Gideões da CCB Livre de Religião.
Buscar
 
 

Resultados por:
 

 


Rechercher Busca avançada

Navegação
 Portal
 Índice
 Membros
 Perfil
 FAQ
 Buscar
Dezembro 2016
SegTerQuaQuiSexSabDom
   1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031 

Calendário Calendário

Estatísticas
Temos 1225 usuários registrados
O último usuário registrado atende pelo nome de rosangela

Os nossos membros postaram um total de 1692 mensagens em 550 assuntos

A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Mensagem por Fco Oliveira em Sab Ago 17, 2013 2:58 pm



São mais de 300 páginas com centenas de histórias pouco santas sobre a vida sexual dos Papas da Igreja Católica.

O livro do jornalista peruano Eric Frattini, recém-chegado às livrarias portuguesas e editado pela Bertrand, percorre, ao longo dos séculos, a intimidade secreta de papas e anti- papas, mas não pretende causar “escândalo”.

Apenas “promover uma reflexão sobre a necessária reforma da Igreja ao longo dos tempos”. O escritor admite, aliás, que alguns dos relatos possam ter sido inventados, nas diferentes épocas, por inimigos políticos dos sumos pontífices.

Lendas ou verdades consumadas, no livro “Os Papas e o sexo” há de tudo. Desde Papas violadores e zoofílicos (que fazem sexos com animais) a Papas homossexuais e fetichistas, além de Santos Padres incestuosos, pedófilos ou sádicos, passando por Papas filhos de Papas e Papas filhos de padres.

Alguns morreram assassinados pelos maridos das amantes em pleno acto sexual. Outros foram depostos do cargo, julgados pelas suas bizarrias sexuais e banidos da história da Igreja.



Outros morreram com sífilis, como o Papa Júlio II, eleito em 1503, que ficou na história por ter inventado o primeiro bordel gay de que há memória.

Bonifácio IX deixou 34 filhos, a que chamava, carinhosamente, de “adoráveis sobrinhos”. Martinho V encomendava contos eróticos, que gostava de ler no recolhimento do seu quarto.

Paulo II era homossexual e Listo IV, que cometeu incesto com os sobrinhos, bissexual. Inocêncio VIII reconheceu todos os filhos que fez e levou-os para a Santa Sé. Um deles tornou-se violador. João XI (931-936) cometeu incesto com a própria mãe, violava fiéis e organizava orgias com rapazes.

Sérgio III teve o infortúnio de se apaixonar por mãe e filha e não esteve com meias medidas: rendeu-se à prática da ménage à trois. Bento V só esteve no Governo da Igreja 29 dias, por ter desonrado uma rapariga de 14 anos durante a confissão.

Depois de ser considerado culpado, fugiu e levou boa parte do tesouro papal consigo.
João XIII era servido por um batalhão de virgens, desonrou a concubina do pai e uma sobrinha e comia em pratos de ouro enquanto assistia a danças de bailarinas orientais.

Os bailes acabaram quando foi assassinado pelo marido de uma amante em pleno acto sexual. Silvestre II fez um pacto com o diabo. Era ateu convicto e praticava magia. Acabou envenenado.



Dâmaso I, que a Igreja canonizou, promovia homens no ciclo eclesiástico, sendo a moeda de troca poder dormir com as respectivas mulheres. Já o Papa Anastácio, que tinha escravas, teve um filho com uma nobre romana, que se viria a tornar no Papa Inocêncio I (famoso pelo seu séquito de raparigas jovens).

Pai e filho acabaram canonizados.
Leão I era convidado para as orgias do Imperador, mas sempre se defendeu, dizendo que ficava só a assistir.

Mesmo assim, engravidou uma rapariga de 14 anos, que mandou encerrar num convento para o resto da vida. Bento VIII morreu com sífilis e Bento IX era zoófilo. Urbano II criou uma lei que permitia aos padres terem amantes, desde que pagassem um imposto.

Alexandre III fazia sexo com as fiéis a troco de perdões e deixou 62 filhos. Foi expulso, mas a Igreja teve de lhe conceder uma pensão vitalícia, para poder sustentar a criançada.

Gregório I gostava de punir as mulheres pecadoras, despindo-as e dando-lhes açoites. Bonifácio VI rezava missas privadas só para mulheres e João XI violou, durante quatro dias, uma mãe e duas filhas. Ao mesmo tempo.


 
1. João Paulo II Acusado de ter uma filha secreta
Em 1995, o norte-americano Leon Hayblum escrevia um livro polêmico, em que dizia ser pai da neta de João Paulo II.

Durante a ocupação nazista da Polônia, Wojtyla (João Paulo II) terá casado, secretamente, com uma  judia. Do enlace nasceu uma rapariga, que o próprio pai entregou, com seis semanas, a um convento local.

No seu pontificado especulou-se muito sobre as namoradas que teve antes do sacerdócio. O Papa admitiu algumas, mas garantiu nunca ter tido sexo.

No Vaticano, fazia-se acompanhar por uma filósofa norte-americana, Anna Teresa Tymieniecka, com quem escreveu a sua maior obra filosófica. Acabaram zangados, supostamente por ciúmes.



2. Paulo VI Homossexual?
Assim que chegou ao Vaticano, Paulo VI mostrou-se muito conservador em relação às matérias ligadas à sexualidade. Em 1976, indignado com as declarações homofóbicas de Paulo VI, um historiador e diplomata francês, Roger Peyrefitte, contou ao mundo que, afinal, o Papa era homossexual e manteve uma relação com um actor conhecido.

O escândalo foi tremendo: Paulo VI negou tudo e o Vaticano chegou a pedir orações aos fiéis do mundo inteiro pelas injúrias proferidas contra o Papa.

Paulo VI morreu em 1978, aos 81 anos, depois de 15 pontificado, vítima de um edema pulmonar causado, em boa parte, pelos dois maços de cigarros que fumava por dia.



3. Inocêncio X Amante da cunhada!
Eleito no conclave de 1644, Inocêncio X manteve uma relação com Olímpia Maidalchini, viúva do seu irmão mais velho – facto que lhe rendeu o escárnio das cortes da Europa.

Inocêncio X não era, aliás, grande defensor do celibato. Olímpia exercia grande influência na Santa Sé e chegou a assinar decretos papais.

A dada altura, o Papa apaixonou-se por outra nobre, Cornélia, o que enfureceu Olímpia. Mesmo assim, foi a cunhada quem lhe valeu na hora da morte e quem assegurou o funcionamento do Vaticano quando Inocêncio estava moribundo.

Quando morreu, em 1655, Olímpia levou tudo o que pôde da Santa Sé para o seu palácio em Roma, com medo de que o novo Papa não a deixasse ficar com nada.



4. Leão X Morreu de sífilis!
Foi de maca para a própria coroação, por causa dos seus excessos sexuais. Depois de Júlio II ter morrido de sífilis, em 1513 chega a Papa Leão X, que gostava de organizar bailes, onde os convidados eram somente cardeais e onde jovens de ambos os sexos apareciam com a cara coberta e o corpo despido.

O Papa gostava de rapazes novos, às vezes vestia-se de mulher e adorava álcool.
“Quando foi eleito tinha dificuldade em sentar-se no trono, devido às graves úlceras anais de que sofria, após longos anos de sodomia”, escreve Frattini.

Estes e outros excessos levaram Lutero a afixar as suas 95 teses – que lhe garantiram a excomunhão em 1521. Leão X morreu com sífilis aos 46 anos.



5. Alexandre VI O Insaciável!
Gostava de orgias e obrigou um jovem de 15 anos a ter sexo com ele sete vezes no espaço de uma hora, até o rapaz morrer de cansaço. Teve vários filhos, que nomeou cardeais. Assim que chegou ao Papado, em 1431, trocou a amante por uma mais nova, Giulia. Ela tinha 15 anos, ele 58.

Foi Alexandre VI quem criou a célebre “Competição das Rameiras”. No concurso, o Papa oferecia um premio em moedas de ouro ao participante que conseguisse ter o maior número de relações sexuais com prostitutas numa só noite.

Depois de morrer, o Vaticano ordenou que o nome de Alexandre VI fosse banido da história da Igreja e os seus aposentos no Vaticano foram selados até meados do século XIX.



6. João XXIII Violou irmãs e 300 freiras!
Não aparece na lista oficial de Papas e acabou preso em 1415. O anti papa conseguia dinheiro a recomendar virgens de famílias abastadas a conventos importantes. Mas violava-as antes de irem.

Tinha um séquito de 200 mulheres, muitas delas freiras. Criou um imposto especial para as prostitutas de Bolonha. Tinha sexo com duas das suas irmãs.

Defendia-se, dizendo que não as penetrava na vagina e que por isso não cometia nenhum pecado. Foi julgado, acusado de 70 crimes de pirataria, assassinato, violação, sodomia e incesto.

Entre outros factos, o tribunal deu como provado que o Papa teve sexo com 300 freiras e violou três das suas irmãs. Foi deposto do cargo e preso. Voltou ao Vaticano, anos mais tarde, como cardeal.



7. Bento IX Sodomizava animais!
Chegou a Papa em 1032 com 11 anos. Bissexual, sodomizava animais e foi acusado de feitiçaria, satanismo e violações. Invocava espíritos malignos e sacrificava virgens. Tinha um harém e praticava sexo com a irmã de 15 anos.

Gostava, aliás, de a ver na cama com outros homens. “Gostava de a observar quando praticava sexo com até nove companheiros, enquanto abençoava a união”, escreve Eric Frattini.

Convidava nobres, soldados e vagabundos para orgias. Dante Alighieri considerou que o pontificado de Bento IX foi a época em que o papado atingiu o nível mais baixo de degradação.

Bento IX cansou-se de tanta missa e renunciou ao cargo para casar com uma prima – que o abandonaria mais tarde.




8. Clemente VI Comprou bordel!
Em 1342, com Clemente VI chega também à Igreja Joana de Nápoles, a sua amante favorita. O Papa comprou um “bordel respeitável” só para os membros da cúria – um negócio, segundo os documentos da época, feito “por bem de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Tornou-se proxeneta das prostitutas de Avinhão (a quem cobrava um imposto especial) e teve a ideia de conceder, duas vezes por semana, audiências exclusivamente a mulheres.

Recebia as amantes numa sala a poucos metros dos espaços em que os verdugos da Inquisição faziam o seu trabalho.

No seu funeral, em Avinhão, foi distribuído um panfleto em que o diabo em pessoa agradecia ao Papa Clemente VI porque, com o seu mau exemplo, “povoara o inferno de almas”.



9. Xisto III Violou freira e foi canonizado!
Obcecado por mulheres mais novas, foi acusado de violar uma freira numa visita a um convento próximo de Roma. Enquanto orava na capela, o Papa, eleito em 432, pediu assistência a duas noviças. Violou uma, mas a segunda escapou e denunciou-o.

Em tribunal, Xisto III defendeu-se, recordando a história bíblica da mulher que foi apanhada em adultério. Perante isso, os altos membros eclesiásticos reunidos para condenar o Papa- violador não se atreveram a “atirar a primeira pedra” e o assunto foi encerrado.

Xisto III foi, aliás, canonizado depois de morrer. Seguiu-se-lhe Leão I, que também gostava de mulheres mais novas e que mandou encarcerar uma rapariga de 14 anos num convento, depois de a engravidar. 



10. João XII Morto pelo marido da amante!
Nos conventos rezava-se para que morresse. João XII era bissexual e obrigava jovens a ter sexo à frente de toda a gente. Gozava ao ver cães e burros atacar jovens prostitutas.

Organizou um bordel e cometeu incesto com a meia-irmã de 14 anos. Raptava peregrinas no caminho para lugares sagrados e ordenou um bispo num estábulo. Quando um cardeal o recriminou, mandou-o castrar.

Um grupo de prelados italianos, alemães e franceses julgaram-no por sodomia com a própria mãe e por ter um pacto com o diabo para ser seu representante na Terra. Foi considerado culpado de incesto e adultério e deposto do cargo, em 964.

Foi assassinado – esfaqueado e à martelada – em pleno acto sexual pelo marido de uma das suas várias amantes.

Fonte: http://www.conspiracoes.com.br/artigos/a-vida-sexual-dos-papas-hummmm/

Fco Oliveira
Admin

Mensagens : 1354
Reputação : -1
Data de inscrição : 13/07/2009
Idade : 54
Localização : Catanduva São Paulo

http://gideoes-ccb.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Mensagem por Fco Oliveira em Sab Ago 17, 2013 3:39 pm

No livro "Os papas e o sexo" são contadas histórias de uma época de escândalos sexuais dentro da Igreja Católica.

Papas que praticavam defloração de garotas, pedofilia, zoofilia, fetiches, estupros, incestos, sadismo e assassinatos, passando por papas filhos de papas e papas filhos de padres. Alguns foram mortos por maridos das amantes em pleno sexo, outros foram depostos, julgados e banidos da história da igreja.

São mais de 300 páginas com centenas de histórias pouco santas sobre a vida sexual dos papas da Igreja Católica. O livro percorre ao longo dos séculos, a intimidade secreta de papas e anti papas.




366 - 384: Dâmaso I
Assassinou seus rivais ao Papado.
Promovia homens para o alto escalão da igreja, em troca dormia com as suas mulheres.
Foi julgado por adultério em 378 e perdoado de todas as acusações pelo Imperador o qual era seu aliado.
.
.
.


432 - 440: Sisto III
Obcecado por mulheres mais novas, foi acusado de violar uma freira numa visita a um convento próximo de Roma. Enquanto orava na capela, o Papa, eleito em 432, pediu assistência a duas noviças. Violou uma, mas a segunda escapou e denunciou-o.

Em tribunal, Sisto III defendeu-se, recordando a história bíblica da mulher que foi apanhada em adultério. Perante isso, os altos membros eclesiásticos reunidos para condenar o Papa-violador não se atreveram a “atirar a primeira pedra” e o assunto foi encerrado.
.

.

440 - 461: Leão I
Era convidado para as orgias do Imperador, mas sempre se defendeu, dizendo que ficava só para assistir. Mesmo assim, engravidou uma menina de 14 anos, que encarcerou e um convento para o resto da vida.
.


904 - 911: Sérgio III
Praticava ménage à trois com a sua própria mãe e sua filha. Gostava de sexo com meninas menores de idade. Quando tinha 45 anos, sua amante tinha apenas 15 anos de idade.
.
.
.


931 - 935: João XI
Cometeu incesto com a própria mãe. Violou durante quatro dias uma mãe e duas filhas ao mesmo tempo.



936 - 939: Leão VII
Morreu de ataque cardíaco enquanto fazia sexo.

.
955 - 964: João XII
Nos conventos rezava-se para que morresse. João XII obrigava jovens a ter sexo em público. Gozava ao ver cães e burros atacar jovens prostitutas. Organizou um bordel e cometeu incesto com a meia-irmã de 14 anos.

Raptava peregrinas à caminho de lugares sagrados e ordenou um bispo num estábulo. Quando um cardeal o recriminou, mandou-o castrar.

Um grupo de prelados italianos, alemães e franceses julgaram-no por sodomia com a própria mãe e por ter um pacto com o diabo para ser seu representante na Terra.

Foi considerado culpado de incesto e adultério e deposto do cargo, em 964. Foi esfaqueado e assassinado à marteladas em pleno ato sexual pelo marido de uma das suas várias amantes.
.
.

964: Bento V
Esteve no Governo da Igreja apenas 29 dias, por ter estuprado uma menina de 14 anos durante a confissão.
Depois de ser considerado culpado, fugiu e levou boa parte do tesouro papal consigo.

.

965 - 972: João XIII
Era servido por um batalhão de virgens. Deflorou a própria sobrinha.
Morreu como o seu pai, João XII, foi assassinado pelo marido de uma amante em pleno ato sexual.

.


1032 - 1044: Bento IX
Chegou ao papado em 1032 com 11 anos. Sodomizava animais e foi acusado de feitiçaria, satanismo e violações. Invocava espíritos malignos e sacrificava virgens.
Tinha um harém e transava com a irmã de 15 anos, a qual gostava de a ver praticando sexo com até nove homens , enquanto abençoava a união. Convidava nobres, soldados e vagabundos para orgias.

Dante Alighieri considerou que o pontificado de Bento IX foi a época em que o papado atingiu o nível mais baixo de degradação. Bento IX cansou-se de tanta missa e renunciou ao cargo para casar com uma prima, que o abandonaria mais tarde.
.
.
1088 - 1099: Urbano II
Criou uma lei que permitia aos padres terem amantes, desde que pagassem um imposto.

.


1130 - 1138: Anacleto II

Fato curioso ocorreu em 1130, quando o colégio de cardeais dividido elegeu dois papas. Anacleto II (1130 - 1138) e Inocêncio II (1130 - 1143).
Insatisfeitos, seguidores de Anacleto e Inocêncio trocaram acusações.

Fiéis à Anacleto acusaram Inocêncio de ter sangue judeu em suas veias enquanto os fiéis à Inocêncio acusaram Anacleto de ter o péssimo hábito de estuprar freiras, ser amante de uma prostituta, além de dormir com parentas e com a própria irmã com quem teve vários filhos.

Ambos os papas foram julgados e Roma preferiu afastar Inocêncio II.
Ser judeu era muito mais grave do que ser um pervertido sexual.
Após a morte de Anacleto II em 1138, Inocêncio reassumiu o papado até 1143.
.
.

1159 - 1181: Alexandre III
Fazia sexo com as fiéis em troca de perdões. Deixou 62 filhos.
Foi expulso do papado, mas a Igreja teve de lhe conceder uma pensão vitalícia, para poder sustentar todos os seus filhos.

.


1294 - 1303: Bonifácio VIII
Conquistou o Papado assassinando seu predecessor, Celestivo V.
Ateu, Bonifácio VIII foi julgado por heresia, estupro, sodomia e por comer carne durante a Quaresma.

.


1342 - 1352: Clemente VI
Clemente VI comprou um “bordel respeitável” só para os membros da alta sociedade, um negócio que segundo os documentos da época foi feito “por bem de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Tornou-se cafetão das prostitutas de Avinhão (cidade ao sul da França), a quem cobrava um imposto especial e teve a ideia de conceder, duas vezes por semana, audiências exclusivamente a essas mulheres. Recebia as amantes numa sala a poucos metros dos espaços em que os carrascos da Inquisição faziam o seu trabalho. No seu funeral, em Avinhão, foi distribuído um panfleto em que o diabo em pessoa agradecia ao Papa Clemente VI porque, com o seu mau exemplo, “povoara o inferno de almas”.
.
.

1410 - 1415: João XXIII
Não aparece na lista oficial de Papas e acabou preso em 1415. O antipapa conseguia dinheiro a recomendar virgens de famílias ricas a conventos importantes. Mas violava-as antes de irem. Tinha um grupo de 200 mulheres, muitas delas freiras.

Criou um imposto especial para as prostitutas de Bolonha. Praticava sexo com duas das suas irmãs. Defendia-se, dizendo que não as penetrava na vagina pois seria pecado. Foi julgado, acusado de 70 crimes de pirataria, assassinato, violação, sodomia e incesto.

Entre outros fatos, o tribunal deu como provado que o Papa teve sexo com 300 freiras e violou três das suas irmãs. Foi deposto do cargo e preso. Voltou ao Vaticano, anos mais tarde, como cardeal.
.
.

1417 - 1431: Martinho V
Encomendava contos eróticos, que gostava de ler no recolhimento do seu quarto.

.


1458 - 1464: Pio II
Escrevia literatura erótica. Era considerado pai de muitos filhos ilegítimos. Ele falava abertamente dos métodos que usava para seduzir mulheres. Ensinava jovens a praticarem perversões sexuais.



1464 - 1471: Paulo II
Morreu enquanto estava sendo sodomizado.

.

1471 - 1484: Sisto IV
Teve seis filhos ilegítimos, fazia sexo com a irmã e iniciou a Inquisição Espanhola.
.


1484 - 1492: Inocêncio VIII
Foi pai de 16 filhos de mulheres casadas. Ficou famoso também ao permitir touradas na Praça São Pedro.

.
.

1492 - 1503: Alexandre VI
Obrigou um jovem de 15 anos a ter sexo com ele sete vezes no espaço de uma hora, até o rapaz morrer de cansaço.
Teve vários filhos, que nomeou cardeais.

Assim que chegou ao Papado, em 1431, trocou a amante por uma mais nova, Giulia. Ela tinha 15 anos, ele 58. Alexandre VI criou uma competição onde oferecia um prêmio em moedas de ouro ao participante que conseguisse ter o maior número de relações sexuais com prostitutas numa só noite.

Depois de morrer, o Vaticano ordenou que o nome de Alexandre VI fosse banido da história da Igreja e os seus aposentos no Vaticano foram selados até meados do século XIX.
.
.

1513 - 1521: Leão X
Foi de maca para a própria coroação, por causa dos seus excessos sexuais.
Após Júlio II ter morrido de sífilis, em 1513 Leão X tornou-se Papa, gostava de dar banquetes e divertimentos acompanhados de orgias e bebedeiras.

A corte papal era servida ao jantar por 12 garotas nuas.
Quando foi eleito tinha dificuldade em sentar-se no trono, devido às graves lesões anais de que sofria, após longos anos de sodomia. Leão X morreu com sífilis aos 46 anos.
.
.


1534 - 1549: Paulo III
Envenenou a mãe e a irmã. Mantinha uma relação incestuosa com a própria filha, matou cardeais por causa de uma discussão teológica, foi o maior cafetão de Roma, com 45 mil prostitutas trabalhando para ele e pagando tributos.


1550 - 1555: Júlio III
Sodomizava garotos, mantinha relações com o próprio filho ilegítimo, escreveu para ele o poema “em louvor à sodomia”.

Fonte: http://bunkerdacultura.blogspot.com.br/2012/01/papas-da-antiguidade-e-suas-perversoes.html
.
.
.
.
.
.

Fco Oliveira
Admin

Mensagens : 1354
Reputação : -1
Data de inscrição : 13/07/2009
Idade : 54
Localização : Catanduva São Paulo

http://gideoes-ccb.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Mensagem por Fco Oliveira em Sab Ago 17, 2013 4:16 pm





Notícias » Notícias
Terça, 03 de abril de 2012
''É preciso rever a moral sexual'': palavra de bispo Geoffrev Robinson! Se ele tivesse conhecimento do lixo que é a ICAR sobre este assunto sexo, ficaria calado.



Geoffrey Robinson, bispo emérito de Sydney, fez essa declaração em Baltimore, nos Estados Unidos, durante um simpósio de homossexuais católicos.

A reportagem é de Maria Teresa Pontara Pederiva, publicada no sítio Vatican Insider, 30-03-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Que a Igreja é muitas vezes vista como uma agência que pretende ensinar as pessoas o que se deve ou não fazer, quase como um oásis de controle dentro de uma cultura secular de "liberdade", já se sabia há muito tempo.

Uma imagem enganosa que encerra em si uma série de preconceitos a serem desfeitos, mas em que ninguém talvez possa se declarar isento de responsabilidade.

Que o caminho que conduz à santidade não consiste em uma superação de um exame de boa conduta, mas sim um entrar cada vez mais em relação com Deus e a sua liberdade não é hoje uma concepção muito difundida, nem entre os católicos, que, de fato – pelo menos segundo os inúmeros estudos e pesquisas sobre o assunto – acabam, em matéria de moral, no entanto, decidindo de acordo com as suas ideias.

Na área da moral sexual, a diferença é ainda mais evidente: nos EUA, por exemplo, enquanto os bispos e alguns católicos invocam a liberdade religiosa para combater a reforma da saúde – que também amplia a cobertura para os anticoncepcionais – não há pesquisa que não indique o seu uso por mais de mais de 98% das mulheres, sem nenhuma distinção de confissão religiosa.

O recurso à liberdade de consciência e à responsabilidade pessoal é uma das aquisições conciliares mais utilizadas em matéria de pastoral familiar, e que diversos teólogos morais preferem se pronunciar com extrema cautela, dada a complexidade das questões de hoje, em que é cada vez mais difícil, senão impossível, traçar uma linha nítida de demarcação, também é conhecido, como muitas pequenas observações ditas em voz baixa por muitos, postas por escrito por poucos.

Mas que um bispo indique, sem muitos rodeios, como a doutrina moral da Igreja tem necessidade de uma bela revisão talvez poucos imaginariam, antes do dia 15 de março passado, quando, em Baltimore, Dom Robinson, bispo emérito de Sydney, declarou que é necessário "um novo estudo de tudo o que tem a ver com a esfera da sexualidade para melhorar o ensino da Igreja em matéria de relações tanto hetero quanto homossexuais".

Na verdade, "todo o ensino que disciplina todas as relações de tipo sexual deveria ser atualizado, porque o sexo é uma modalidade importante para expressar o amor entre duas pessoas". E, se a sociedade o banaliza, não é óbvio que a Igreja deve continuar aceitando acriticamente as antigas concepções da moral sexual que nos vêm da tradição.

Geoffrey Robinson fala com conhecimento de causa: australiano, nascido em 1937, títulos em filosofia, teologia e direito canônico em Roma, foi pároco e professor de direito canônico, juiz do tribunal eclesiástico para os matrimônios, além de ter trabalhado para escolas católicas e no diálogo ecumênico.

Em 1984, foi nomeado bispo auxiliar de Sydney e, em 2002, o Papa João Paulo II o chamou para fazer parte da comissão vaticana para o abusos por parte do clero. Tendo se aposentado por causa do limite de idade, voa frequentemente para os EUA para conferências e retiros em universidades e paróquias.

Em março deste ano, Dom Robinson visitou os EUA mais uma vez. Nos dias 15 e 16 de março, ele foi um dos oradores do VII Simpósio Nacional sobre Catolicismo e Homossexualidade – que ocorreu em Baltimore, Maryland, com a presença de mais de 400 pessoas, incluindo gays, lésbicas e transgêneros católicos –, um tema ao qual ele também dedicou estudos e energia no passado.

No mesmo simpósio, discursou o governador do Estado, Martin O'Malley, que havia assinado alguns dias antes a legalização do casamento gay, ao qual os opositores ameaçam um recurso ao referendo (mas as pesquisas indicam que a maioria ainda está a favor, ou até em crescimento).

Precisamente ao responder a questão sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, Robinson declarou que a doutrina da Igreja sobre o matrimônio é clara e imutável, mas que a abordagem das questões de moral sexual e a própria interpretação de algumas passagens da Escritura sobre a homossexualidade precisam de uma "profunda revisão".

Ele teria chegado a essa convicção – confessou – analisando justamente as causas sobre os abusos do clero na qualidade de presidente da Sociedade Australiana de Direito Canônico.

"Paradoxalmente, foi justamente o choque dos abusos que me convenceu sobre a importância fundamental do sexo na vida das pessoas, e não haverá nenhuma margem de mudança da doutrina da Igreja Católica sobre os atos homossexuais enquanto não houver uma mudança sobre os atos heterossexuais".

"Se o ponto de partida – como é hoje na moral oficial – é que todo ato sexual individual deve ser necessariamente tanto unitivo quanto procriativo, então nunca haverá qualquer possibilidade de aprovação do menor ato homossexual".

"Durante séculos, a Igreja ensinou que todo pecado sexual é pecado mortal. Hoje, isso já não é mais proclamado aos quatro ventos como antigamente. Porém, a doutrina nunca foi abolida e afetou muitas pessoas, favorecendo a crença em um Deus irascível que condena ao inferno por um único instante de prazer derivado de um desejo humano de ordem sexual".

"Uma vida moral – declarou – não é só fazer as coisas certas, mas também compromisso para chegar a identificar qual é a coisa certa a fazer".

Robinson continuou a sua turnê de palestras em todos os EUA. No dia 30 de março, ele esteve na Santa Clara University, na Califórnia, para, depois, voar até San Francisco no sábado e assim retornar para Sydney.

Não houve relatos de reações por parte de seus coirmãos norte-americanos, mas ele encontrou um notável apoio no editorial do jornal National Catholic Reporter publicado no dia 27 de março.

"Estamos em perfeita consonância com Dom Robinson para um reexame aprofundado e honesto do ensino da Igreja sobre a sexualidade". Se a posição é clara, assim também é a motivação: contribuir para fazer com que a Igreja não seja condenada à irrelevância no panorama cultural de hoje.

Acolher o convite de Robinson para abandonar a ideia do pecado sexual como um pecado contra Deus, para, ao contrário, considerar a moral sexual em termos de bem ou mal com relação às pessoas representaria um passo de grande liberdade.

Ao invés de ir em busca do bem ou do mal em atos objetivos individuais – é um ato é unitivo e aberto à procriação? – o desafio é se esforçar para olhar para as intenções e as circunstâncias.

"Os atos sexuais são agradáveis a Deus quando ajudam o crescimento das pessoas e melhoram as suas relações. Mas não são agradáveis quando causam ofensa às pessoas e pioram as suas relações".

O convite é o de não se concentrar na leitura literal da Bíblia para compreender o significado mais profundo nos termos da jornada espiritual do povo de Deus na história.

Robinson não é o primeiro a pedir uma revisão da moral católica, escreve o editorial, mas certamente a palavra de autoridade de um bispo irá se juntar ao coro, acrescentando uma nova dimensão.

Só com uma moral sexual clara e compreensível hoje seremos capazes de desafiar a mensagem martelante da cultura dominante na mídia: uma sexualidade egoísta que idolatra a satisfação pessoal, o sexo separado do amor e que coloca em primeiro lugar o "eu" ao invés do "você".

Não nos esqueçamos, escreve o NCR, que uma sexualidade cristã genuína, centrada nas exigências dos outros, responderia mais plenamente às expectativas mais profundas do coração humano e seria capaz de promover de forma mais eficaz a relação entre as pessoas.

Trata-se, no fim das contas, de assumir, sempre, a própria responsabilidade pessoal no dia a dia, que é, além disso, o primado conciliar da consciência.

Fco Oliveira
Admin

Mensagens : 1354
Reputação : -1
Data de inscrição : 13/07/2009
Idade : 54
Localização : Catanduva São Paulo

http://gideoes-ccb.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Mensagem por Fco Oliveira em Dom Ago 18, 2013 3:37 pm

Pro Ecclesia Catholica





Fco Oliveira
Admin

Mensagens : 1354
Reputação : -1
Data de inscrição : 13/07/2009
Idade : 54
Localização : Catanduva São Paulo

http://gideoes-ccb.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Set 04, 2013 6:18 pm



Papas praticavam pedofilia desde o Renascimento, diz livro.

Título original: Livro do sociólogo Claudio Rendina vasculha bastidores da Igreja Católica

por José Maria Mayrinka para Estadão

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/08/livro-mostra-que-papas-praticavam-pedofilia-desde-o-renascimento.html#ixzz2dxsnJa8O
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

Soberba, avareza, luxúria e pedofilia, os itens enumerados na capa de Os Pecados do Vaticano [Gryphus, 353 págs., R$ 49,90], são apenas uma amostra dos escândalos que Claudio Rendina, escritor, poeta e historiador descreve em 352 páginas, com lupa de pesquisador e experiência de vaticanista.

Lançada em 2009, a obra vendeu 30 mil exemplares em um mês. Não só pelo apelo do título e pelo conteúdo do índice — sete capítulos e apêndice —, mas também pela ficha bibliográfica do autor.

Rendina escreveu, anteriormente, outros livros na mesma linha, entre eles Cardeais e Cortesãs, História dos Segredos do Vaticano e A Vida Secreta dos Papas, sempre com muito sucesso.

É um autor que incomoda o Vaticano, mas não deixa de ser respeitado.
Com base em documentos e citações fidedignas, Rendina descreve tramoias financeiras, aventuras sexuais, crimes de homicídio e massacres institucionais praticados por autoridades da Igreja.

Os escândalos vêm desde os primeiros séculos, multiplicam-se na Idade Média e avançam até os tempos modernos.

No caso da pedofilia, por exemplo, que incrimina cardeais e papas da época do Renascimento, as denúncias chegam até os dias de hoje.

Ao tratar de assassinatos de pontífices no passado, o autor registra a suspeita de que João Paulo I teria sido envenenado em 1978 numa suposta queima de arquivo. O título do novo livro de Rendina soa um tanto panfletário - o conteúdo, porém, é sério.

Leia mais em
http://www.paulopes.com.br/2012/08/livro-mostra-que-papas-praticavam-pedofilia-desde-o-renascimento.html#ixzz2dxsL3kBq

Paulo Lopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

Fco Oliveira
Admin

Mensagens : 1354
Reputação : -1
Data de inscrição : 13/07/2009
Idade : 54
Localização : Catanduva São Paulo

http://gideoes-ccb.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A vida Sexual dos Santos Papas da Igreja Católica!

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 4:40 am


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum