova significação.

Logo nos primeiros dos seus escritos aparece, sem ser coisa imposta, a natural linguagem de um fato admitido (1 Ts 1.10 - Gl 1.16 - 2.20 - 4.4,6 - 1 Co 1.9 - 15.28 - 2 Co 1.19 - Rm 1.3,4,9 - 5.10 - 8.3,29,32 - Ef 4.13). Em nenhuma parte S. Paulo apresenta uma doutrina específica acerca da pessoa de Cristo;

Mas as citadas passagens (especialmente Rm 8.3 - Gl 4.4 - 1 Co 15.28, e também 1 Co 8.6 - 2 Co 4.4 - 8.9 - Fp 2.6 a 11 - Cl 1.13 a 19), claramente mostram que, para ele, ‘era Cristo um Ser verdadeiramente único, que, antes de vir ao mundo, partilhava da divina natureza e glória;

E que depois, na Sua sublime ressurreição, foi simplesmente ocupar, de um modo maravilhoso, a dignidade que corresponde à Sua essência e direitos inerentes. E não se torna necessária uma circunstanciada prova de que esta maneira de ver, a respeito de Cristo, foi aceita e desenvolvida pelos outros escritores do N.T.’

O próprio tema do autor da epístola aos Hebreus é a necessária finalidade de uma revelação pelo ‘Filho de Deus’ (Hb 1.1 a 4, e passim) - o prólogo ao evangelho de S. João, com a sua proclamação do ‘Verbo’ feito carne, e a mensagem de Deus aos homens por meio do ‘unigênito do Pai’,

Prepara-nos para a elevada Cristologia de todo o evangelho e da primeira epístola. Sem referência a quaisquer contestadas passagens, pode de um modo decisivo mostrar-se que Jesus possuía a qualidade divina para os escritores do N.T.

Eles conservavam fortemente o monoteísmo da religião hebraica: para eles havia ‘um só Deus’ (Rm 3.30 - 1 Co 8.6 - Gl 3.20 - Ef 4.6 - 1 Tm 2.5 - Tg 2.19) - mas também havia ‘um só Senhor’ (1 Co 8.6 - Ef 4.5) de tal modo essencialmente relacionado com Deus (que é a introdução de um Deus Filho que é Jesus Cristo o Filho de Deus);

Em tudo o que se refere aos homens, que a bênção apostólica toma naturalmente a forma Dual (veja aqui não está escrito trindade!): ‘a todos os amados... Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo’ (Rm 1.7 - 1 Co 1.3 - 2 Co 1.2 - Gl 1.3 - Ef 1.2 - Fp 1.2 - 1Ts 1.1 - 2Ts 1.2 - 1Tm 1.2 - 2Tm 1.2 - Tt 1.4 - Fm 3).

Além disso, a história da igreja cristã tem o seu princípio no dia de Pentecoste, com o derramamento do Espírito Santo, ‘a promessa do Pai’, anunciada por Jesus (At 1.4 - 2.33 - Lc 24.49).

Não é nosso propósito pormenorizar aqui o ensino do N.T. a respeito do Espírito. Falando, porém, no sentido lato, a operação de Deus no mundo, para santificar e fortalecer os homens, é atribuída ao Espírito - ora o Espírito é Deus, operando no mundo.

Veja aqui caro irmão Lucas que a sua crença não existe respaldo bíblico, ela é uma doutrina anti-bíblica! Continua:

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Re: O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Out 14, 2009 11:22 pm

Continuação:
Dois pontos necessitam de especial menção: (1) Nas passagens que acabamos de citar, o dom do Espírito está em íntima conexão com a elevação de Cristo. Foi em virtude de Jesus ter passado pela morte para o Seu lugar à mão direita de Deus, que ao homem é possível uma vida divina, cheia de energias do Espírito.

É isto confirmado pela doutrina do quarto evangelho - ‘o Espírito até esse momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado (Jo 7.39) - ‘Mas eu vos digo a verdade: Convém-vos que eu vá, porque se eu não for, o Consolador não virá para vós outros ‘o Paracleto, isto é, o advogado, auxiliador’ - se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei’ (16.7 - cf 14.16,26 - 15.26).

isto é apenas outra ilustração do que já se disse com respeito à deificação de Jesus, tendo-se mostrado que a expressão ‘Espírito de Deus’ pode ser trocada por qualquer destas ‘Espírito de Jesus’, ‘Espírito de Cristo’, ‘Espírito de Jesus Cristo’ (At 16.7 - Rm 8.9 - Fp 1.19), e que em 1 Jo 2.1, o próprio Jesus Cristo é o ‘Paracleto’.

O Crime da trindade é querer introduzir nas pessoas este terceiro deus ou esta terceira pessoa, que não existe, que é a palavra pai, pois o Pai Criador é a fonte da vida que é chamado de Deus a fonte de onde Emanaram todos os Espíritos!

(2) Ao lado da doutrina pela qual o Espírito parece identificar-se com a operação de Deus, ou de Cristo na Sua exaltação, achamos uma concepção que distingue do Pai e do Filho o Espírito Santo.

Esta idéia está encerrada nas passagens já apontadas, e acha desenvolvimento nos ensinos de S. Paulo - se não é isso numa consistente doutrina, é-o pelo menos numa quase personificação do Espírito.

A Sua operação na alma dos crentes é um trabalho pessoal (1 Co 2.13 - 12.11 - Rm 8.9, 14, 16, 26). Ele é igualado com Deus o Pai, e com Cristo, o Senhor (1 Co 12.4 a 6 - Ef 4.4 a 6). Vejam que não são três pessoas, mais SIM Dual ou a Dualidade divina, amem?

A habitual bênção dual, que já citamos, não completa a concepção de Paulo com respeito à Divindade - uma vez somente ele dá inteira expressão à sua fé com a triplicada fórmula, hoje tão familiar, (mais esta única vez aponta uma verdade diferente do que muitos evangelicos interpretaram, porque a comunhão é DO Espírito Santo de Deus a fonte de todos os Espíritos);

‘A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão DO Espírito Santo sejam com todos vós’ (2 Co 13.13 - cf. a fórmula batismal de Mt 28.19). São, pois, estes os dados para a doutrina da Trindade: o reconhecimento de um só Deus, sendo feita, contudo, a distinção, dentro da Divindade, entre Pai, Filho, e Espírito.

O problema quanto à existência de três em um só não se acha mesmo formulado no N.T., e muito menos resolvido. Pronto, morreu a crença da trindade, se nem o dicionário bíblico que nos dar todo apoio à doutrina bíblica, nos isenta desta doutrina pagã, quem somos nós para querer introduzi-la no mundo evangelico? É crime pregar esta doutrina da trindade meu irmão!

Tertuliano (c. 200 d.C.) foi o primeiro que fez uso do termo Trindade, que não entrou em qualquer credo, antes do chamado ‘Credo de Sto. Atanásio’ (no quinto século), um formulário de desconhecida autoria, grandemente influenciado pela teologia de Sto. Agostinho (De Trinitate, c. 415 d.C.).

A descrição das longas controvérsias, pelas quais foram alcançadas as elaboradas definições deste credo, pertence à história da doutrina. São simples e muito antigas as afirmações do ‘Credo dos Apóstolos’, envolvendo de um modo geral a crença pré-nicena e a do credo adotado nos Concílios de Roma e suas doutrinas pagãs.
http://www.bibliaonline.net/scripts/dicionario.cgi pesquizar a palavra trindade.

Caros irmãos adventistas, eu me limitei a responder com as minhas palavras, usei o Dicionário bíblico o qual vós acreditais que tem a luz da verdade, ai está a verdade, façam o que Deus vos guiar: aceitam ou joguem no lixo. Deus seja louvado.

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Re: O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Out 14, 2009 11:22 pm

Nobres irmãos a paz esteja convosco, em nome da verdade escrita neste canan sagrado que nós chamamos de bíblia sagrada, eu venho espontaneamente dizer que a doutrina central da bíblia sagrada é a forma Dual ou Dualidade de Deus. Porquê?

Primeiro quem teve esta visão foram os santos profetas, quando anunciaram a vinda de um Filho do Criador; se na doutrina da antiga aliança existia UM só Deus, que, ao enviar o Seu Filho que foi visto por muitos homens e Deus nunca tinha sido visto por nenhum, automáticamente a doutrina de Deus para os homens passou a uma forma Dual ou Dualidade; por que o Pai nunca foi visto por ninguém e o filho se fez revelado a nós, esta é a oposição, que um foi visto e o outro não.

Segundo a manifestação do Filho de Deus prova esta Dualidade, só em Jesus Cristo afirmar: eu sou Filho de Deus, já provou a Dualidade de Deus e ao dizer que Eu e o Pai somos um, NÃO anula a doutrina da Dualidade de Deus, porque quando o Senhor Jesus disse essa frase, Ele está falando dos Espíritos de Deus que nunca foram visto por ninguém, aquele Espírito que Ele recebeu ao ser batizado e na saida das águas do Jordão; Jesus Cristo está se referindo a este Espírito e os Espíritos de Deus que é a fonte de onde Emanaram todos os espíritos.

Terceiro os apóstolos ao testificarem da vinda do Filho de Deus é mais uma prova da Dualidade de Deus ou desta doutrina central da bíblia sagrada, que é a forma Dual, confirmada em 100% dos escritos de todos os apóstolos. Em todos os escritos da bíblia sagrada quando anuncia Deus Espírito e Jesus Cristo homem ou Filho de Deus JÁ provou a Dualidade de Deus. Deus seja louvado.

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Re: O DUALISMO É A DOUTRINA CENTRAL DA BÍBLIA.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Out 14, 2009 11:23 pm

Sr. Lourival, nem as suas pesquisas, vós entendeis, vejam:

Postado originalmente por Lourival jose da silva o Qui Out 01, 2009 8:58 pm:
"OLHA NO QUE OS HEREGES ACREDITAM?"
O Judaísmo só acredita num único salvador (D-us), num único redentor (D-us) e num Único Criador (D-us). Para um judeu, não existe interlocutores entre D-us e os homens, nossas orações são voltadas para Ele e no nome dEle. Um pedido, um agradecimento, uma suplica enfim tudo só pode ser pedido em nome de D-us e mais nada. Fora isso, tudo é considerado paganismo!

Você é tão bafo de onça, que não sabe que durante 4 mil anos de existencia do Judaísmo, ninguém nunca falou em um Deus trino! Esta é a maior verdade que tu estás a manchar com a sua insanidade.

MAIS HERESIAS? O Dualismo s. m.
1. Qualquer sistema que admite a existência de dois princípios necessários, mas opostos. Exemplo:
1) dualidade da manifestação de Deus: Deus Espírito que nunca foi visto por ninguém e Jesus Cristo homem que foi visto e tocado por muitos humanos.

2) dualidade de poder: o bem Deus e o mal o Diabo;
3) dualidade de natureza: inverno e verão;
4) dualidade de tempo: calor e frio;
5) dualidade de cor: preto e branco;
6) dualidade de força: positivo e negativo;
7) dualidade de matéria: concreta e abstrato;

Tu és uma peste no meio da seara de Cristo, abrir esse sepulclo contra essa Dualidade Divina e ainda tem a petulancia de chamar de HERESIAS DA DUALIDADE DO DEUS ESPÍRITO E DE JESUS CRISTO O FILHO DO DEUS VIVO! Jo. 1;18, 4;24, 17;3.
Se Deus não tiver misericordia da tua infeliz alma, nunca verás a glória do evangelho do Reino de Deus!

Essa heresia que tu dizes, é a que nós usamos todos os dias nas casa de orações da CCB, no Brasil e no mundo, todos os santos cultos, nos abrimos o serviço de cultos com um Deus seja louvado bem explícito, depois desta solena declaração, o ancião diz: abrimos este serviço de culto em louvor a Deus o Pai no Nome do Senhor Jesus Cristo; que é a DUALIDADE QUE TU ESTÁS ESCARNECENDO! Víbora personhenta.

1) nas orações, nós nos dirigimos ao Único Deus dos Hebreus/Judeus que tu chamou de heresia; e dizemos o seguinte: Senhor Deus Pai Criador, em Nome de Jesus cristo nós te pedimos perdão e perduamos a todos que temos ofendidos... Aqui está a única doutrina central da CCB, que é a DUALIDADE DE DEUS O PAI CRIADOR E DO SENHOR JESUS CRISTO SEU FILHO AMADO, a qual vós estás a debochar!

2) me mostre qual foi a casa de oração da CCB, que, vós ouviste alguém abrindo o serviço de culto no nome do pai, do filho e do espírito santo? Ou orou ao deus trino?
Ou encerrou o culto no nome do pai, do filho e do espírito santo? Quem foi o ancião que vos ensinou que a blasfêmia contra Deus o Pai tem perdão? Ou qual foi o cooperador que vos ensinou que Deus NÃO É ESPÍRITO?

Senhores. vós sois a vergonha desta denominação chamada CCB, vós sois uma peste no meio desta seara! Que Deus o Grande Espírito Santo tenha piedade de vós, pois sois realmente uma lástima e vergonha do evangelho de Cristo Jesus, entenderam? Deus seja louvado.

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