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    Arqueologia da Bíblia: os Mistérios da Bíblia!

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    Arqueologia da Bíblia: os Mistérios da Bíblia!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qui Dez 15, 2011 7:16 pm






    Arqueologia desvenda mistérios da Bíblia; eu copiei este texto, porque sei que a arqueoogia é real e verdadeira, só que, jamais pode ser usado o nome dela, para validar uma mentira, uma invenção humana, como é os livros judaicos;

    Os pergaminhos do mar morto ou da gruta de Quram, não contém as palavra do Eterno Deus Criador e sim, a vontade de um povo afligido pelas as guerras que seus líderes tinham levado todo o povo a participar, tornando a nação um caos.

    Foi de onde saiu a ideia dos velhos curandeiros/rabinos, de escrever livros, com lindas mensagens de esperanças, de que um dia, Deus haveria de enviar um Rei, que fosse valente o bastante, para livrar Israel das mãos de todos os seus opressores.

    Essa foi a ideia que os Rabinos tiveram para manter o povo na frente das batalhas, enquanto, que os líderes esperavam mais e mais vitórias sobre as demais nações inimigas. Mas o Eterno Deus nunca falou com nenhum judeu e nem com você que acreditou nas palavras mentirosas da bíblia!  

    As descobertas que mais causaram benefícios para os estudantes da Bíblia
    foram, sem dúvida, as dos rolos do Mar Morto.

    Esse achado confirmou a
    crença de que os escritos da Bíblia são exatos, conforme foram copiados
    através dos séculos, a partir de uma época anterior ao nascimento de
    Cristo.

    Outras descobertas nos ensinam a respeito de costumes nos tempos
    bíblicos. Alguns nomes específicos e doutrinas mencionados na Bíblia,
    também foram identificados por meio dessas pesquisas.

    Os rolos do Mar Morto que estão completos já foram publicados, como os
    dois com os manuscritos do profeta Isaías e parte de todos os livros do
    Antigo Testamento, excetuando-se o de Ester.

    A única porção ainda não
    publicada é composta de fragmentos de textos, que são difíceis de serem
    interpretados. Os eruditos estão idosos e muitas pessoas ficam
    aborrecidas porque o trabalho de interpretação tem sido vagaroso.

    Porém,
    esses fragmentos estão sendo transferidos para profissionais mais
    jovens, e esperamos que nos próximos anos todos eles sejam publicados.
    Existe a expectativa de que os resultados trarão novidades animadoras.

    Os mais antigos manuscritos, os do Antigo Testamento, são do III século
    a.C. Os do Novo Testamento datam do II século d.C. Não há diferenças
    teológicas ou históricas entre os antigos textos e a Bíblia atual. Eles
    se correspondem exatamente.

    Descanso do coração; doutrina imposta pelo os antigos povos, que os judeus chamavam de pagãos; mas essa doutrina não é divina, Deus nunca falou com nenhum ser humana na terra. Quer uma prova? Você diz que é filho de Deus, certo? Deus já conversou contigo? Deus mandou você guardar o Shabat e não comer carne de porco?

    Não, certo? Ai está a prova! Se Deus nunca falou contigo, também não falou com nenhum deles na terra. No dia que Deus falar contigo e te dizer o que Ele quer que você faça, ai sim, você passa ser um pecador/transgressor da palavra de Deus se não cumprir, mas enquanto isto não acontecer, você é um homem e uma mulher livre, pode fazer o que quiser na sua vida.


    Possivelmente, o início da civilização ocorreu cinco mil anos atrás,
    quando começou a urbanização, a especialização de certos trabalhos e a
    invenção da escrita. Nos escritos dos sumérios, povo que viveu há cinco
    mil anos, a palavra "sábado" se relaciona com o "sábado de descanso".

    No caso deles, isso se refere a um dia de descanso semanal. Na língua do
    sumérios, sábado significa "o descanso do coração". A cada sete dias
    eles tinham um dia do mal, que não chamavam de sábado.

    Os eruditos dizem que o sábado foi trazido pelos israelitas do cativeiro
    na Babilônia, mas há evidências arqueológicas de que os judeus
    guardavam o sábado na Palestina antes desse cativeiro.

    Conforme já disse, na Mesopotâmia, em tempos primitivos, a palavra sábado existia e
    havia certos dias em sequência de sete, relacionados com o mês e não com
    semanas. Isso sugere que existiam sábados de uma forma parecida com o
    sábado hebreu, mas não exatamente iguais.

    O número sete era muito popular nos países do Oriente Médio, mas os
    judeus foram os únicos que o mantiveram como um dia sagrado. Existem
    também evidências de que os cristãos continuaram observando o sábado até
    o terceiro e quarto séculos da Era Cristã.

    Hoje, embora existam
    diferenças nos calendários referentes aos anos ou meses, não há
    desentendimento em relação aos dias da semana.

    Dilúvio e Babel vejam aqui, como disse: a Ciência da Arqueologia é real e verdadeira, o suposto dilúvio nunca existiu e nem a tal arca; só nas Estórias dos rabinos judeus que inventaram a tal bíblia/torah.

    Não temos os ossos para submeter a idade dos ante diluvianos a qualquer
    tipo de análise. Acredito que realmente a idade dos patriarcas chegou a
    ser em torno de mil anos. É evidente que foi uma era de ouro.

    As pessoas tinham uma vida muito saudável e feliz. Porém, depois do dilúvio,
    tornou-se mais difícil viver na face da Terra, e a média de duração da
    vida dos patriarcas caiu para cem anos.

    Há exploradores que vão ao Monte Ararate e tiram fotografias de objetos
    que atiçam a curiosidade. Também existem muitas histórias e rumores
    sobre a descoberta da Arca de Noé. Acho que nada disso tem procedência
    séria e não merece credibilidade.

    Através de métodos de datação, a
    ciência indica que restos de uma suposta embarcação encontrada no
    Ararate remontam ao período bizantino, século VI d.C. Uma era nada
    antiga em relação ao tempo de Noé.

    Só existem as bases da fundação da Torre de Babel. Aparentemente, uma
    parte da torre resistiu até a época de Alexandre Magno. Quando ele
    chegou ao local, decidiu reconstruir a torre.

    Os seus homens cavaram e
    retiraram as ruínas, começando a preparação de um novo edifício. No
    entanto, Alexandre morreu nesse intervalo. Se agora visitarmos a região
    de Babilônia, no Iraque, encontraremos o buraco no qual a torre existiu.

    Egito e Arca do Concerto

    Na minha opinião, o faraó do Êxodo foi Tutmés III, que morreu em 1450
    a.C. A data de sua morte confere com a cronologia bíblica. Apesar da
    existência da múmia de Tutmés III, no Museu do Cairo, comprovou-se que
    ela não é a múmia desse faraó.

    Talvez seja de seu pai ou de seu filho.
    Pode ser uma múmia substituta que colocaram no lugar do seu túmulo, pois
    o faraó Tutmés morreu no Mar Vermelho. Chega-se a essa conclusão
    através de exames de raios X nos ossos da múmia.

    Os arqueólogos não encontraram as ruínas dos muros de Jericó porque
    depois da destruição destes por Josué, a cidade ficou ao relento,
    sujeita às intempéries da natureza por cerca de 500 anos.

    A camada mais elevada daquela civilização foi totalmente destruída por erosões, por
    isso não é possível encontrar remanescentes daquela época. Os
    arqueólogos encontraram apenas ruínas de túmulos.

    O único texto antigo tratando sobre a Arca do Concerto se encontra no
    segundo livro de Macabeus. O primeiro livro de Macabeus é considerado
    uma boa fonte histórica, mas o segundo é pouco confiável e,
    infelizmente, é ele que afirma que Jeremias e seus homens enterraram a
    Arca no Monte Nebo.

    Alguns eruditos dizem que eles não tiveram tempo para transpor o Rio
    Jordão, e acham que a Arca poderia ter sido escondida no monte em que
    estava o templo de Salomão. Nesse lugar havia várias cavernas.

    A verdade é que ela desapareceu durante a destruição de Jerusalém e não sabemos
    onde ficou. Seria um fato maravilhoso se pudéssemos localizá-la.

    Lawrence Geraty, doutor em Arqueologia pela Universidade Harvard, é
    presidente da Universidade Adventista de La Sierra, na Califórnia,
    Estados Unidos (texto Baseado em entrevista concedida a Paulo Pinheiro,
    da Casa Publicadora Brasileira).

    (Paraná Online)
    Poderá também gostar de:

    Fonte http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/2006/10/arqueologia-desvenda-mistrios-da-bblia.html

    Conclusão: que tudo que está escrito na bíblia, são invenções humanas, ideias de um povo egoísta e ganancioso de poder; os judeus criaram este Deus desconhecido, causando inveja em todas as demais nações inimigas, mas o Deus invisível dos judeus e seu Messias salvador do mundo sempre foi e sempre será o Deus Sol Invicto, o mesmo Deus pagão do cristianismo e seu Messias solar de cada ERA. Confira em Ezeq. 8;16.
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