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A Origem das Igrejas Cristã no Mundo.

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A Origem das Igrejas Cristã no Mundo.

Mensagem por Paulino em Qui Fev 20, 2014 12:32 pm



A mãe: Assembleia Cristã de Chicago

O movimento pentecostal que envolveu as igrejas da colônia italiana pode ser visto como um rebentamento do avivamento de Azuza. Neste contexto, em 1907, nasceu a Assembleia Cristã de Chicago – ACC, organizada por Luigi Francescon, G. Beretta, Pietro Mecoconi e Pietro Ottolini.

Os primeiros anos transcorreram na mais perfeita harmonia e o movimento pentecostal ítalo-americano se expandiu para a América do sul e Itália, mas entre 1914 e 1925, duas crises doutrinárias abateram a ACC.

Sem o batismo do Espírito Santo com evidência inicial de falar novas línguas se pode ser salvo? Esta foi a primeira questão que trouxe divergência entre os líderes. Pietro Ottolini rompe com a Assembléia Cristã e funda a Italian Evangelical Church.

Depois disso, as opiniões de Giuseppe Petrelli passaram a divergir com aquilo que era aceito por Luigi Francescon que escreveu uma circular a toda a igreja intitulada "Risposta a Giuseppe Petrelli", os embates dos líderes promoveram um grande cisma e a Assembléia Crisã de Chicago;

Divide-se, sendo que a facção que apoiou Petrelli, ficou com o edifício e o direito do uso do nome Assembleia Cristã (Christian Assembly), enquanto Francescon organiza outra comunidade com o nome de Congregazione Cristiana (Christian Congregation). A CC move ação judicial contra a AC para indenização ou recuperação da posse do prédio.

Como ocorreu em Chicago, aconteceu com outras igrejas da comunidade italiana de outras localidades, por este motivo Luigi Francescon, Massimiliano Tosetto e Michele Palma convocaram para o dia 30 de abril a 01 maio de 1927, uma assembléia geral das igrejas italianas dos EUA, cujo resoluções foram muito comemoradas. Tosseto redigiu um credo os 12 pontos de fé e doutrina. No ano seguinte foi elaborado um hinário comum.


A Assemblea Cristiana de Chicago seguiu de forma independente e foi a primeira a americanizar o nome para Christian Assembly, em 1965 adotada o nome de Belmont Evangelical Church. No ano de 1995 juntou-se as Assemblies of God americanas, e o nome atual da nova denominação é Belmont Assembly of God.

Por último a questão sobre a administração, se igreja local deveriam submeter-se a uma sede geral e sobre a organização da igreja como pessoa jurídica promoveu novos debates que terminaram no isolamento de Francescon em Chicago.

As irmãs [da CCB]: Impulsionados pelo avivamento missionários italianos, entre eles Francescon, viajam para a Itália e organizam em 1908 a Assembléia Cristã da Itália (atual: Assembléia de Deus da Itália). No ano seguinte (1909) a pátria de pavilhão branco e azul celeste recebe os missionários Luigi Francescon, Giacomo Lombardi e Lucia Menna e surge a Assembléia Cristã Argentina.



A filha: Congregação Cristã no Brasil

Guiado por um ardente vigor missionário, Luigi Francescon, desembarcou em solo tupiniquim no ano de 1910. Até 1936 o grupo organizado por Francescon no Brasil permaneceu com o nome de Assembléia Christã Reunidos em Nome do Senhor Jesus, mas as cisões em Chicago repercutiram por aqui levando-o a adotar o nome deCongregação Cristã no Brasil.

O isolamento do líder em Chicago pode ter feito os brasileiros desenvolveram um orgulho denominacional e se tornaram exclusivistas. Em 1960 aproximaram-se dos irmãos argentinos e os aliciaram para mudarem o nome de Assembléia paraCongregação e se colocarem debaixo da sua liderança.

Como a proposta indecente foi recusada, o ancião Miguel Spina fundou a Congregação Cristã na Argentina.  Em 1970 foi a vez dos italianos receberem a proposta, negá-la e conhecerem aCongregação Cristã na Itália.

Ao mesmo tempo em que impunha um imperialismo a CCB começa a sofrer divisões internas. A primeira foi na década de 50; o cooperador Aldo Ferretti escandalizou-se ao ver anciães consumindo bebidas alcoólicas e passou a defender costumes rigorosos, acabou se desligando e fundando a Igreja Renovadora Cristã.

No final da década de 60 surge a IGREJA CRISTÃ REMANESCENTE PRIMITIVA fundada pelo ancião Nilson Santos na cidade de Telêmaco Borba – PR.

Diferenciando-se destes dois dissidentes que saíram e fundaram igrejas com outros nomes, José Valério no ano de 1991 organiza a CCB-Renovada e atrai muitos ministros para o seu grupo fazendo as estruturas do Brás estremecerem, mas o movimento que parecia promissor se dissolveu em poucos anos e se reintegrou a CCB, inclusive, o patrimônio construído pela CCB-Renovada foi incorporado ao da CCB.

O ancião Luiz Bento Machado divergiu com a liderança sobre a questão do sábado e iniciou no ano de 1993 a Congregação Cristã do Sétimo Dia no Estado de Santa Catarina.

A Congregação Cristã Apostólica pode ter se iniciado na questão do rebatismo: Antônio Silvério Pereira aproximou-se da Igreja Renovação Cristã que era pastoreada por Fleury Rodrigues de Oliveira e teria os convencido de se juntarem à CCB que os teria obrigado a rebatizar.

Como discordaram do pensamento da CCB que prega um batismo salvífico – e não rebatizaram – organizaram a CCA, e a CCB que ganharia alguns, perdeu alguns membros.



Questionamentos ideológicos levaram alguns irmãos a organizarem a Associação de Membros da Congregação Cristã no Brasil – AMCCB. Depois houve indefinição sobre a postura do movimento, e aqueles que queriam uma oposição à CCB deixaram a AMCCB que em 2010 uniu-se ao Ministério de Jandira que tem a liderança de Samuel Trevisan. Uma batalha judicial tem início e a conjuração jandirense saiu vitoriosa podendo usara integralmente o nome Congregação Cristã no Brasil.

Comentário:

As divisões ocorridas na Assembleia Cristã de Chicago por motivos pessoais, doutrinais e administrativos também se sucederam na Congregação Cristã no Brasil.

A caçula nascida em 1910 desenvolveu um orgulho denominacional, desejou imperar sobre as outras Assembleias Cristãs. Não reconheceu e não respeitou a hegemonia desses grupos iniciando uma expansão por seus territórios promovendo a desunião.

Por não dar atenção às leis Francescon perdeu o prédio e a placa (nome); por não ter dado atenção à AMCCB a Congregação Cristã no Brasil terá que conviver com um ministério.

O Conselho de Anciães do Brás passa-nos a impressão de que não aprendeu com as cisões, atitude que poderá acarretar em mais divisões – Alguém tem dúvidas disso?

A todos meus amigos e Irmãos um Bom final de semana na Paz de Deus e no AMOR de Jesus Cristo. Façam um bom Estudo, confira na Bíblica.

1.2 - SOBRE O ESTUDO DA BÍBLIA:

1.2.1 Cremos na necessidade da leitura e estudo sistemático das Sagradas Escrituras por todo o cristão desde a mais tenra idade. Entendemos não haver outra forma de crescimento espiritual fora da Bíblia.

1.2.4  Assim devemos seguir o exemplo da Igreja de Beréia, considerada nobre, por examinar nas escrituras as palavras que Paulo pregava e obedecia no Amor de Jesus Cristo.

1.4 -  SOBRE A SALVAÇÃO:

1.4.3  Nenhuma organização religiosa pode oferecer salvação em si mesma, pois a Bíblia nos diz: “Porque também debaixo do céu nenhum outro nome há dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos” Jesus Cristo.


1.5  - SOBRE A GRAÇA:

1.5.3  A Graça de Deus nada mais é do que a pessoa de Jesus Cristo, que jamais denomino uma Igreja como sua, ou correta (...).

1.5.4  Nenhuma organização religiosa tem o direito de alto denominar “A Graça de Deus” Foi Jesus quem morreu por todos nós.

1.6 - SOBRE A IGREJA:

1.6.2 Diante da grandeza do sacrifício de Jesus no Calvário, realizado em benefício de todos os homens, não é bíblico uma igreja, denominação ou grupo religioso auto-intitular-se: “A única e verdadeira Igreja” ou “O único e verdadeiro caminho”, usurpando um lugar que é exclusivamente é de Cristo a Graça de Deus (...).

1.6.5 Entendemos que, as igrejas que professam a mesma fé e doutrina, são aquelas que estão fundamentadas nos mesmos princípios de fé, e não aquelas que são pertencentes a uma mesma denominação religiosa.

1.8 - SOBRE A SEGURANÇA DA SALVAÇÃO:

1.8.2 Diante de afirmativas tão claras, o cristão pode gozar da felicidade de se chamado “salvo”, com a garantia do próprio Senhor de que nada mais o separará do Seu Amor. A Bíblia nos diz: “Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” devemos ter um Propósito de o seguir e nunca desanimar.

1.9 - SOBRE O PECADO:

1.9.3 Definitivamente não se faz aqui uma apologia ao pecado, haja vista as graves conseqüências causadas por ele ao ser humano. Afirmamos, porém que nenhum pecado pode ser maior do que o sacrifício de Cristo. Nada que o homem faça poderá anular o que Cristo fez por ele na Cruz, lembrando que todo o pecado leva a morte.

1.10 - SOBRE A BLASFÊMIA OU PECADO DE MORTE:

1.10.2  Negamos que o adultério matrimonial seja o pecado de morte, porem não deixa de ser pecado, um após o outro leva a morte, acreditando que os que se arrependerem têm o direito de reconciliar com Deus, blasfemar é não conhecer o Poder de Deus em outro, apenas por estar em outra Célula religiosa este ato é mais perigoso perante Deus (...)

1.10.3 Entendemos que sustentar tal ensinamento, ou seja, que o adultério matrimonial é o pecado imperdoável, Outras Igrejas tem condenado inúmeras vidas à perdição e as tem privado de uma reconciliação com Deus, impedindo que as mesmas possam ser restauradas pelo arrependimento e confissão de seus pecados diante de Deus.



1.11 - SOBRE O BATISMO:

1.11.2 Entendemos que este ritual em si, não é dotado de nenhum poder sálvico. As águas batismais não podem perdoar lavar ou regenerar o homem dos seus pecados é uma simbologia de sepultamento do velho homem com seus feitos. Esse benefício só é conseguido através do lavar regenerador do Sangue de Cristo, mediante a fé de quem o deseja seguir numa fé perfeita.

1.11.4 Entendemos como válido o batismo realizado por outras denominações evangélicas na forma do exposto acima, não sendo necessário que o fiel seja rebatizado ao mudar de denominação, a menos que manifeste esse desejo.

2.3 - SOBRE O VÉU E O ÓSCULO SANTO:

2.3.3 Não vemos na observação desses costumes nenhum problema em relação à fé cristã, porém não os reconhecemos como doutrina bíblica que Implica na Salvação, ordenanças ou mandamentos obrigatórios à ser um Fiel do Reino de Deus, recomendou as nossas irmãs a usarem o Véu, para ornar a Igreja de Cristo, sendo o ósculo usado entre si, como uma Saudação de Amor sem malicia não uma regra de final de culto.

2.4 - SOBRE A OBSERVAÇÃO DE COSTUMES:

2.4.1 Cremos que toda questão secundária a salvação deve ser estabelecida mediante apelo ao bom senso da consciência do cristão. A Bíblia não legisla sobre roupas, cortes de cabelo, uso de jóias e outros tantos costumes, o que passar disto é ensino humano que predomina a Vida cotidiana do Cristão.

2.6 - SOBRE A ORAÇÃO:

2.6.3 No culto público não vemos problema em se fazer orações de joelhos uma forma mais ordeira de humildade. Entendemos ser um problema a afirmativa de que somente nessa posição corporal é possível ser ouvido por Deus, o que atenta contra as Escrituras e forma ensinada pelo Mestre Jesus Cristo.

2.8 - SOBRE BEBIDAS ALCOÓLICAS:

2.8.3 Assim, uma organização chamada cristã não pode abrir concessões quanto ao uso de bebidas alcoólicas por seus membros, muito menos por sua liderança, com esta prevenção é necessário usara o Fruto da Vide sem álcool na Santa Ceia.

2.10 - SOBRE O OFÍCIO E O SUSTENTO PASTORAL:

2.10.4 Entendemos que os termos das Siglas: pastor, Ancião, presbítero, Bispo, Reverendo e Padres etc. São semelhantes entre si, sendo adotados por cada denominação o que mais lhe agrada não deve ser usado como Profissão.

2.11 - SOBRE A ORDENAÇÃO DE NOVOS OBREIROS:

2.11.4 Assim, acreditamos que a indicação de parentes para cargos e ministérios numa denominação sem que esses tenham sido efetivamente chamados e capacitados pelo próprio Senhor, torna-se algo imoral e vergonhoso. Até mesmo os ímpios entendem que esta prática pode contribuir para desvios de conduta. Muito mais a igreja de Cristo deve se guardar desta nódoa.

2.12 - SOBRE O DÍZIMO OU CONTRIBUIÇÃO NA IGREJA:

2.12.1 Cremos ser o dízimo uma ferramenta aprovada por Deus para a manutenção física da igreja conforme a Lei de Moisés, uma forma de arrendamento da parte da herança a que eles não a receberam a que tinha direito, 11 tribos pagava (10%) aos Levitas uma arrendamento da sua possessão, 10%  que sobejava dos (100%) era aplicado na manutenção da Igreja, hoje não temos esta necessidade de ninguém viver da Igreja, quando Todos, Pastores, reverendos, Anciãos e Outros Ministros, tem o direito de comprar e vender negociar e granjear fortuna, viver da Igreja não é correto no Novo Testamento somente auxilio ao necessitado.

2.13 - SOBRE EVANGELISMO E MISSÕES:

2.13.1 Cremos que todo o cristão é chamado para o evangelismo, porem nem todos a obedecem a Palavra de Deus (...)

2.13.2 Não há respaldo bíblico para o ensinamento de que Deus enviará os pecadores a uma igreja para que sejam salvos, e sim para que seja Restaurados, reformados e convertam a Deus.


CONCLUSÃO:

Teríamos ainda muitos outros pontos a considerar, porém nos limitamos a estes, por entendermos que já nos fizemos compreendidos por quem conhece a Sagrada Escritura.

Não é de nossa plena satisfação tal ato, dado a incontáveis bênçãos recebidas de Deus na Igreja, bem como a comunhão que mantivemos com nossos irmãos durante os muitos anos de nossa frequência na mesma Instituição, pôr que não salientar que não recebem suas Filiações por regra unilateral da Igreja, mesmo surgida da mesma raiz, fé e Doutrina, mais desconhece como irmãos e muitos negam a saudação com a Paz de Deus.

Mas como citamos na apresentação, não podemos trair nossa consciência, pois a mesma é cativa a Palavra de Deus, que ordena reconhecer Jesus Cristo em nosso Próximo muito mais aqueles que Crerem no mesmo Deus e a Jesus Cristo.

Nossa oração é que esta confissão traga frutos de reflexão, e que os irmãos realmente comprometidos com esta obra de Deus possam rever conceitos e práticas, reconhecer a Doutrina e Amor Cristão, e não ficar preso a uma falsa Religiosidade.

Não consideramos as interpretações aqui expressadas, a, ultima palavra em matéria de fé, estará sempre aberto ao diálogo. Reservamo-nos também o direito de mudar de opinião, sempre que for provado pela Palavra de Deus e pela razão que estamos equivocados.

Por força do exposto acima, abrimos mão de todos os direitos a nós concedidos nesta instituição de origem durante o tempo em que nela comungamos como membros, para firmar como Discípulos do Senhor Jesus Cristo sem rancor no coração, seguindo seu IDE, e não a Placa Religiosa que ostenta o nome da Instituição.

Também nos fazemos livres de quaisquer obrigações, votos ou juramentos aos quais venhamos a ter nos submetidos durante esse período, mantemos a fé, o Amor que recebemos do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e vamos levar para o Juízo Final.

Manifestamos aqui toda nossa gratidão pelos esforços por nós realizados pela nossa Igreja de Origem e desejamos que o Senhor vos recompensasse com toda sorte de bênçãos espirituais, e os que a seguem, dedique mais Amor e fidelidade aos Cristãos sem acepção, e não limite somente aos Domésticos na sua crença.

Finalmente, entendemos que com este ato, estamos realizando um serviço para o qual fomos chamados por Deus já há alguns anos. A Ele tributamos todas honra glória, louvor, poder e adoração, pelos séculos dos séculos. Amém! Observe 13 de Primeiro aos coríntios

Filipenses 4:7 – “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo


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Paulino

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