Gideões da CCB Livre de Religião.
Buscar
 
 

Resultados por:
 

 


Rechercher Busca avançada

Navegação
 Portal
 Índice
 Membros
 Perfil
 FAQ
 Buscar
Outubro 2017
SegTerQuaQuiSexSabDom
      1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031     

Calendário Calendário

Estatísticas
Temos 1265 usuários registrados
O último usuário registrado atende pelo nome de Isaías Oliveira

Os nossos membros postaram um total de 1749 mensagens em 570 assuntos
Anuncios

    Não há anúncios disponíveis.


    Evangelho Apócrifo de Bartolomeu!

    Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

    Evangelho Apócrifo de Bartolomeu!

    Mensagem por Fco Oliveira em Sex Ago 23, 2013 5:18 pm



    EVANGELHO DE BARTOLOMEU
    I
    Depois que Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou de entre os mortos, acercou-se dele
    Bartolomeu e abordou-o desta maneira:
    — Desvela-nos, Senhor, os mistérios dos céus.
    Jesus respondeu-lhe:
    — Se não me despojar deste corpo
    carnal não os poderei desvelar.
    Bartolomeu, pois, acercando-se do Senhor, disse-lhe:
    —Tenho algo a dizer-lhe, Senhor.
    Jesus, por sua vez, respondeu:
    — Já sei o que me vais dizer. Dize-me, pois,
    o que quiseres. Pergunta e eu te darei a razão.
    Bartolomeu, então, falou:
    — Quando ias no caminho da cruz, eu te segui de longe. E te vi a ti, dependurado no lenho, e
    os anjos que, descendo dos céus,
    te adoraram.
    Ao sobrevierem as

    trevas e eu estava a tudo
    contemplando. Eu vi como desapareceste da cruz
    e só pude ouvir os lamentos e o ranger de
    dentes que se produziram subitamente das entranhas da terra. Dize-me, Senhor, onde foste 
    depois da cruz.
    Jesus, então, respondeu desta forma:
    — Feliz de ti, Bartolomeu, meu amado, porque te
    foi dado contemplar este mistério. Agora
    podes perguntar-me qualquer coisa que a ti oc
    orra, porque tudo dar-te-ei eu a conhecer.
    Quando desapareci da cruz, desci aos Infernos par
    a dali tirar Adão e a todos que com ele se
    encontravam, cedendo às suplic
    as do arcanjo Gabriel.
    Então disse Bartolomeu:
    — E o que significa aquela voz que se ouviu?
    Responde-lhe Jesus:
    — Era a voz do Tártaro que dizia a Belial: a
    meu modo de ver, Deus se fez presente aqui.
    Quando desci, pois, com meus anjos ao Inferno
    para romper os ferrolhos e as portas de
    bronze, dizia ele ao Diabo:
    parece-me que é como se Deus tivesse vindo à terra. E os anjos
    dirigiram seus clamores
    às potestades, dizendo:
    levantai, ó príncipes, as portas e fazei correr
    as cortinas eternas, porque o Reino da Glória vai descer à terra. E o Inferno disse:
    quem é
    esse Rei da Glória que vem do céu a nós?
    Mas quando já havia descido quinhentos passos, o
    Inferno encheu-se de turbação e disse:
    parece-me que é Deus que baixa à terra, pois ouço a
    voz do Altíssimo e não o posso agüentar. E o Diabo respondeu:
    não percas o ânimo, Inferno;
    recobra teu vigor, que Deus não desce à terra
    . Quando voltei a baixar outros quinhentos
    passos, os anjos e potestades exclamaram:
    alçai as portas ao vosso Reino e elevai as cortinas
    eternas, pois es que está para entrar o Rei da Glória. Disse de novo o Inferno:
    ai de mim! Já
    sinto o sopro de Deus
    . E disse o Diabo ao Inferno:
    para que me assustas, Inferno? Se somente
    é um profeta que tem algo semelhante com Deus ... Apanhemo-lo e levemo-lo à presença
    desses que crêem que está subindo ao céu. Mas replicou o Inferno:
    e quem é entre os
    profetas? Informa-me. É, por acaso, Enoch,
    o escritor mui verdadeiro? Mas Deus não lhe
    permite baixar à terra antes de seis mil anos. Ac
    aso te referes a Elias, o vingador? Mas este
    não poderá descer até o final do mundo. Que farei? Para nossa perdição, é chegado o fim de
    tudo, pois aqui tenho escrito em minha mão o número dos anos
    . Belial disse ao Tártaro:
    não te perturbes. Assegura bem teus poderes e reforça
    os ferrolhos. Acredita-me, Deus não baixa à
    terra.
    Responde o Inferno:
    não posso ouvir tuas belas palavras. Sinto que se me arrebenta o
    ventre e minhas entranhas enchem-se de aflição.
    Outra coisa não pode ser: Deus apresentou-
    se aqui. Ai de mim! Aonde irei esconder-me de seu rosto, da sua força do grande Rei? Deixa-
    me que me esconda em tuas entranhas, pois fui criado antes de ti.
    Naquele preciso momento,
    entrei. Eu o flagelei e o atei com correntes
    que não se rompem. Depois fiz sair a todos os
    Patriarcas e voltei novamente para a cruz.
    — Dize-me, Senhor — disse-lhe Bartolomeu.
    — Quem era aquele homem de talhe gigantesco
    a quem os anjos levavam em suas mãos?
    Jesus respondeu:
    — Aquele era Adão, o primeiro homem que foi criado, a quem fiz descer do céu à terra. E eu
    lhe disse:
    por ti e por teus descendentes fui pregado na cruz
    . Ele, ao ouvir isso, deu um suspiro
    e disse:
    assim, rendo-me a ti, Senhor.




    De novo disse Bartolomeu:

    — Vi também os anjos que subiam diante de
    Adão e que entoavam hinos, mas um destes, o
    mais esbelto de todos, não queria subir. Tinha em suas mãos uma espada de fogo e fazia
    sinais somente a ti. Os demais rogavam que el
    e subisse ao céu, mas ele não queria. Quando,
    porém, tu o mandaste subir, vi uma chama
    que saia de suas mãos e que chegava à cidade de
    Jerusalém.
    Disse Jesus:
    — Era um dos anjos encarregados de vingar o
    trono de Deus. E estava suplicando a mim. A
    chama que viste sair de suas mãos feriu o edifício da sinagoga dos judeus para dar
    testemunho de mim, por terem eles me sacrificado.
    Quando falou isso, disse aos apóstolos:
    — Esperai-me neste lugar, porque hoje se oferece
    um sacrifício no paraíso e ali hei de estar
    para recebê-los.
    Falou Bartolomeu:
    — Qual é o sacrifício que se oferece hoje no paraíso?
    Jesus respondeu:
    — As almas dos justos, que saíram do corpo,
    vão entrar hoje no Éden e, se eu não estiver lá
    presente, não poderão entrar.
    Bartolomeu continuou:
    — Quantas almas saem diariamente deste mundo?
    Disse-lhe Jesus:
    — Trinta mil.—
    Insistiu Bartolomeu:
    — Senhor, quando te encontravas entre nós ensinando-
    nos tua palavra, recebia sacrifícios no
    paraíso?
    — Respondeu-lhe Jesus:
    — Em verdade te digo eu, meu amado, que, quando me encontrava entre vós ensinando-vos a
    palavra, estava simultaneamente sentado junto de meu Pai.
    Disse-lhe Bartolomeu:
    — Quantas almas nascem diariamente no mundo?
    Responde-lhe Jesus:
    — Uma só a mais do que as que saem do mundo.
    Dizendo isto, deu-lhes a paz
    e desapareceu no meio deles.

    II

    1. Estavam os apóstolos em um lugar chamado
    Chiltura, com Maria, a Mãe de Jesus Cristo.
    Bartolomeu, acercando-se de Pedro, André e João, disse-lhes:
    — Por que não pedimos à cheia de graça que nos diga como concebeu ao Senhor e como
    pôde carregar em seu seio e dar à luz o que não pôde ser gestado?
    Eles vacilaram em perguntar-lhe.
    Disse Bartolomeu a Pedro:
    — Tu, como corifeu e nosso mestre que és, acerca-te e pergunta-lhe.
    Mas, ao ver todos vacilantes e em desacordo, Bartolomeu acercou-se dela e disse:
    — Deus te salve, Tabernáculo do Altísimo; aqui
    viemos todos os apóstolos a perguntar-te como
    concebeste ao que é incompreensível, e como carregaste em teu seio aquele que não pôde ser
    gestado, ou como, enfim, deste à luz tanta grandeza.
    Maria respondeu:
    — Não me interrogueis acerca deste mistério. Se
    começar a falar-vos dele, sairá fogo de minha
    boca e consumirá toda a terra.
    Eles insistiram e Maria, não querendo dar-lhes ouvidos, disse:
    — Oremos.—
    Os apóstolos puseram-se de pé atrás de Maria. Esta disse a Pedro:
    — E tu, Pedro, que és chefe e grande pilar, estás de pé atrás de nós? Pois não disse o Senhor
    que a cabeça do varão é Cristo e a da mulher é o varão?’
    Eles replicaram:
    — O Senhor plantou sua tenda em ti e em tua pessoa houve por bem ser contido. Tu deves ser
    nossa guia na oração.
    Maria, então, disse-lhes:
    — Vós sois estrelas brilhantes do
    céu. Vós sois os que devem orar.
    Disseram eles:
    — Tu deves orar, pois que sois a Mãe do Rei Celestial.
    Maria colocou-se diante deles e elevando
    as mãos aos céus começou a dizer:
    — Ó Deus, tu que és o Grande, o Sapientíssimo,
    o Rei dos séculos, inexplicável, inefável,
    aquele que com uma palavra deu consistência às magnitudes siderais, aquele que
    fundamentou em afinada harmonia a excelsitude do firmamento, aquele que separou a
    obscuridade tenebrosa da luz, aquele que alicerçou
    em um mesmo lugar os mananciais das
    águas; tu que deste base à terra, tu que não podendo ser contido nos sete céus, te dignaste a
    ser contido em mim sem dor alguma, sendo Verbo
    Perfeito do Pai, por quem todas as coisas
    foram feitas; da glória, Senhor, a teu magnífico nome, manda-me falar na presença de teus
    santos apóstolos.
    Terminada a oração, disse:
    — Sentemo-nos no chão e vem tu, Pedro, que és
    o chefe. Senta-te à minha direita e apoia com
    tua esquerda meu braço. Tu, André faz o mesmo do lado esquerdo. Tu, João, que és virgem,
    segura meu peito. E tu, Bartolomeu, põe-te de joelhos atrás de mim e apóia minhas costas
    para que, ao começar falar, meus ossos não se desarticulem.
    Quando fizeram isso, começou ela a falar:
    — Estando eu no templo de Deus, aonde recebia a
    limento das mãos de um anjo, apareceu-me
    certo dia uma figura que me pareceu ser angélica. Mas seu semblante era indescritível, e não
    levava nas mãos nem o pão nem o cálice, como o anjo que anteriormente tinha vindo a mim.
    Eis que de repente, rasgou-se o véu do templo e sobreveio um grande terremoto. Joguei-me
    por terra, não podendo suportar o semblante do anjo, mas ele estendeu-me sua mão e
    levantou-me. Olhei para o céu e vi uma nuvem
    de orvalho que aspergiu-me da cabeça aos pés.
    Então ele enxugou-me com o seu manto e disse-me:
    salve, cheia de graça, cálice da eleita
    .
    Deu, então, um golpe com sua mão direita e apareceu um pão muito grande, que colocou
    sobre o altar do templo. Comeu em primeiro lugar e em seguida deu-o a mim também. Deu
    outro golpe com a aureola esquerda de sua túnica e apareceu um cálice muito grande e cheio
    de vinho. Bebeu em primeiro lugar e em seguida deu-o a mim também. E meus olhos viram um
    cálice transbordante e um pão. Disse-me, então:
    ao cabo de três anos, eu te dirigirei
    novamente minha palavra e conceberás um filho pelo qual será salva toda a criação. Tu és o
    cálice do mundo. A paz esteja contigo, minha amada, e minha paz te acompanhará sempre.
    Após isto, desapareceu de minha presença, ficando o templo como estava anteriormente.
    Ao terminar de falar, começou a sair fogo de sua boca. Quando o mundo estava para ser
    destruído, apareceu o Senhor que disse a Maria:
    — Não desveles este mistério, porque se o fizerdes no dia de hoje sofrerá a criação inteira um
    cataclismo.
    Os apóstolos, consternados, temeram que
    o Senhor pudesse irar-se contra eles.



    O Senhor caminhou com eles até o Monte Moria e se sentou no meio deles. Como tinham
    medo, hesitavam em perguntar-lhe. Jesus incitou-os:
    — Perguntai-me o que quiserdes, pois dentro de sete dias partirei para o meu Pai e já não
    estarei visível a vós nesta forma.
    Eles, vacilantes, disseram:
    — Permite-nos ver o abismo, como nos prometeste.
    Respondeu Jesus:
    — Melhor seria para vós não verdes o abismo;
    mas, se o queres, segui-me e o vereis.
    Ele os conduziu ao local chamado Cherudik, cujo
    significado é lugar de verdade, e fez um sinal
    aos anjos do Ocidente. A terra abriu-se como
    um livro e o abismo apareceu. Ao vê-lo, os
    apóstolos prostraram-se em terra,
    mas o Senhor os ergueu dizendo:
    — Não vos dizia, há pouco, que não vos faria bem verdes o abismo?’
    Jesus tomou-os de novo e pôs-se a caminho do mont
    e das Oliveiras. Pedro disse a Maria:
    — Oh tu, cheia de graça, roga ao senhor que
    nos revele os arcanjos celestiais.
    Maria respondeu a Pedro:
    — Oh tu, pedra escolhida por acaso não prometeu ele fundar sua Igreja sobre ti?
    Pedro insistiu:
    — A ti, que és um amplo tabernáculo, cabe perguntar.
    Disse Maria:
    — Tu és a imagem de Adão e este não foi formado da mesma maneira que Eva. Observa o sol
    e vê que, tal qual Adão, ele se avantaja em brilho aos demais astros. Observa também a lua e
    vê como está enodoada pela transgressão de Eva. Porque pôs Adão ao oriente e Eva ao
    Ocidente, ordenando a ambos que ofereçam a face mutuamente.
    Quando chegaram ao cimo do monte o Senhor afastou-se um pouco deles, e Pedro disse a
    Maria:
    — Tu és aquela que desfez a infração de Eva, transformando-a de vergonha em regozijo.
    Quando Jesus retornou, disse-lhe Bartolomeu:
    — Senhor, mostra-nos o inimigo dos homens
    para que vejamos quem é e quais são suas
    obras, já que nem mesmo de ti se apiedou, fazendo-te pender do patíbulo.
    Jesus, fixando nele seu olhar, disse-lhe:
    — Teu coração é duro. Não te é dado ver isso que pedes.
    Então, Bartolomeu, todo agitado, caiu aos pés de Jesus, dizendo:
    — Jesus Cristo, chama inextinguível, criador da
    luz eterna, tu que hás dado a graça universal a
    todos os que te amam e que nos hás outorgado por
    meio da Virgem Maria o fulgor perene da
    tua presença neste mundo, concede-nos o nosso desejo.
    Quando Bartolomeu acaba de falar, o Senhor ergueu-se dizendo:
    — Vejo que é teu desejo ver o adversário dos homens. Mas lembra-te que, ao fitá-lo, não
    apenas tu mas também os demais apóstolos e Maria caireis por terra e ficareis como mortos.
    Mas todos lhe disseram:
    — Senhor, vejamo-lo.
    Então fê-los descer do monte das Oliveiras.
    E, havendo lançado um olhar enfurecido aos anjos
    que custodiavam o Tártaro, ordenou a Micael que
    fizesse soar a trombeta fortemente. Quando
    este o fez, Belial subiu aprisionado por
    6 064 anjos e atado com correntes de fogo.
    O dragão tinha de altura mil e seiscentos côvados
    e de largura, quarenta. Seu rosto era como
    uma centelha e seus olhos, tenebrosos. Do seu
    nariz saía uma fumaça malcheirosa e sua
    boca era como a face de um precipício.
    Ao vê-lo, os apóstolos caíram por terra sobre os rostos e ficaram como que mortos. Jesus
    acercou-se deles, ergueu-os
    e infundiu-lhes ânimo.
    Disse a Bartolomeu:
    — Pisa com teu próprio pé sua cerviz e pergunta-lhe quais foram suas obras até agora e como
    engana os homens.
    Jesus estava de pé com os demais apóstolos. Bartolomeu, temeroso, ergueu a voz e disse:
    — Bendito seja desde agora e para sempre o nome de teu reino imortal.
    Quando ele acabou de dizer isso, Jesus o exortou de novo:
    — Anda, pisa a cerviz de Belial.
    Bartolomeu caminhou apressadamente para Belial e pisou-lhe o pescoço, deixando-o a tremer.
    Bartolomeu fugiu assustado, dizendo:
    — Deixa-me pegar a borda de tuas vestes
    para que me atreva a aproximar-me dele.
    Jesus respondeu-lhe:
    — Não podes tocar a fímbria das minhas vestes porque não são as mesma que eu tinha antes
    de ser crucificado.
    Disse-lhe Bartolomeu:
    — Tenho medo, Senhor, de que, assim como não se compadeceu dos anjos, da mesma
    maneira me esmague também a mim.
    Respondeu Jesus:
    — Mas por acaso não se acertaram todas as coisas graças à minha palavra e à inteligência de
    meu Pai? A Salomão se submeteram os espíritos. Vai tu, pois, em meu nome, e pergunta-lhe o
    que quiseres.
    Ao fazer Bartolomeu o sinal da cruz e orar a Jesus, irrompeu um incêndio e as vestes do
    apóstolo foram tomadas pelas chamas.
    Disse-lhe então Jesus de novo:
    — Pisa, como te disse, na cerviz, de maneira que possas perguntar-lhe qual é o seu poder.
    Bartolomeu, pois, se foi e pisou-lhe a cerviz,
    que trazia oculta até as
    orelhas, dizendo-lhe:
    — Dizei-me quem és tu e qual é teu nome.
    Bartolomeu, afrouxou-lhe um pouco as ligaduras e lhe disse:
    — Conta tudo quanto tens feito.
    Respondeu Belial:
    — A princípio me chamava Satanail, que quer dizer mensageiro de Deus, Mas, desde que não
    reconheci a imagem de Deus, meu nome foi mudado para Satanás, que quer dizer anjo
    guardião do tártaro.
    Bartolomeu falou de novo:
    — Conta tudo sem nada ocultar.
    Ele respondeu:
    — Juro-te pela glória de Deus que, ainda que quisesse ocultá-lo, ser-me-ia impossível. Está
    aqui presente aquele que me acusa. E se me fosse possível vos faria desaparecer a todos da
    mesma maneira que o fiz com aquele que pregou para vós. Também fui chamado primeiro anjo
    porque, quando Deus fez o céu e a terra, apanhou um punhado de fogo e formou-me a mim
    primeiro e o segundo foi Micael, e o terceiro Gabriel, e o quarto Rafael, e o quinto Uriel, o sexto
    Xathsnael e assim outros seis mil anjos, cujos
    nomes me é impossível pronunciar, pois são os
    lictores de Deus e me flagelam sete vezes a cada dia e sete vezes a cada noite. Não me
    deixam um momento e são os encarregados de minar minhas forças. Os
    anjos vingadores são
    estes que estão diante do trono de Deus. Eles fora
    m criados primeiro. Depois destes foi criada
    a multidão dos anjos: no primeiro céu há cem
    miríades; no segundo, cem miríades; no terceiro,
    cem miríades; no quarto, cem miríades; no quinto,
    cem miríades, no sexto, cem miríades; no
    sétimo, cem miríades. Fora do âmbito dos sete
    céus está o primeiro firmamento, onde residem
    as potestades que exercem sua atividade sobre
    o homem. Há também outros quatro anjos: Um
    é Bóreas, cujo nome é Vroil Cherum, tem na mão uma vara de fogo e neutraliza a força que a
    umidade exerce sobre a terra, para que esta não chegue a secar. Outro anjo está no Aquilon e
    seu nome é Elvisthá. Etalfatha tem a ser cargo
    o Aquilon. E ambos, ele e Mauch, que está na
    Bóreas, mantêm em suas mãos
    tochas incendiadas e varas de
    fogo para neutralizar o frio, o
    frio dos ventos, de maneira que a terra não se resseque e o mundo não pereça. Cedor cuida do
    Austro, para que o sol não perturbe a terra, pois Levenior apaga a chama que sai da boca
    daquele, para que a terra não seja abrasada. Há outro anjo que exerce domínio sobre o mar e
    reduz o empuxo das ondas. O mais não estou a revelar.
    Insistiu Bartolomeu:
    — Anda dize-me, malfeitor e mentiroso,
    ladrão desde o berço, cheio de amargura, engano,
    inveja e astúcia, velho réptil, trapaceiro, lobo
    rapasse, como te arrumas para induzir os homens
    a deixar o Deus vivo, criador de todas as coisas, que fez o céu e a terra e tudo que neles está
    contido? Pois és sempre inimigo do gênero humano.
    Disse o Anticristo:
    — Dir-te-ei. Es aqui uma roda que sobe do abismo e tem sete facas de fogo. A primeira delas
    tem doze canais.
    Perguntou-lhe Bartolomeu:
    — Quem está nas facas?
    Respondeu o Anticristo:
    — No canal ígneo da primeira faca ficam os inclinados ao sortilégio, à adivinhação e à arte de
    encantamento e também os que neles crêem e o buscam, já que por malícia de seu coração
    buscaram adivinhações falsas. No segundo canal
    de fogo vão os blasfemos, que maldizem de
    Deus, de seu próximo e das Escrituras. Também
    ficam ai os feiticeiros e os que os buscam e
    lhes dão crédito. Entre os meus encontram-se também os suicidas, os que se lançam à água,
    ou se enforcam, ou se ferem com a espada. Todos esses estarão comigo. No terceiro canal
    vão os homicidas, os que se entregam à idolat
    ria e os que se deixam dominar pela avareza ou
    pela inveja, que foi o que me arrojou do céu à terra. Nos demais canais vão os perjuros, os
    soberbos, os ladrões, os que
    desprezam os peregrinos, os
    que não dão esmolas, os que não
    ajudam os encarcerados, os caluniadores, os que não amam o próximo e os demais pecadores
    que não buscam a Deus ou o servem debilmente. A todos esses eu os submeto ao meu
    arbítrio.



    Tornou, então, Bartolomeu:
    — Dize-me, diabo mentiroso e insincero! Fazes tu essas coisas pessoalmente ou por
    intermédio de teus iguais?
    Respondeu-lhe o Anticristo:
    —Oh se eu pudesse sair e fazer essas coisas por mim mesmo! Em três dias destruiria o mundo
    inteiro. Desgraçadamente, porém, nem eu nem nenhum dos que foram arrojados juntamente
    comigo podemos sair. Temos, todavia, outros ministros mais fracos que, por sua vez, atraem
    outros colegas ao quais emprestamos nossa vestimentas e mandamos semear insídias que
    enredem as almas dos homens com muita
    suavidade, afagando-as, para que se deixem
    dominar pela embriaguez, a avareza, a blasfêmia, o homicídio, o furto, a fornicação, a
    apostasia, a idolatria, o abandono da Igreja, o
    desprezo da Cruz, o falso testemunho, enfim,
    tudo o que Deus abomina. Isso é o que nós fazemos. A uns nós os deitamos ao fogo. A outros,
    nós os lançamos das árvores para que se afoguem. A uns rompemos pés e mãos e a outros
    lhes arrancamos os olhos. Estas e outras cois
    as são o que fazemos. Oferecemos ouro e prata
    e tudo mais que é cobiçável no mundo e àqueles que não conseguimos que pequem despertos
    fazemo-los pecar adormecidos. Também direi os nomes dos anjos de Deus que nos são
    contrários. Um deles chama-se Mermeoth, que
    é o que domina as tempestades. Meus satélites
    o conjuram e ele lhe dá permissão para que habitem onde queiram; mas ao voltar se
    incendeiam. Há outros cinquenta anjos que têm debaixo do seu poder o raio. Quando algum
    espírito, dentre os nossos, quiser sair pelo mar ou pela terra, esses anjos desferem contra ele
    uma descarga de pedra. Com isso ateiam o fogo
    e fazem fender as rochas e as árvore. E
    quando conseguem dar conosco nos perseguem, obedecendo ao mandato daquele a quem
    servem. Graças a esse mandato, tu podes
    exercer poder sobre mim, pelo que me vejo
    obrigado, muito a meu pesar, a revelar-te o
    segredo e as coisas que não pensava dizer-te.
    Continuou Bartolomeu:
    — Que tens feito e o que continuas fazendo ainda? Revela-me, Satanás!
    Este respondeu:
    — Tinha pensado não confessar-te todo o segredo,
    mas, por aquele que preside ao Universo,
    cuja cruz me lançou ao cativeiro, não posso ocultar-te nada.
    Disse o Senhor Jesus a Bartolomeu:
    — Afrouxa-lhes as ligaduras e ordena-lhe que
    retorne a seu lugar até a vinda do Senhor.
    Quanto ao mais, já me encarregarei eu mesmo de revelar-vos. Porque é necessário nascer de
    novo para que aqueles que passaram pela prova possam entrar no Reino dos céus, de onde foi
    expulso este inimigo por sua soberba, juntam
    ente com aqueles de cujo conselho se servia.
    Após isso, disse o apóstolo Bartolomeu ao Anticristo:
    — Volta condenado e inimigo dos homens, ao abismo até a vinda de Nosso Senhor Jesus
    Cristo, o qual há de vir julgar os vivos e mortos e ao mundo inteiro por meio do fogo e a
    condenar-te a ti e a todos os teus semelhantes. Não tentes daqui em diante continuar
    praticando isso que foste obrigado a revelar.
    Satanás, lançando vozes misturadas com rugidos e gemidos, disse:
    — Ai de mim, que tenho me servido de mulheres para enganar a tantos e acabei por ser
    burlado por uma virgem! Agora vejo-me aferrolhado e atado com cadeias de fogo pelo seu filho
    e estou ardendo de péssima maneira. Ó virgindade, que estás sempre contra mim! Ainda não
    se passaram os sete mil anos. como, pois,
    me vi condenado a confessar as coisas que acabo
    de dizer?
    O apóstolo Bartolomeu, admirando a audácia do inimigo e confiando no poder do salvador,
    disse a Satã:
    — Dize-me, imundíssimo demônio, a causa pela
    qual foste banido do mais alto do céu. Pois
    prometeste revelar-me tudo.
    Respondeu o Diabo:
    — Quando Deus se propôs a formar Adão,
    pai dos homens, à sua imagem, ordenou a quatro
    anjos que trouxessem terra das quatro partes do globo e água dos quatro rios do paraíso. Eu
    estava no mundo naquela ocasião e o homem passou a ser um animal vivente nos quatros
    rincões da terra onde eu estava. Então D
    eus o abençoou porque era sua imagem. Depois
    vieram render-lhe suas homenagens Micael, Gabriel e Uriel. Quando voltei ao mundo, disse-me
    o arcanjo Micael:
    adora essa figura que Deus fez segundo sua vontade. Eu me dei conta de
    que a criatura havia sido feita de barro e disse:
    eu fui feito de fogo e água e antes do que este.
    Eu não adoro o barro da terra. De novo me disse Micael:
    adora-o, antes que o Senhor se
    aborreça contig. Eu repliquei:
    o Senhor não se irritará comigo. Eu vou colocar meu trono
    contra o dele. Então Deus enfureceu-se comigo, m
    andou abrir as comportas do céu e me
    arrojou à terra. Depois que fui expulso, perguntou o Senhor aos demais anjos que estavam às
    minhas ordens se se dispunham a render-se diante da obra que havia feito com suas mãos e
    eles disseram:
    assim como vimos que nosso chefe não dobrou sua cerviz, da mesma maneira
    não adoraremos um ser inferior a nós. Naquele momento mesmo foram eles expulsos como
    eu. Ficamos adormecidos durante um período
    de quarenta anos. Ao despertar, percebi que
    dormiam os que estavam abaixo de mim e os despertei, seguindo meu capricho. Depois discuti
    com eles uma forma de lograr o homem por cuja causa fui expulso do céu. Tomada a
    resolução, descobri como podia seduzi-lo. Tomei em minhas mãos umas folhas de figueira,
    enxuguei com elas o suor do meu peito e das minhas axilas e atirei-as
    ao rio. Eva, então, ao
    beber daquela água, conheceu o desejo carnal e o
    ofereceu ao marido. A ambos pareceu doce
    o sabor e não deram conta do amargo de haverem prevaricado. Se não houvessem bebido
    dessa água, jamais poderia eu enredá-los, pois outro meio eu não tinha para poder superá-los
    senão esse.
    O apóstolo Bartolomeu pôs-se a orar, dizendo :
    — Oh, Senhor Jesus cristo! Ordena-lhe que entre no Inferno porque se mostra insolente
    comigo.
    Disse Jesus Cristo a Satã:
    —Vai, desce ao abismo e fica ali até minha chegada.
    No mesmo instante o Diabo desapareceu.
    Bartolomeu, caindo aos pés de Nosso Senhor Jesus Cristo, começou a dizer, banhado em
    lágrimas:
    — Abba! Pai! Tu que continuas sendo único e glorioso Verbo do Pai, por que foram feitas todas
    as coisas; tu, a quem não te puderam conter os sete céus e que tiveste por habitar o seio de
    uma Virgem; a quem a Virgem gerou e deu à luz sem dor; tu, Senhor, elegeste aquela a quem
    verdadeiramente pudeste chamar mãe, rainha e
    escrava. Mãe, porque por ela te dignaste
    descer e dela tomaste carne mortal. E rainha por
    que a constituíste rainha das virgens. Tu que
    chamas os quatro rios e eles
    obedecem tuas ordens e se apressam a servi-te. O primeiro, o rio
    dos Filósofos, para a unidade da Igreja e da Fé, que foi revelada no mundo. O segundo, o
    Geon, porque foi feito da terra, ou também pelos
    dois testamentos. O terceiro, o tigre, porque
    aos que cremos no Pai, no Filho e no Espirito Santo, Deus único por quem foram feitas todas
    as coisas no céu e na terra, nos foi revelada a Trindade sempiterna, que está nos céus.
    O quarto, o Eufrates, porque tu te dignaste sa
    ciar toda alma vivente por meio do banho da
    regeneração, que representava a imagem dos
    Evangelhos que correm por toda a órbita da
    Terra e que te dignaste anunciar por teus serv
    os, para que, por meio da confissão e da fé,
    sejam salvos todos os que crêem em teu nome
    grande e terrível e em teus santos Evangelhos,
    de maneira que possam alcançar a vida que ainda não possuem.
    Continuou Bartolomeu:
    — É lícito revelar estas coisas a todos os homens.
    Disse-lhe Jesus:
    — Pode dá-las a conhecer a todos que sejam crentes e observem este mistério que acabo de
    desvendar-vos. Pois entre os gentios há alguns
    que são idolatras, ébrio, fornicadores,
    maldosos, feiticeiros, malvados, que seguem
    as artimanhas do inimigo e que odeiam o
    próximo. Todos esses não são dignos de ouvir esse mistério. Mas são dignos de ouvi-lo todos
    os que guardam meus mandamentos, os que recebem em si as palavras de Vida eterna que
    não têm fim, e todos os que têm fim, e todos os
    que têm parte nos céus co
    m os Santos, justos
    e fiéis no reino do meu Pai. Todos aquele que se hajam conservado imunes ao erro da
    iniquidade e hajam seguindo o caminho da salvação e
    da justiça, devem ouvir este mistério. E
    tu, Bartolomeu, és feliz, juntamente a tua geração.
    Bartolomeu, ao escrever todas essas coisas
    que ouviu dos lábios de Nosso Senhor Jesus
    Cristo, mostrou toda sua alegria no rosto e bendisse
    o Pai, o Filho e o Espírito Santo, dizendo:
    — Glória a Ti, Senhor, redentor dos pecadores, vida dos justo, amante da castidade.
    O Senhor disse, então, batendo no peito:
    — Eu, sou bom, manso e benigno, misericordioso e
    clemente, forte e justo,
    admirável e santo,
    médico e defensor de órfãos e viúvas, remunerador
    dos justos e fiéis, juiz de vivos e mortos,
    luz de luz e resplendor da claridade, consolador dos atribulados e cooperador dos pupilos;
    Alegrai-vos comigo, amigos meus, e recebei meu
    presente. Hoje vou dar-vos um dom celeste.
    A todos os que em mim tenham depositado suas
    aspiração e sua fé, e a vós, estou
    galardoando com a vida eterna.
    Bartolomeu e os demais apóstolos puseram-se
    a glorificar o Senhor Jesus, dizendo:
    — Glória a ti, pai dos céus, rei da vida eterna, foco de luz inextinguível, sol radiante e
    resplendor da claridade perpétua, reis dos reis, senhor dos senhores. A ti seja dada a
    magnificência, a glória, o império, o reino, a
    honra e o poder, juntamente com o Pai e o Espírito
    Santo. Bendito seja o Senhor Deus de Israel
    porque nos visitou e redimiu seu povo da mão de
    seus inimigos e usou conosco de misericórdia
    e justiça. Louvai a Nosso Senhor Jesus Cristo
    todas as nações e crede que ele é o juiz de vivos e
    mortos e o salvador dos fiéis. O qual vive e
    reina, juntamente com o Pai e o Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
    Amém.




    Última edição por Gideão da CCB Livre em Sex Ago 23, 2013 6:02 pm, editado 1 vez(es)
    avatar
    Fco Oliveira
    Admin

    Mensagens : 1363
    Reputação : -1
    Data de inscrição : 13/07/2009
    Idade : 55
    Localização : Catanduva São Paulo

    http://gideoes-ccb.forumeiros.com

    Voltar ao Topo Ir em baixo

    Re: Evangelho Apócrifo de Bartolomeu!

    Mensagem por Fco Oliveira em Sex Ago 23, 2013 5:23 pm

    EVANGELHOS APÓCRIFOS
    A g n u s D e i

    Quem quiser ler todos estes Livros, vá neste link:

    http://www.suaaltezaogato.com.br/arq/Estante%20de%20Vidro/Evangelhos_Apocrifos_%28Apologetica%29.pdf

    APOLOGÉTICA

    Quais são os livros apócrifos?
    Como já vimos no artigo "Qual a importância dos apócrifos?"
    , existem alguns livros escritos
    antes ou pouco depois de Cristo que tinham como
    intenção figurar como Escritura Sagrada.
    Mas, pelo Magistério da Igreja e assistência
    do Espírito Santo, esses livros espúrios foram
    definitivamente afastados, restando apenas o cânon
    bíblico que guardamos até hoje. Por esse
    motivo, muitos desapareceram, outros sobreviv
    eram em uma ou outra comunidade antiga, ou,
    ainda, em traduções, fragmentos ou citações.
    A seguir, apresentamos uma lista exausti
    va de livros apócrifos do Antigo e do Novo
    Testamento que, embora longa, provavelment
    e não esgota todos os livros escritos ou
    existentes, porém, bem demonstra a quanti
    dade de livros escritos com a intenção de
    "completar" a Bíblia.
    Incluímos também, ao final, os manuscritos encont
    rados em Qumran, nas grutas do Mar Morto,
    que foram escritos ou preservados por uma
    comunidade que vivia nesse deserto separada dos
    grupos religiosos da Palestina do tempo de Jesu
    s (Saduceus, Fariseus, Samaritanos, etc.).
    Esse grupo, denominado
    Essênio
    , como podemos ver, considerava o Antigo Testamento como
    Escritura Sagrada (inclusive os deuterocanônicos),
    mas tinha como característica própria seguir
    ainda outros "livros sagrados".
    Portanto, temos como apócrifos as seguintes obras:
    ANTIGO TESTAMENTO
    1. Apocalipse de Adão
    2. Apocalipse de Baruc
    3. Apocalipse de Moisés
    4. Apocalipse de Sidrac
    5. As Três Estelas de Seth
    6. Ascensão de Isaías
    7. Assunção de Moisés
    8. Caverna dos Tesouros
    9. Epístola de Aristéas
    10. Livro dos Jubileus
    11. Martírio de Isaías
    12. Oráculos Sibilinos
    13. Prece de Manassés
    14. Primeiro Livro de Adão e Eva
    15. Primeiro Livro de Enoque
    16. Primeiro Livro de Esdras
    17. Quarto Livro dos Macabeus
    18. Revelação de Esdras
    19. Salmo 151
    20. Salmos de Salomão (ou Odes de Salomão)
    21. Segundo Livro de Adão e Eva
    22. Segundo Livro de Enoque (ou Livro dos Segredos de Enoque)
    23. Segundo Livro de Esdras (
    ou Quarto Livro de Esdras)
    24. Segundo Tratado do Grande Seth
    25. Terceiro Livro dos Macabeus
    26. Testamento de Abraão
    27. Testamento dos Doze Patriarcas
    28. Vida de Adão e Eva
    NOVO TESTAMENTO
    1. A Hipostase dos Arcontes
    2. (Ágrafos Extra-Evangelhos)
    3. (Ágrafos de Origens Diversas)
    4. Apocalipse da Virgem
    5. Apocalipse de João o Teólogo
    6. Apocalipse de Paulo
    7. Apocalipse de Pedro
    8. Apocalipse de Tomé
    9. Atos de André
    10. Atos de André e Mateus
    11. Atos de Barnabé
    12. Atos de Filipe
    13. Atos de João
    14. Atos de João o Teólogo
    15. Atos de Paulo
    16. Atos de Paulo e Tecla
    17. Atos de Pedro
    18. Atos de Pedro e André
    19. Atos de Pedro e Paulo
    20. Atos de Pedro e os Doze Apóstolos
    21. Atos de Tadeu
    22. Atos de Tomé
    23. Consumação de Tomé
    24. Correspondência entre Paulo e Sêneca
    25. Declaração de José de Arimatéia
    26. Descida de Cristo ao Inferno
    27. Discurso de Domingo
    28. Ditos de Jesus ao rei Abgaro
    29. Ensinamentos de Silvano
    30. Ensinamentos do Apóstolo [T]adeu
    31. Ensinamentos dos Apóstolos
    32. Epístola aos Laodicenses
    33. Epístola de Herodes a Pôncio Pilatos
    34. Epístola de Jesus ao rei Abgaro (2 versões)
    35. Epístola de Pedro a Filipe
    36. Epístola de Pôncio Pilatos a Herodes
    37. Epístola de Pôncio Pilatos ao Imperador
    38. Epístola de Tibério a Pôncio Pilatos
    39. Epístola do rei Abgaro a Jesus
    40. Epístola dos Apóstolos
    41. Eugnostos, o Bem-Aventurado
    42. Evangelho Apócrifo de João
    43. Evangelho Apócrifo de Tiago
    44. Evangelho Árabe de Infância
    45. Evangelho Armênio de Infância (fragmentos)
    46. Evangelho da Verdade
    47. Evangelho de Bartolomeu
    48. Evangelho de Filipe
    49. Evangelho de Marcião
    50. Evangelho de Maria Madalena (ou Evangelho de Maria de Betânia)
    51. Evangelho de Matias (ou Tradições de Matias)
    52. Evangelho de Nicodemos (ou Atos de Pilatos)
    53. Evangelho de Pedro
    54. Evangelho de Tome o Dídimo
    55. Evangelho do Pseudo-Mateus
    56. Evangelho do Pseudo-Tomé
    57. Evangelho dos Ebionitas (ou Evangelho dos Doze Apóstolos)
    58. Evangelho dos Egípcios
    59. Evangelho dos Hebreus
    60. Evangelho Secreto de Marcos
    61. Exegese sobre a Alma
    62. Exposições Valentinianas
    63. (Fragmentos Evangélicos
    Conservados em Papiros)
    64. (Fragmentos Evangélicos de Textos Coptas)
    65. História de José o Carpinteiro
    66. Infância do Salvador
    67. Julgamento de Pôncio Pilatos
    68. Livro de João o Teólogo sobre a Assunção da Virgem Maria
    69. Martírio de André
    70. Martírio de Bartolomeu
    71. Martírio de Mateus
    72. Morte de Pôncio Pilatos
    73. Natividade de Maria
    74. O Pensamento de Norea
    75. O Testemunho da Verdade
    76. O Trovão, Mente Perfeita
    77. Passagem da Bem-Aventurada Virgem Maria
    78. "Pistris Sophia" (fragmentos)
    79. Prece de Ação de Graças
    80. Prece do Apóstolo Paulo
    81. Primeiro Apocalipse de Tiago
    82. Proto-Evangelho de Tiago
    83. Retrato de Jesus
    84. Retrato do Salvador
    85. Revelação de Estevão
    86. Revelação de Paulo
    87. Revelação de Pedro
    88. Sabedoria de Jesus Cristo
    89. Segundo Apocalipse de Tiago
    90. Sentença de Pôncio Pilatos contra Jesus
    91. Sobre a Origem do Mundo
    92. Testemunho sobre o Oitavo e o Nono
    93. Tratado sobre a Ressurreição
    94. Vingança do Salvador
    95. Visão de Paulo
    ESCRITOS DE QUMRAN
    1. A Nova Jerusalém (5Q15)
    2. A Sedutora (4Q184)
    3. Antologia Messiânica (4Q175)
    4. Bênção de Jacó (4QPBl)
    5. Bênçãos (1QSb)
    6. Cânticos do Sábio (4Q510-4Q511)
    7. Cânticos para o Holocausto do Sábado (4Q400-4Q407/11Q5-11Q6)
    8. Comentários sobre a Lei (4Q159/4Q513-4Q514)
    9. Comentários sobre Habacuc (1QpHab)
    10. Comentários sobre Isaías (4Q161-4Q164)
    11. Comentários sobre Miquéias (1Q14)
    12. Comentários sobre Naum (4Q169)
    13. Comentários sobre Oséias (4Q166-4Q167)
    14. Comentários sobre Salmos (4Q171/4Q173)
    15. Consolações (4Q176)
    16. Eras da Criação (4Q180)
    17. Escritos do Pseudo-Daniel (4QpsDan/4Q246)
    18. Exortação para Busca da Sabedoria (4Q185)
    19. Gênese Apócrifo (1QapGen)
    20. Hinos de Ação de Graças (1QH)
    21. Horóscopos (4Q186/4QMessAr)
    22. Lamentações (4Q179/4Q501)
    23. Maldições de Satanás e seus Partidários (4Q286-4Q287/4Q280-4Q282)
    24. Melquisedec, o Príncipe Celeste (11QMelq)
    25. O Triunfo da Retidão (1Q27)
    26. Oração Litúrgica (1Q34/1Q34bis)
    27. Orações Diárias (4Q503)
    28. Orações para as Festividades (4Q507-4Q509)
    29. Os Iníqüos e os Santos (4Q181)
    30. Os Últimos Dias (4Q174)
    31. Palavras das Luzes Celestes (4Q504)
    32. Palavras de Moisés (1Q22)
    33. Pergaminho de Cobre (3Q15)
    34. Pergaminho do Templo (11QT)
    35. Prece de Nabonidus (4QprNab)
    36. Preceito da Guerra (1QM/4QM)
    37. Preceito de Damasco (CD)
    38. Preceito do Messianismo (1QSa)
    39. Regra da Comunidade (1QS)
    40. Rito de Purificação (4Q512)
    41. Salmos Apócrifos (11QPsa)
    42. Samuel Apócrifo (4Q160)
    43. Testamento de Amran (4QAm)
    OUTROS ESCRITOS
    1. História do Sábio Ahicar
    2. Livro do Pseudo-Filon
    Relembramos que esses livros não possuem qualquer valor doutrinário, podendo, no máximo,
    esclarecer alguns aspectos históricos da época em
    que foram escritos ou refletir as idéias
    defendidas pelos grupos heréticos que os usavam.
    Copyright (c)1998, por Carlos Martins Nabeto.
    Todos os direitos reservados.

    Quem quiser ler todos estes Livros, vá neste link:

    http://www.suaaltezaogato.com.br/arq/Estante%20de%20Vidro/Evangelhos_Apocrifos_%28Apologetica%29.pdf
    avatar
    Fco Oliveira
    Admin

    Mensagens : 1363
    Reputação : -1
    Data de inscrição : 13/07/2009
    Idade : 55
    Localização : Catanduva São Paulo

    http://gideoes-ccb.forumeiros.com

    Voltar ao Topo Ir em baixo

    Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

    - Tópicos similares

     
    Permissão deste fórum:
    Você não pode responder aos tópicos neste fórum