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    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico!

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    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! Empty Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico!

    Mensagem por Jurista Anticcb em Qua Abr 26, 2017 10:26 pm

    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! ISL%25C3%2583%2BONTEM%2BE%2BHOJE


    Por que o Brasileiro deve ser Anti-Islâmico? Por que essa cultura tem suas raízes no ódio, na crueldade e terrorismo; a ideologia deles nunca vão mudar, vejam ai na foto acima.



    Toda vez que você lê na bíblia SENHOR com todas as letras em maiúsculas está se referindo aos senhores do mundo os Illuminatis e não ao Deus que nos Criou.



    A Islamofobia é o sentimento de repugnância ou de repúdio em relação aos muçulmanos e ao Islamismo em geral.[1]

    Este tipo de aversão ao islamismo vem acontecendo principalmente nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e em Israel, devido aos atentados terroristas; todavia, esse sentimento já existia , embora em menor grau, anteriormente, devido ás enormes diferenças culturais e religiosas.

    Os atentados terroristas são promovidos por organizações fundamentalistas islâmicas, que se baseiam nos textos do Corão e nos Hádices, tais como a Al-Qaeda, o Talibã, o Hezbollah, o Hamas, o Fatah al-Islam, as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante e a Jihad Islâmica Palestina, embora eventualmente estes grupos não sejam apoiados pela população local[2].

    Este tipo de discriminação aumentou exponencialmente após os ataques de 11 de setembro de 2001, ocorridos nos Estados Unidos.


    Mídia

    De acordo com a Enciclopédia da Raça e Estudos Étnicos, os meios de comunicação social têm sido criticados por perpetrarem islamofobia; a professora inglesa Elizabeth Poole cita um estudo de caso onde, ao analisar uma amostra de artigos na imprensa britânica de entre 1994 e 2004, conclui que os muçulmanos estavam sub-representados, e mostrados sob um foco negativo.

    Esses retratos, de acordo com Poole, incluem a imagem do Islamismo e os muçulmanos como uma ameaça à segurança do Ocidente e aos valores sociais desta parte do planeta e no Brasil não vai ser diferente.[3]

    Benn e Jawad escreveram que a hostilidade contra o Islã e os muçulmanos estão "intimamente ligadas aos meios de comunicação social que retratam o Islã como bárbaro, irracional, primitivo e sexista."[4]

    Egorova e Tudor citam os pesquisadores europeus, em que sugere que expressões utilizadas nos meios de comunicação social como "terrorismo islâmico", "bombas islâmicas" e "violento Islã" já resultaram em uma percepção negativa do Islã.[5]

    Contudo, uma pesquisa efetuada pela ICM, para o canal britânico Channel4, com entrevistas presenciais a mil muçulmanos, chegou a conclusões preocupantes sobre as opiniões da comunidade muçulmana na Grâ Bretanha: um quarto dos entrevistados tinha alguma simpatia pelos bombistas suicidas, mais de metade achava que a homossexualidade não devia estar legalizada, e 39% achava que as esposas deveriam obedecer sempre aos maridos.[6]

    Também o Estudo Casey (Casey Review) chegou a conclusões alarmantes sobre a comunidade muçulmana no Reino Unido; caberá também aos membros da comunidade modificar esse estado de coisas.[7]

    Vários autores assinalam o profundo desprezo dos muçulmanos, em geral, pela civilização ocidental, mesmo após a segunda ou terceira geração de imigrantes.[8][9] [10][11][12]A feminista alemã Alice Schwarzer comenta:

    "Os direitos humanos são universalmente válidos e indivisíveis, independentemente da cultura e da religião" . A propósito da situação das mulheres muçulmanas na Alemanha, queixa-se: "Qualquer denúncia de abuso é imediatamente rotulada de racismo"[13]


    Diversas iniciativas vêm surgindo com base nas sessenta recomendações enumeradas no relatório do Runnymede Trust, que visa aumentar participação muçulmana nos meios de comunicação e na política.

    Logo após a liberação do relatório Runnymede, foi criado o Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha para servir como uma organização guarda-chuva com o objetivo de "representar os muçulmanos na esfera pública, o lobby no governo e outras instituições."

    O "Fórum Contra o Racismo e a Islamofobia" (FAIR), também foi criado, destinado a acompanhar a cobertura nos meios de comunicação e estabelecer um diálogo com organizações da mídia.[14]



    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! Islamofobia-2

    Comentário


    Na sequência da controvérsia dos caricaturas de Maomé, publicadas pelo jornal dinamarquês Jyllands-Posten , um grupo de 12 escritores, incluindo o romancista Salman Rushdie, assinou um manifesto intitulado "Juntos enfrentando o novo totalitarismo"[15][16] no jornal satírico francês Charlie Hebdo, alertando contra o uso do termo islamofobia para Impedir a crítica do "totalitarismo islâmico".

    Escrevendo no Novo Humanista, o filósofo Piers Benn sugere que as pessoas que temem o surgimento da islamofobia promovem um ambiente "não intelectualmente ou moralmente saudável", a ponto de que o que ele chama de "fobia à islamofobia" poder minar "o escrutínio crítico do Islão (...)". [17]


    Alan Posener e Alan Johnson escreveram que, embora a ideia de islamofobia seja por vezes mal utilizada, aqueles que afirmam que o ódio dos muçulmanos é justificado como a oposição ao islamismo realmente minam a luta contra o islamismo.

    O escritor Kenan Malik, ressalta que a noção de "islamofobia" é frequentemente usada "não para destacar o racismo, mas para silenciar os críticos do Islão ou mesmo os muçulmanos que lutam pela reforma das suas comunidades " [18].

    Roger Kimball argumenta que a palavra "islamofobia" é inerentemente uma proibição ou medo de criticar o islamismo radical [19]. De acordo com Pascal Bruckner, o termo foi inventado pelos fundamentalistas iranianos no final dos anos 1970, de modo análogo à "xenofobia" para denunciar como racismo o que ele sente ser uma crítica legítima do Islão.[20]

    O autor Sam Harris, embora denuncie o fanatismo, o racismo e os preconceitos contra muçulmanos ou árabes, rejeita o termo islamofobia [21] como um distúrbio psicológico inventado e afirma que criticar essas crenças e práticas islâmicas que ele acredita que representam uma ameaça para a sociedade civil., não é uma forma de fanatismo ou racismo. [22]

    Da mesma forma, Pascal Bruckner chama o termo "uma invenção inteligente porque equivale a fazer do Islão um assunto que não se pode tocar sem ser acusado de racismo". [23]


    Na Austrália, Nick Haslam, professor de psicologia da Universidade de Melbourne, e Clive Kessler, professor de sociologia da Universidade de Nova Gales do Sul,disseram que o termo islamofobia é usado para demitir opiniões que as pessoas não gostam, invalidando as pessoas que detêm essas opiniões[24] [25][].

    O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, disse em janeiro de 2015, após o tiroteio de Charlie Hebdo: "É muito importante deixar claro para as pessoas que o Islã não tem nada a ver com o ISIS.

    Há um preconceito na sociedade sobre isso, mas por outro lado recuso-me a usar o termo "islamofobia", porque aqueles que usam esta palavra estão a tentar invalidar qualquer crítica a toda a ideologia islâmica.A acusação de "islamofobia" é usada para silenciar as pessoas ". [26]


    Escrevendo em 2008, Ed Husain, ex-integrante do Hizb ut-Tahrir e co-fundador de Quilliam , disse que sob a pressão dos extremistas islâmicos, a "islamofobia" tornou-se um fenômeno a par do racismo ".[27]


    Christopher Hitchens afirmou que o "termo estúpido - islamofobia - foi posto em circulação para tentar sugerir que um preconceito sujo espreita atrás de qualquer dúvida sobre a infalível" mensagem "do Islã." [28]


    Michel Houellebecq, escritor francês, em 2002 chamou o Islão de "a mais estúpida das religiões". Imediatamente processado, foi absolvido em nome da liberdade de expressão.Foi aceite o argumento de Houellebecq durante o processo,
    de que ao chamar o islão de estúpido, o autor estaria a opôr-se a uma religião e não aos seus seguidores.[29]

    Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Islamofobia
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    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! Empty Re: Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico!

    Mensagem por Jurista Anticcb em Qui Abr 27, 2017 2:12 pm

    Jair Bolsonaro e Luiz Philippe de Orleans e Bragança, descendente da família real brasileira, entram na luta contra a famigerada Lei de Migração.


    Nenhum dos apoiadores dessa lei de é capaz de responder as 3 perguntas seguintes de maneira objetiva. NENHUM. São elas:

    1- De que maneira essa nova lei de imigração melhora a segurança pública do Brasil?

    2- Como que, com essa nova lei de imigração, os serviços de saúde, educação, saneamento, previdência, entre outros, irão melhorar?

    3- Como essa nova lei vai valorizar a nossa cidadania se imigrante já terá diversos direitos sem precisar se tornar cidadão?

    A Lei de Imigração tem de ser arquivada no seu texto atual. Envie um e-mail cobrando de seu Senador para que diga NÃO a essa nova lei anti-Brasil:


    https://goo.gl/nUVbji


    Os falsos heróis da humanidade nos acusarão de xenofobia. Os desinformados não saberão responder. E os honestos irão rejeitar o atual texto da lei. Temos pouco tempo. A votação é na terça feira.

    https://www.facebook.com/533823216818227/videos/594717307395484/
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    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! Empty Re: Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico!

    Mensagem por Jurista Anticcb em Qua Jul 29, 2020 12:36 pm


    [size=40]Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! Logo-ecidadania
    [/size]
    Ideia Legislativa

    Foi um crime não criar uma Lei especifica para a "Criminalização da Sharia em território brasileiro" como mais de 28.523 apoiadores esperavam.


    Por que? Sem uma Lei especifica, cada ato desses adeptos do Islamismo em território Brasileiro, os agentes da lei vão ter que ficar interpretando outros códigos para achar uma brecha para enquadrar o elemento e isto da lugar à injustiça.


    Além do mais, Para os muçulmanos, a Sharia, tendo origem na própria palavra de Alá, através do Alcorão, é uma lei divina, portanto uma lei superior a qualquer uma feita pelos humanos. Para eles as nossas leis civis e criminais não servem de nada, são escórias como eles falam.

    Vejam o que foi tratado no: SENADO FEDERAL


    Gabinete do Senador PAULO PAIM


    Senado Federal -Gabinete do Senador Paulo Paim -Praça dos Três Poderes Anexo I 22º Andar -CEP 70165-900 Brasília DFTelefone: +55 (61) 3303 5221 -Fax: +55 (61) 3303 5235 -Site: www.senadorp aim.com.br -e-mail: p aulop aim@senador.leg.br


    PARECERNº , DE 2019Da COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA, sobre a Sugestão nº 32, de 2017, do Programa e-Cidadania, que que defende a criminalização da Sharia em território brasileiro.


    Relator: Senador PAULO PAIMI RELATÓRIO
    Vem a esta Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa CDH, para análise, a Sugestão nº 32, de 2017, proveniente da Ideia Legislativa nº 69.587, proposta por Walmensy Nilber Palheta da Silva, que propõe a criminalização da Sharia em território brasileiro.


    Segundo o Proponente, “O islamismo é um sistema político-religioso que tem avançado a passos largos no mundo, trazendo sérios problemas sociais e de segurança.


    O Brasil é um estado laico e como tal não pode aceitar que, com a possível chegada desse sistema seja implantado o código de leis islâmicas intitulado Sharia.”


    Ademais, “A Sharia fere de morte direitos humanos, principalmente às mulheres, as quais são tidas como seres de classe inferior, e aos homossexuais, os quais são punidos com pena de morte.


    A chegada de possíveis refugiados árabes, tem permitido a permanência crescente de membros da "irmandade islâmica" cujo objetivo maior é a expansão do islã em todo o mundo para a implantação da Sharia. Prevenção é tudo!”.

    28.523 apoios.


    SENADO FEDERALGabinete do Senador PAULO PAIM


    Senado Federal -Gabinete do Senador Paulo Paim -Praça dos Três Poderes Anexo I 22º Andar -CEP 70165-900 Brasília DFTelefone: +55 (61) 3303 5221 -Fax: +55 (61) 3303 5235 -Site: www.senadorp aim.com.br -e-mail: p aulop aim@senador.leg.br


    II ANÁLISE
    Conforme o disposto no parágrafo único do art. 6º da Resolução do Senado Federal nº 19, de 2015, a ideia legislativa recebida por meio do portal e-Cidadania que obtiver apoio de 20.000 cidadãos em quatro meses terá tratamento análogo ao dado às sugestões legislativas previstas no art. 102-E do RISF e será encaminhada à CDH.


    Esse o contexto, sob a ótica regimental, tenho por competente esta Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para a análise da Sugestão em comento.


    No mérito, entretanto, melhor sorte não merece a Sugestão.O Brasil é um país laico por força de cláusula pétrea constitucional, sendo imutável, portanto (art. 5º, VI, VII e VIII, da Constituição Federal (CF).


    O direito brasileiro está construído sobre o sistema romano-germânico. Já a xaria é o nome dado ao direito islâmico de matiz religiosa. Os muçulmanos residentes no Brasil estão obrigados ao cumprimento do Código Penal (CP), sendo inescusável o desconhecimento da lei (art. 21, do CP).


    Note-se que, por exemplo, se algum muçulmano radical chicotear uma mulher por aparecer sem a vestimenta adequada em público este estará passível de responder pelo crime de lesão corporal, nos termos do art. 129, do CP.


    Qualquer tentativa de fazer valer a lei islâmica, em questão, em território nacional, esbarraria, assim, em óbices intransponíveis, razão pela qual é dispensável criminalizar a prática da Sharia no país.


    III VOTO
    Ante o exposto, voto pela rejeição da Sugestão nº 32, de 2017, do Programa e-Cidadania. Sala da Comissão.


    O problema aqui é que, a Sharia é um conjunto de leis Islâmica que vai desde de aliciar as nossas crianças a se explodirem a praticar terrorismo em todo o planeta e isso os Senadores não viram; por isto tínhamos que Criminalizar a Sharia em todo o território brasileiro.



    Senado Federal Relatório de Registro de Presença CDH, 12/09/2019 às 09h - 96ª, Extraordinária Comissão de Direitos Humanos e Legislação


    Participativa TITULARES SUPLENTES Bloco Parlamentar Unidos pelo Brasil (MDB, REPUBLICANOS, PP) JADER BARBALHO 1. JARBAS VASCONCELOS MARCELO CASTRO 2. DANIELLA RIBEIRO VANDERLAN CARDOSO 3. LUIS CARLOS HEINZE PRESENTE MAILZA GOMES 4. VAGOVAGO 5. VAGO TITULARES SUPLENTES Bloco Parlamentar PSDB/PSL (PSDB, PSL) EDUARDO GIRÃO 1. SORAYA THRONICKE PRESENTES TYVENSON VALENTIM 2. ROMÁRIO PRESENTE PRESENTE LASIER MARTINS 3. ROSE DE FREITAS JUÍZA SELMA 4. MARA GABRILLI PRESENTE TITULARES SUPLENTES Bloco Parlamentar Senado Independente (PATRIOTA, REDE, PDT, CIDADANIA, PSB) FLÁVIO ARNS 1. ALESSANDRO VIEIRA PRESENTE PRESENTE ACIR GURGACZ 2. FABIANO CONTARATO PRESENTE PRESENTE LEILA BARROS 3. JORGE KAJURU TITULARES SUPLENTES Bloco Parlamentar da Resistência Democrática (PT, PROS) PAULO PAIM 1. PAULO ROCHA PRESENTE PRESENTE TELMÁRIO MOTA 2. ZENAIDE MAIA PRESENTE TITULARES SUPLENTES PSD AROLDE DE OLIVEIRA 1. SÉRGIO PETECÃO PRESENTE NELSINHO TRAD 2. LUCAS BARRETO PRESENTE TITULARES SUPLENTES Bloco Parlamentar Vanguarda (DEM, PL, PSC) MARCOS ROGÉRIO 1. MARIA DO CARMO ALVES CHICO RODRIGUES 2. VAGO PRESENTE Não Membros Presentes RODRIGO PACHECO FLÁVIO BOLSONARO JAYME CAMPOS MARCOS DO VALELIZIANE GAMA


    13/09/2019 11:39:55


    Fonte: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=69587#_blank"


    Última edição por Jurista Anticcb em Qua Jul 29, 2020 1:56 pm, editado 1 vez(es)
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    Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico! Empty Re: Por Que o Brasil Deve Ser Anti-Islâmico!

    Mensagem por Jurista Anticcb em Qua Jul 29, 2020 1:55 pm

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    Parte da série sobre Islamismo

    A xaria (em árabe: شريعة; transl.: sharīʿah, "legislação"), também grafado xariá[1], xária[2], sharia[3], shariah, shari'a ou syariah, é o nome dado ao direito islâmico. Em várias sociedades islâmicas, ao contrário do que ocorre na maioria das sociedades ocidentais, não há separação entre a religião e o direito, todas as leis sendo fundamentadas na religião e baseadas nas escrituras sagradas ou nas opiniões de líderes religiosos.

    O Alcorão é a mais importante fonte da jurisprudência islâmica, sendo a segunda a Suna (obra que narra a vida e os caminhos do profeta). Não é possível praticar o Islão sem consultar ambos os textos. A partir da Suna, relacionada mas não a mesma, vêm os hádices, as narrações do profeta.

    Um hádice é uma narração acerca da vida do profeta ou o que ele aprovava - ao passo que a Suna é a sua própria vida em si. Como se disse, as suas principais fontes são o próprio Alcorão e os hádices, mas o ijma, o consenso da comunidade, também se tem aceitado como uma fonte menor.



    Qiyas, o raciocínio por analogia, foi usado pelos estudiosos da lei e religião islâmica (Mujtahidun) para lidar com situações onde as fontes sagradas não providenciam regras concretas. Algumas práticas incluídas na xaria têm também algumas raízes nos costumes locais (Al-Urf).

    A jurisprudência islâmica chama-se fiqh e está dividida em duas partes: o estudo das fontes e metodologia (usul al-fiqh, "raízes da lei") e as regras práticas (furu' al-fiqh, "ramos da lei").

    A xaria é o corpo da lei religiosa islâmica. O termo significa "caminho para a fonte" ou "rota para a fonte [de água]", e é a estrutura legal dentro do qual os aspectos públicos e privados da vida do adepto do islamismo são regulados, para aqueles que vivem sob um sistema legal baseado na fiqh (os princípios islâmicos da jurisprudência) e para os muçulmanos que vivam fora do seu domínio.

    A xaria lida com diversos aspectos da vida quotidiana, bem como a política, economia, bancos, negócios, contratos, família, sexualidade, higiene e questões sociais.

    Antes do século XIX a teoria legal era considerada domínio das escolas tradicionais de pensamento. A maior parte dos muçulmanos sunitas seguem os hanafitas, hambalitas, maliquitas ou shafi'i, enquanto a maior parte dos xiitas, os duodecimanos, seguem a escola jaafaritas de pensamento.[4]



    A xaria é, atualmente, o sistema legal religioso mais utilizado no mundo, e um dos três sistemas legais mais comuns do planeta, juntamente com a common law anglo-saxônica e o sistema romano-germânico.[5] Durante a Era de Ouro Islâmica, a lei islâmica clássica pode ter influenciado o desenvolvimento da lei comum,[6] e também influenciaram o desenvolvimento de diversas instituições da lei civil.[7]




    Índice




    • 1 Etimologia e uso do termo
    • 2 Definições e descrições

      • 2.1 Fontes do direito islâmico


    • 3 Direito islâmico clássico

      • 3.1 Origens
      • 3.2 Comparações com o common law
      • 3.3 Comparações com o direito romano-germânico
      • 3.4 Direito internacional
      • 3.5 Educação legal
      • 3.6 Hierarquia e participação
      • 3.7 Direitos humanos

        • 3.7.1 Direitos inalienáveis
        • 3.7.2 Direitos socioeconômicos
        • 3.7.3 Direitos das mulheres
        • 3.7.4 Previdência social e aposentadoria
        • 3.7.5 Liberdade de expressão
        • 3.7.6 Paz e justiça
        • 3.7.7 Escravidão e divisões sociais


      • 3.8 Qanun


    • 4 Direito islâmico moderno

      • 4.1 Contexto
      • 4.2 Prática contemporânea
      • 4.3 Leis de alimentação
      • 4.4 Código de vestimenta
      • 4.5 Circuncisão e MGF
      • 4.6 Apostasia


    • 5 O papel da mulher no Islã
    • 6 Influências recebidas pela xaria
    • 7 Referências
    • 8 Bibliografia
    • 9 Ligações externas


    Além de todas estas Leis aqui especificada, que formam o conjunto de leis sagrada da Sharia, tem mais as ideias malucas dos líderes que eles podem autoproclamar divinas ou incorporada na Sharia; como pode também retirar direitos já escrito, como foi o caso do direito de expressão, foi revogado do Alcorão. Os direitos das mulheres é o que mais sofrem mutação, cada Califado edita ele de um jeito!

    Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Xaria#Direitos_das_mulheres

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