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    Arqueologia da Biblia: Ossuário de Tiago!

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    Arqueologia da Biblia: Ossuário de Tiago!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qui Dez 15, 2011 7:02 pm






    Veredito: ossário do irmão de Jesus é verdadeiro; eu copiei estes textos, só para esclarecer aos enganados evangélicos, que, a Ciência da Arqueologia é real e verdadeira, só que, neste caso aqui, a revista foi infiel ao que está escrito; em nenhum lugar deste ossário existe o Nome Jesus, Tiago e nem José


    Este ossário é de uma família hebraica, que têm como pai Yoshef, teve outros filhos e entre estes filhos, está o revolucionário Yeshua Ben Yoshef (o falso Messias judeu), que nunca foi Jesus Cristo; se a revista (o repórter) tivesse sido sincero com o que está escrito no ossário, jamais o mundo cristão diria que existiu um Messias em Israel com este Nome Jesus.

    Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros
    de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de
    Jerusalém desde 2005.

    A discussão em torno de uma caixa mortuária com os
    dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o
    engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por
    antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo.

    A possibilidade
    da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo
    de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a
    primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento.

    Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua
    veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel
    (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a
    Justiça local entrou no imbróglio.

    No mês passado, porém, o juiz Aharon
    Far¬kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo
    antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor
    da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a
    defesa de falsificação da peça.

    “Vocês realmente provaram, além de uma
    dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, Questionou o
    magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram
    ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

    Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém,
    Rodrigo Pereira da Silva acredita que todas as provas de que o ossário
    era falso caíram por terra. “A paleografia mostrou que as letras
    aramaico eram do primeiro século”, diz o professor do Centro
    Universitário Adventista de São Paulo (Unasp).

    “A primeira e a segunda
    partes da inscrição têm a mesma idade. E o estudo da patina indica que
    tanto o caixão quanto a inscrição têm dois mil anos.” O professor teve a
    oportunidade de segurá-lo no ano passado, quando o objeto já se
    encontrava apreendido no Rockfeller Museum, em Jerusalém.

    Durante o processo, peritos da IAA tentaram desqualificar o ossário,
    primeiro ao justificar que a frase escrita nele em aramaico seria
    forjada. Depois, mudaram de ideia e se ativeram apenas ao trecho da
    relíquia em que estava impresso “irmão de Jesus” – apenas ele seria
    falso, afirmaram.





    A justificativa é de que, naquele tempo, os ossários ou continham o
    nome da pessoa morta ou, no máximo, também apresentavam a filiação dela.
    Nunca o nome do irmão. Professor de história das religiões, André
    Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levanta a
    questão que aponta para essa desconfiança.

    “A inscrição atribuiria a
    Tiago uma certa honra e diferenciação por ser irmão de Jesus. Como se
    Jesus já fosse um pop¬star naquela época”, diz ele. Discussões como essa
    pontuaram a exposição de cerca de 200 especialistas no julgamento.

    A
    participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história
    bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia,
    biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de
    seminário de doutorado.

    Golan foi acusado de criar uma falsa patina
    (fina camada de material formada por microrganismos que envolvem os
    objetos antigos). Mas o próprio perito da IAA, Yuval Gorea,
    especializado em análise de materiais, admitiu que os testes
    microscópicos confirmavam que a patina onde se lê “Jesus” é antiga.
    “Eles perderam o caso, não há dúvida”, comemorou Golan.

    O ossário de Tiago, que chegou a ser avaliado entre US$ 1 milhão e US$ 2
    milhões, é tão raro que cerca de 100 mil pessoas esperaram horas na
    fila para vê-lo no Royal Ontario Museum, no Canadá, onde foi exposto
    pela primeira vez, em 2002.

    Agora que a justiça dos homens não conseguiu
    provas contra sua autenticidade, e há chances de ele ser mesmo uma
    relíquia de um parente de Jesus, o fascínio só deve aumentar.

    (IstoÉ)
    Fonte http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/2010/11/veredito-ossuario-do-irmao-de-jesus-e.html


    Última edição por Gideão da CCB Livre em Dom Jul 20, 2014 2:25 pm, editado 3 vez(es)
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    Re: Arqueologia da Biblia: Ossuário de Tiago!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qui Dez 15, 2011 7:25 pm






    O irmão de Jesus


    Algumas pessoas não gostam nem de passar perto de cemitérios. Não é o
    que acontece com os arqueólogos! Na verdade, eles ficam muito contentes
    quando encontram uma sepultura antiga. Isso porque pode-se aprender
    muito com elas.

    À semelhança do que acontece hoje, a maioria dos povos da antigüidade
    acreditava que a vida continuava depois da morte. Por essa razão, os
    mortos eram sepultados com objetos que, supostamente, poderiam ser úteis
    na vida futura. Nutria-se, também, grande respeito pelos mortos. Por
    isso, as sepulturas eram consideradas invioláveis.

    Muito cedo na história, surgiram ladrões especializados em saquear
    sepulturas, porque sabiam que nelas podiam encontrar pequenos e grandes
    tesouros.

    Nas escavações arqueológicas, é comum encontrar sepulturas
    remexidas, vazias, saqueadas. Contudo, ocasionalmente, para alegria dos
    arqueólogos, encontram-se sepulturas intocadas, com os restos mortais e
    todos os objetos na exata posição em que foram enterrados, milênios
    atrás.

    Nas ruínas de Israel, por exemplo, encontram-se milhares de vasos
    quebrados mas, dentro das sepulturas, é comum encontrar vasos inteiros,
    em perfeito estado de conservação.

    Às vezes, tesouros de valor incalculável são achados. Em 1922, o
    arqueólogo inglês Howard Carter encontrou a sepultura do faraó
    Tutankhamon, do mesmo jeito em que foi fechada há quase 3.500 anos!

    Ela
    estava repleta de fantásticos tesouros! Quem visita o Museu do Cairo
    pode ver de perto o que os olhos fascinados de Carter viram ao entrar no
    túmulo do rei egípcio: sua múmia, sarcófagos, móveis, tronos, camas,
    carruagens, cetros, armas, jóias, tudo coberto de ouro.

    Em 1974, outro achado surpreendente foi feito por agricultores. Ao cavar
    um poço, eles encontraram a sepultura do imperador chinês Qin Shi
    Huang, com suas milhares de estátuas, em tamanho natural, de soldados,
    cavalos e vários outros animais, enterrados há mais de dois mil anos.

    Mais recentemente, uma outra descoberta fantástica veio à luz. Desta
    vez, muito provavelmente, graças aos ladrões de cemitério! Em 2002,
    André Lemaire, arqueólogo da Universidade de Sorbonne, visitando uma
    loja de antiguidades em Israel, encontrou uma urna funerária de origem
    desconhecida.

    Para sua enorme surpresa, a urna trazia a inscrição, em
    hebraico antigo: “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”; o sr. Jorge não foi sincero com o que está escrito no ossuário, nunca existiu e jamais vai existir em Israel estes nomes: Jesus, José, pois, não existe a consoante J no hebraico.

    Os Nomes que estão escrito no ossuário, são outroa bem diferente do que ele falou, são estes: "Yahucaf filho de Yoshef, irmão de Yeshua", que é a família do revolucionário judeu, que o povo pensavam que era o Mashiach, mas na verdade era um falso Messias, pois, o Verdadeiro Mashiach ainda não veio.


    O Evangelho de Mateus registra a seguinte referência a Jesus: “Não é
    este o filho do carpinteiro? Não se chama Sua mãe Maria, e Seus irmãos,
    Tiago, José, Simão e Judas?” (Mateus 13:55; cf. Marcos 6:3). Além de
    irmão, Tiago era também um dos apóstolos. Paulo refere-se a ele nos
    seguintes termos: “Não vi outro dos apóstolos, senão Tiago, o irmão do
    Senhor” (Gálatas 1:19).

    Cientistas ainda estão estudando esse achado, submetendo-o a análises e
    testes diversos. Mas muitos já estão convencidos de que a urna é genuína
    e pode mesmo ter sido usada para guardar os restos mortais do apóstolo
    Tiago, irmão de Jesus. Se isso se confirmar, essa será a mais antiga
    referência a Jesus fora da Bíblia.

    Jorge Fabbro é arqueólogo, coordenador do Curso de Pós-Graduação em
    Arqueologia do Oriente Médio Antigo na Universidade de Santo Amaro
    (Unisa) e presidente da Associação de Amparo à Criança e ao Adolescente
    (Educriança)

    Poderá também gostar de:

    fonte http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/2006/10/o-irmo-de-jesus.html
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