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A Prova de que o Islã e todas as Religiões Monoteístas são Violentos!

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A Prova de que o Islã e todas as Religiões Monoteístas são Violentos!

Mensagem por Fco Oliveira em Sex Jan 09, 2015 12:38 pm



Psiquicamente violento, aliás, como qualquer religião; particularmente as monoteístas. O grande problema com essas religiões não é, como acusa a ciência, a crença irracional em dogmas não aferíveis.

É situar a “verdade” fora de si mesmo, em algum código mais ou menos simplório, imutável e ditado por algum deus didático. E não é bem assim que as coisas funcionam.

O religioso autoritário projeta fora de si, num deus x (coloque aí qualquer nome, incluindo Maomé, o gatilho da vez), um conjunto de regras que direciona e simplifica a sua relação angustiosa com a complexidade do mundo.

Na verdade o que esse covarde está fazendo é se furtar à aventura mais empolgante da experiência humana: descobrir os fundamentos de sua própria ética.

Mas porque a sua própria ética não poderia ser exatamente a de Maomé (ou do deus cristão, judaico etc)? Poderia.

Se ele não tivesse a expectativa de converter outras pessoas ao seu sistema, e oprimir os “infiéis”, ou seja, tentar aumentar sua zona de conforto, ao custo do desconforto moral dos outros.

Não é à toa que nas religiões monoteístas o ser superior é invariavelmente representado por uma figura masculina “forte”.

Nas religiões politeístas, o arquétipo do patriarca existe, mas é um entre outros, incluindo deusas, deuses instáveis, insondáveis e truqueiros, ou seja, todo um catálogo de comportamentos humanos.

O que tende à tolerância com comportamentos variados, e mesmo eticamente dúbios (fazem parte do jogo da vida – e não necessariamente de um polo “do mal” e inaceitável).



A onda de declarações “do bem” da comunidade islâmica, após o atentado ao Charlie Hedbo, não cola. Um exemplo da empáfia autoritária muçulmana em contextos em que não é justificável (ou em que é ainda menos justificável) é dado no caso do filme Femme De La Rue, da estudante belga Sofie Peeters, sobre o assédio nas ruas.

E na reação do líder muçulmano local Abu Haniefa, que respondeu acusando Sofie de “provocar os homens” ao andar pelas ruas “nua como uma prostituta”, e “pintada como uma palhaça”.

Claro que Sofie no filme está vestida normalmente, e simplesmente anda em um bairro (de maioria muçulmana) da capital de seu país, enquanto é assediada. Como eu comentei aqui, me lembra a piada de um homem que faz um teste de Rorschasch, e é diagnosticado como obcecado sexual.

Aí ele diz “me mostram um monte de imagem de safadeza (aquelas manchas disformes do teste), e querem que eu pense no quê?”. O autoritário moralista está sempre projetando no outro as suas patologias, mazelas e dificuldades no mundo.

O comportamento de parte da esquerda, acusando os cartunistas de mexerem com a sensibilidade religiosa dos outros, é absurdo. Eles, os cartunistas, foram (fomos) agredidos antes, por alguém que acha que tem acesso a um código moral superior.

Como disse Stephane Charbonnier, o Charb, “Maomé não é sagrado para mim. Eu vivo sob a lei francesa, não sob a lei do Corão”. É quase uma obrigação para um francês consequente trollar a ideia de que Maomé (ou qualquer deus) dite um código moral rígido para a civilização européia.

O comportamento de outra parte da esquerda, abduzindo para si o Charlie Hebdo (“O ataque ao Charlie Hebdo é um ataque à extrema esquerda”) também não procede. Não há porque duvidar da sinceridade de gente de qualquer matiz político que se sentiu atingida pelo atentado.

E a contracultura, território de origem do CH, não é monopólio da esquerda ortodoxa, mesmo que alguns dos cartunistas envolvidos tenham sido comunistas de carteirinha.

Basta lembrar que a última capa, no próprio dia do atentado, foi simpática ao escritor Michel Houellebecq, que é acusado de dar munição para a extrema direita francesa com seu livro Soumission.

Charb e o Charlie estavam explorando, corajosamente, um território em que esquerda e direita ortodoxas se misturam, se confundem e não sabem o que fazer. Ele engloba, além da imigração, questões comportamentais e de direitos individuais, como gênero, sexualidade, consumo de substâncias postas na ilegalidade etc.

No filme Profissão De Risco, com Johnny Depp, inspirado na vida do traficante americano George Jung, quando é acusado de atravessar uma fronteira portando maconha, ele diz: “estou sendo sentenciado por atravessar uma linha imaginária carregando uma planta”.

É esse grau de translucidez que tem que ser mantido quando os “seres superiores” e seus códigos morais esquisitões falam.

Todos os fundamentalistas (inclusive os fundamentalistas políticos) que querem impor a sua percepção de mundo a quem não está minimamente interessado nela exercem algum grau de violência, seja essa violência física ou psicológica.

Como eu comentei ontem, neste texto, Atentado À Inteligência: “É claro que é direito dos muçulmanos (e de outros fundamentalistas) (…) serem ‘submissos’ a seu deus (ou concepção de sistema social).

É nisso que o humor, ou o chiste, se converte num inimigo central dos fundamentalistas: ele é a farpa que esvazia o balão autoinflado dessa ‘autoridade moral’, dessa solenidade patética, dessa angústia pela infalibilidade – que é a mais humana das características.

Assim como (…) os sistemas religiosos contenham sempre uns fragmentos de verdade, tomá-los como o todo da verdade será sempre um erro”.

E exigir isso dos outros, além de erro, é intolerável. Na verdade, o sufismo (a parte mística do Islã), assim como a cabala judaica e o cristianismo primitivo, tem tecnologias mágicas e espirituais fascinantes, e bastante funcionais inclusive.

Mas essa parte da experiência religiosa se perdeu, se contaminou ou foi engessada na religião institucional e em seu viés político. Posto assim, não interessa se Jesus ou Maomé ou seja lá quem for foram figuras históricas e/ou grandes iniciados.

Cabe é dar um sonoro f*-se a quem (pensa que) fala em nome deles.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/alex-antunes/porque-o-isla-e-sim-violento-215231257.html

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Re: A Prova de que o Islã e todas as Religiões Monoteístas são Violentos!

Mensagem por Fco Oliveira em Sab Jan 10, 2015 2:21 pm


Manifestante participa de protesto anti-Islã em 5 de janeiro de 2015, em Berlim

Mais da metade dos alemães considera o Islã uma ameaça

Mais da metade dos alemães (57%) considera o Islã uma ameaça e 61% acreditam que esta religião é incompatível com o mundo ocidental, segundo uma pesquisa publicada nesta quinta-feira pelo site da revista Die Zeit.

A pesquisa foi realizada pela fundação alemã Bertelsmann, em novembro, ou seja, muito antes do atentado de quarta-feira, em Paris, contra o semanário francês Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos.

Segundo a pesquisa, 40% dos questionados se sentem "estrangeiros em seu próprio país".

E 24% dos pesquisados gostariam da proibição da imigração de muçulmanos à Alemanha, um país de 81 milhões de habitantes, dos quais quatro milhões são muçulmanos, em sua maioria turcos ou de origem turca.

Diante de uma sensação de xenofobia crescente na Alemanha, a chanceler alemã, Angela Merkel, tentou acalmar os ânimos nesta quinta-feira ao ser indagada sobre a convivência entre muçulmanos e não muçulmanos no país depois do atentado de Paris.

"Temos boas relações com a grande maioria dos muçulmanos na Alemanha. Todos foram claros em suas declarações sobre os atentados terroristas", afirmou Merkel.

A chanceler lamentou que existam pessoas no país que tenham se unido aos jihadistas e que a Alemanha manterá as medidas de segurança existentes.

"Fazemos todo o possível para que as pessoas de todas as fés, judeus, cristãos, muçulmanos ou qualquer religião que seja estejam protegidos da mesma maneira", enfatizou.


- Preconceitos -


A fundação destaca que esta hostilidade ao Islã parece muito difundida, do eleitorado conservador à esquerda, passando pela classes média.

Um indício disso são as manifestações realizadas desde outubro em Dresden (leste) pelo movimento anti-islã Pegida, que contam com a participação de neonazistas, militantes de ultradireita e cidadãos comuns.
"Para os muçulmanos, a Alemanha é sua casa.

Mas eles estão confrontados com uma imagem negativa projetada por uma minoria de islamitas radicais", analisou o pesquisador da Bertelsmann, Yasemin al Menouar, que participou na elaboração da enquete.

A fundação Bertelsmann também indica que esta islamofobia é comparável ao antissemitismo no século XIX, e lembra que a porcentagem de alemães que consideram o Islã incompatível com o Ocidente passou de 52% em 2012 a 61% atualmente.

O especialista da imprensa Kai Hafez, co-autor do estudo, destaca a responsabilidade dos meios de comunicação, que frequentemente veiculam uma imagem negativa do Islã.

Como se observa, muita gente só ouviu falar desta religião através "da organização Estado Islâmico, da violência, dos salafistas", ou ainda da opressão às mulheres e da rejeição aos valores democráticos, afirma Hafez, professor da universidade de Erfurt.

A pesquisa foi realizada em novembro com 937 pessoas não muçulmanas.

A fundação Bertelsmann também interrogou muçulmanos da Alemanha.

Segundo ela, as pessoas de origem estrangeira de segunda ou terceira geração são mais religiosas que seus pais.

A grande maioria se reconhece nos valores da democracia e da Constituição alemã.

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