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    O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

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    O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Abr 01, 2012 9:56 pm



    Verdades sobre o Talmud

    De Michael A. Hoffman II and Alan R.

    Nota: Usaremos o nome Deus por que é assim que está escrito no Talmud

    O Talmud é o livro mais sagrado do Judaísmo (na realidade uma coleção de livros).


    A supremacia do Talmud sobre a Bíblia no Estado Israelense pode também ser vista no caso dos hebreus
    etíopes negros. Etíopes são versados no Antigo Testamento. Porém, sua crença é tão antiga que pré-data
    os Escribas do Talmud, dos quais os etíopes não têm conhecimento. De acordo com o N.Y. Times de Set.
    29, 1992, p.4:

    "O problema é que a tradição etíope vai não mais que a Bíblia ou a Torah; o mais tardio Talmud e outros
    comentários que formam a base das modernas tradições nunca vieram o suficiente."
    Porque eles não são comerciantes na tradição Talmúdica, os negros etíopes são discriminados e foram
    proibidos pelos sionistas a dirigir casamentos, funerais e outros serviços no Estado Israelense.(isso é
    puramente racismo)

    O Talmud Anula as escrituras


    Os escribas judeus reclamam que o Talmud é parcialmente uma coleção de tradições que Moisés deu-lhes
    em forma oral. Essas não haviam ainda sido escritas antes do tempo de Yeshua.

    O Mashiach condenou as
    tradições do Mishnah (em breve Talmud) e aqueles que ensinavam-no (Escribas e Fariseus), porque o
    Talmud anula os ensinamentos da Santa Escrituras.

    Alguns Ensinamentos do Talmud Judaico


    Onde um Judeu Deveria Fazer o Mal
    Moed Kattan 17a: Se um Judeu é influenciado a fazer o mal, ele deveria ir a uma cidade onde ele não é
    conhecido e fazer o mal ali.

    Penalidade por Desobedecer os Rabinos


    Erubin 21b. Todo aquele que desobedece os rabinos merecem a morte e serão punidos sendo fervidos em
    excrementos quentes no inferno.

    Golpear um Judeu é o mesmo que golpear Deus
    Sanhedrin 58b. Se um bárbaro (gentio) golpeia um judeu, o gentio deve ser morto.
    Trapacear não-judeus é O.K.
    Sanhedrin 57a . Um judeu não precisa pagar a um gentio ("Cuthean") os salários devidos a ele pelo
    trabalho.

    Judeus têm Status Legal Superior
    Baba Kamma 37b. "Se um boi de um Judeu fere um boi de um cananita não há responsabilidade; mas se
    um boi de um cananita fere um boi de um Judeu; ai o pagamento deve ser total".
    Judeus Podem Roubar de Não-Judeus
    Baba Mezia 24a . Se um judeu encontra um objeto perdido por um gentio ("pagão") ele não precisa ser
    retornado. (Afirmado também no Baba Kamma 113b).

    Sanhedrin 76a. Deus não terá misericórdia de um judeu que "casar sua filha com um homem velho ou
    tomar uma pessoa para seu filho pequeno ou retornar um artigo perdido a um Cuthean..."

    Judeus Podem Roubar e Matar Não Judeus


    Sanhedrin 57a. Quando um Judeu mata um gentio ("Cuthean"), não haverá qualquer pena de morte. O que
    um judeu rouba de um gentio, ele pode guardar.
    Baba Kamma 37b. Os gentios estão fora da proteção da lei e Deus "expôs seu dinheiro a Israel."

    Judeus podem Enganar os Não Judeus


    Baba Kamma 113a. Judeus podem usar mentiras ("subterfúgios") para iludir um gentio.
    Crianças Não Judias são Sub-humanas
    Yebamoth 98a. Todas crianças gentias são animais.
    Abodah Zarah 36b. Meninas gentilicas estão em um estado de niddah (imundície) desde o nascimento.
    Abodah Zarah 22a-22b . Gentios preferem sexo com vacas.



    Insultos Contra Miriam (Maria)
    Sanhedrin 106a . Diz que a mãe de Yeshua foi uma prostituta: "Ela que foi a descendente de príncipes e
    governadores bancou a prostituta com carpinteiros".

    Também na nota de rodapé #2 do Shabbath 104b da
    edição Soncino, é declarado que no texto "não censurado" do Talmud está escrito que a mãe de Yeshua,"Miriam a cabeleireira" teve sexo com muitos homens.


    Contemplação com Mashiach Morrendo Jovem


    Uma passagem do Sanhedrin 106 contempla-se com a idade precoce que Yeshua morreu: "Tu escutaste
    como o velho Balaão (Yeshua) era? Ele respondeu: não está realmente expresso, mas posto que está escrito, homens sanguinários e enganadores não deverão viver nem metade de seus dias, segue-se que ele
    tinha trinta e três ou trinta e quatro anos".



    Yeshua no Talmud:
    Horríveis Blasfêmias Contra Yeshua
    Enquanto é a prática padrão de desinformação de apologistas do Talmud negar que ele contém quaisquer obscenas referências a Yeshua, certas organizações judaicas ortodoxas mais próximas admitem que o Talmud não somente menciona Yeshua, mas o deprecia (como um feiticeiro e um esquisito demente
    sexual).

    Essas organizações judaicas ortodoxas fazem essa admissão talvez fora da crença que a supremacia judaica seja tão bem estabelecida no mundo moderno que eles não precisam se preocupar com as reações adversas.

    Por exemplo, no website do grupo Hassídico Ortodoxo Judaico Lubavitch um dos maiores no mundo nós encontramos o seguinte enunciado, completo com citações talmúdicas: "O Talmud (edição Babilônica) registra outros pecados de Yeshua o Nazareno':

    1) Ele e seus discípulos praticaram feitiçaria e magia negra, lideraram judeus erradamente ao interior da idolatria, e foram patrocinados por poderes estrangeiros, gentios, para o propósito de subverter a adoração judaica (Sanhedrin 43a).

    2) Ele foi sexualmente imoral, adorava estátuas de pedra (um tijolo é mencionado), foi cortado fora do povo judeu por sua maldade, e recusou a arrepender-se (Sanhedrin 107b; Sotah 47a).

    3) Ele ensinou bruxaria no Egito e, para executar milagres, usou procedimentos que envolviam cortar sua carne, que é também explicitamente banido na Bíblia (Shabbos 104b). Fim da citação de:

    http://www.noahide.com/yeshu.htm (website Lubavitch) 20 de Junho de 2000.

    Vamos examinar mais adiante alguma dessas passagens anticristo do Talmud:
    Gittin 57a. Diz que Yeshua está no inferno, sendo fervido em "excrementos quentes".
    Sanhedrin 43a. Disse que"Yeshua" e na nota de rodapé #6 da Edição Soncino, (Yeshua "o Nazareno") foi
    executado porque ele praticou bruxaria: "É ensinado que na noite da Páscoa, Jesus foi pendurado, e
    quarenta dias antes disso a proclamação foi feita: Yeshua é para ser apedrejado até a morte porque ele
    praticou bruxaria e seduziu o povo para a idolatria...Ele foi um incitador do mal e tu não deverás ter
    piedade ou perdão".
    Kallah 51a."Os anciãos estavam uma vez sentados no portão quando dois jovens passaram por ele; um
    cobriu sua cabeça e o outro descobriu sua cabeça. Daquele que descobriu sua cabeça, o Rabi Eliezer
    advertiu que ele é um bastardo. Rabi Joshua advertiu que ele é o filho de uma niddah (uma criança
    concebida durante um período de menstruação de uma mulher). Rabi Akiba disse que ele é tanto um
    bastardo quanto um filho de uma niddah.
    "Eles disseram, 'O que induziu você a contradizer a opinião de seus colegas?' Ele respondeu, "Eu provarei
    isso a respeito dele". Ele moveu-se para a mãe do jovem e descobriu que ela estava no mercado vendendo
    feijões.
    "Ele disse a ela, 'Minha filha, se você responder a questão eu oferecerei a você, eu trarei a você o mundo
    vindouro.' (a vida eterna). Ela lhe disse, 'Jure para mim'.
    "Rabi Akiba, tomando o juramento com seus lábios mas anulando-o em seu coração, disse a ela, 'Qual é o
    status de seu filho?' Ela respondeu, 'Quando eu entrei no quarto nupcial eu estava niddah (menstruando) e
    meu marido afastou-se de mim; mas meu melhor homem teve intercurso comigo e esse filho nasceu de
    mim'. Conseqüentemente a criança era tanto um bastardo quanto filho de uma niddah.
    "Declarou-se, '..Bendito seja o Deus de Israel que revelou esse segredo ao Rabi Akiba..."
    Em acréscimo ao tema que Deus recompensa mentirosos espertos, a discussão precedente do Talmud é
    realmente sobre Yeshua (o filho bastardo que "descobriu sua cabeça" e foi concebido na sujeira da
    menstruação).



    A mãe adúltera do garoto nessa história do Talmud é a mãe de Yeshua Maria ( Miriam às
    vezes a cabelereira, no Talmud).
    "A Editio Princeps do completo Código da Lei Talmúdica, a Mishneh Torah de Maimonides ? cheia não
    somente com os mais ofensivos preceitos contra todos os gentios, mas também com ataques explícitos a
    Yeshua (depois de cujo nome o autor adiciona piedosamente, 'Pode o nome do mau perecer')... --Dr.
    Israel Shahak, Jewish History, Jewish Religion, p. 21.
    "O Talmud contém umas poucas referências explícitas a Yeshua...Essas referências são certamente não
    lisonjeiras...Parece haver pouca dúvida que a descrição da execução de Yeshua na noite da Páscoa referese
    a Yeshua...A passagem em que a punição no inferno de Yeshua é descrita, também parece referir-se a
    Yeshua. É uma parte da polêmica datando do periodo pós 70 CE..." --Hyam Maccoby, Judaism on Trial,
    pp. 26-27.
    "De acordo com o Talmud, Yeshua foi executado por uma corte rabínica própria por idolatria, incitar
    outros judeus à idolatria e desprezo à autoridade rabínica. Todas as fontes clássicas judaicas que
    mencionam essa execução são totalmente felizes em tomar a responsabilidade por isso; na descrição
    talmúdica os romanos não são mesmo mencionados.
    "As descrições mais populares que foram todavia tomadas com total seriedade tais como o notório Toldot
    Yeshua são até piores, porque em acréscimo aos crimes acima eles o acusam de bruxaria. O nome de
    'Yeshua' era para os judeus um símbolo de tudo que é abominável e sua tradição popular ainda persiste...
    "A forma hebraica do nome Yeshua era interpretada como um acrônimo para a praga, 'pode seu nome e
    memória serem apagados', que é usado como uma forma extrema de abuso. De fato, os judeus ortodoxos
    anti-sionistas (tais como Neturey Qarta) às vezes referem-se a Herzl como 'Herzl Yeshua' e eu descobri
    em escritos religiosos sionistas expressões tais como "Nasser Yeshua" e mais recentemente 'Arafat
    Yeshua." --Dr. Israel Shahak, Jewish History, Jewish Religion, pp. 97- 98, 118.
    Talmud Ataca:
    Rosh Hashanah 17a. Cristãos (minnim) e outros que rejeitam o Talmud irão para o inferno e serão
    punidos lá por todas as gerações.
    Sanhedrin 90a. Aqueles que lêem o B’hti hadashach ("livros não-canônicos") não terão porção no mundo
    vindouro.
    Shabbath 116a. Os judeus devem destruir os livros dos Nazarenos, p.e. o Novo Testamento.
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    Re: O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Abr 01, 2012 10:02 pm



    Dr. Israel Shahak da Hebrew University (Universidade Hebraica) relata que os israelenses queimaram
    centenas de bíblias do Novo Testamento na Palestina ocupada em 23 de março de 1980 (cf. Jewish
    History, Jewish Religion, p. 21).


    Ensinamentos Doentios e Insanos do Talmud
    Gittin 69a . Para curar sua carne um judeu deveria pegar a poeira que situa-se dentro da sombra de uma
    latrina, misturar com mel e comer.
    Shabbath 41a. A lei regulando a regra sobre como urinar é um santo caminho que é dado.
    Yebamoth 63a. Declara que Adão teve relação sexual com todos os animais no Jardim do Éden.

    Yebamoth 63a. Declara que a agricultura é mais rude das ocupações.

    Sanhedrin 55b. Um Judeu pode casar-se com uma garota de três anos (especificamente, três anos "e um

    dia")e fazer sexo com ela.


    Sanhedrin 54b. Um Judeu pode ter sexo com uma criança enquanto a criança tenha menos de nove anos
    de idade.
    Kethuboth 11b. "Quando um homem adulto fizer sexo com uma garotinha não há crime de pedofilia".
    Yebamoth 59b. Uma mulher que teve fizer sexo com um animal é adequada para se casar com um
    sacerdote Judeu. Uma mulher que tem sexo com um demônio é também adequada para se casar com um
    sacerdote Judeu.
    Abodah Zarah 17a. Declara que não há uma puta no mundo que o sábio talmúdico Rabi Eleazar não tenha
    mantido relações sexuais. Em uma de suas aventuras em puteiros, Rabi Eleazar descobriu que havia uma
    prostituta particular residindo em um puteiro perto do mar, que deveria receber uma bolsa de dinheiro
    pelos seus serviços. Ele pegou uma bolsa de dinheiro viajou até ela, cruzando sete rios para fazer isso.
    Durante seu intercurso, a prostituta peidou. Depois disso, a prostituta contou ao Rabi Eleazar: "Da mesma
    forma que esse gás nunca retornará ao meu ânus, Rabi Eleazar nunca chegará ao céu".
    Hagigah 27a. Declara que nenhum rabi pode mesmo ir para o inferno.
    Baba Mezia 59b. Um rabi debate com Deus e o derrota. Deus admite que o rabi venceu o debate.
    Gittin 70a. Os rabis ensinaram: "Chegando a uma latrina um homem não deveria ter intercurso sexual até
    que ele tenha esperado tempo suficiente para andar meia milha, porque o demônio da latrina está com ele
    por aquele momento; se ele fizer, seus filhos serão epiléticos".
    Gittin 69b. Para curar a ferida da pleura ("catarro") um Judeu deveria "pegar o excremento de um
    cachorro branco e misturá-lo com bálsamo, mas se ele puder possivelmente evitar isso, ele não deverá
    comer o excremento do cachorro conforme ele se desprenda dos membros."
    Pesahim 111a. É proibido para cachorros, mulheres ou palmeiras passarem entre dois homens, nem
    podem outros andarem entre cachorros, mulheres ou palmeiras. Perigos especiais são envolvidos se as
    mulheres estão menstruando ou sentando em um cruzamento.
    Menahoth 43b-44a. Um homem Judeu é obrigado a dizer a seguinte oração todo dia: Obrigado Deus por
    não me fazer um gentio, uma mulher ou um escravo.
    Rituais Farisaicos
    Erubin 21b. "Rabi Akiba disse-lhe: "Me dê um pouco d’água para lavar minhas mãos".
    "Não bastará para beber", o outro se queixou, "bastará para lavar suas mãos?"
    "O que eu posso fazer?' o anterior respondeu, "quando por negligenciar as palavras dos Rabis alguém
    merece a morte? É melhor que eu mesmo devesse morrer do que transgredir a opinião de meus colegas".
    [Esse é o ritual de lavagem de mãos condenado por Yeshua em Mateus 15, 1-9].
    Genocídio Defendido pelo Talmud
    Tratados Menores. Soferim 15, Regra 10. Esse é o dito do Rabi Simon ben Yohai: Tob shebe goyyim
    harog ("Mesmo os melhores dos gentios deveriam ser mortos").
    Israelenses anualmente tomam parte em uma peregrinação nacional à sepultura de Simon ben Yohai, para
    honrar esse rabi que defendeu o extermínio dos não-Judeus. (Jewish Press, 9 de Junho de 1989, p. 56B).
    O Prof. Ehud Sprinzak da Universidade de Jerusalém descreveu a filosofia de Kahane e Goldstein: "Eles
    acreditam que é vontade de Deus eles cometerem violência contra goyim, um termo judaico para não-
    Judeus." (NY Daily News, 26 de Fevereiro de 1994, p. 5).
    Rabi Yitzhak Ginsburg declarou, "Nós temos que reconhecer que o sangue judaico e o sangue de um goy
    não são a mesma coisa". (NY Times, 06 de Junho de 1989, p.5).
    Doutrina Talmúdica: Não-Judeus não são Humanos
    O Talmud define especificamente todos que não são Judeus como não-humanos; animais, e
    especificamente desumaniza os gentios como não sendo descendentes de Adão. Eis algumas das
    passagens do Talmud que relacionam-se com esse tópico.
    Kerithoth 6b: Uso de Óleo de Unção. "Nossos Rabis ensinaram: Aquele que derrama o óleo de unção
    sobre o gado ou vasilhames não é culpado; se sobre gentios (goyim) ou o morto, ele não é culpado. A lei
    relacionada ao gado e vasilhames está certa, porque está escrito: "Sob a carne do homem (Adão), não
    deverá ser derramado (Êxodo 30,32]); e o gado e vessels não são humanos (Adão).
    "Também com relação ao morto, [é plausível] que fique isento, posto que depois de morto alguém é
    chamado corpo e não um homem (Adão). Mas por quê alguém é isento no caso dos gentios (goyim); eles
    não estão na categoria de homem (Adão)? Não, está escrito: 'Vós, ovelhas minhas, ovelhas do meu pasto,
    sois homens" (Adão); [Ezequiel 34, 31]: Vós sois homens (Adão) mas gentios (goyim) não são homens
    (Adão)".
    Na passagem precedente, os rabis estão discutindo a porção da Lei Mosaica que proíbe aplicar o santo
    óleo aos homens.
    O Talmud declara que não é um pecado aplicar o santo óleo aos Gentios, porque Gentios não são seres
    humanos (não são de Adão).
    A lei mosaica do Antigo Testamento declara que tocar num corpo humano ou no túmulo de um homem
    transmite impureza àqueles que o tocam. Mas o Talmud ensina que se um Judeu toca no túmulo de um
    Gentio, o Judeu não é tornado impuro, posto que os Gentios não são homens (não de Adão).
    Ezequiel 34, 31 é alegada prova textual bíblica repetidamente citada nas três precedentes passagens do
    Talmud. Mas Ezequiel 34, 31 na realidade não sustenta a noção talmúdica que somente judeus são
    homens. O que esses racistas rabínicos e antigentios e ideólogos têm feito em afirmar as besteiras
    precedentes sobre Gentios é distorcer uma passagem do Antigo Testamento a fim de justificar sua inveja
    cega.
    Em Berakoth 58a o Talmud utiliza Ezequiel 23, 20 como prova do status sub-humano dos gentios.
    Também ensina que qualquer um (até um homem Judeu) que revele esse ensinamento talmúdico sobre
    não-Judeus merece a morte, visto que o revelando torna os Gentios irados e causa a repressão do
    judaísmo.
    A citação talmúdica desse versículo de Ezequiel como uma "prova textual" é enganosa, posto que a
    passagem não prova que os Gentios são animais. A passagem de Ezequiel diz somente que alguns
    egípcios tinham grandes órgãos genitais e emissões copiosas. Isso não prova de forma alguma ou mesmo
    dá a entender que os egípcios sendo referidos assim na Bíblia eram considerados animais. De novo, o
    Talmud falsificou a Bíblia por meio de interpretação distorcida.
    Outras passagens do Talmud que expõem Ezequiel 23, 20 nesse modo racista são: Arakin 19b, Berakoth
    25b, Niddah 45a, Shabbath 150a, Yebamoth 98a. Além disso, o texto original de Sanhedrin 37a aplica a
    aprovação de Deus somente para os salvadores de vidas Judaicas (cf. the Hesronot Ha-shas, Cracow,
    1894).
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    Re: O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Abr 01, 2012 10:06 pm



    Moses Maimonides: Defensor do Extermínio
    Nós examinaremos agora o comentarista pós-talmúdico Rambam (Moses Maimonides). Esse
    reverenciado "sábio" ensinava que os Cristãos deveriam ser exterminados. Ele tem a mais alta estatura no
    judaísmo:
    Maimonides, Mishnah Torah, (Moznaim Publishing Corporation, Brooklyn, New York, 1990, Chapter
    10, English Translation), p. 184: "Conseqüentemnete, se nós vemos um idólatra (gentio) sendo eliminado
    ou se afogando no rio, nós não deveríamos ajudá-lo. Se nós vemos que sua vida está em perigo, nós não
    deveríamos salvá-lo". O texto em Hebreu da edição Feldheim de 1981 do Mishnah Torah também declara
    isso.
    Imediatamente depois da advertência de Maimonides que é um dever para os Judeus não salvar um gentio
    perecendo ou se afogando, ele nos informar sobre o dever talmúdico dos Judeus dirigido aos Cristãos, e
    também dirigido aos Judeus que negam o Talmud. Maimonides, Mishnah Torah, (Chapter 10), p. 184:
    "É um mitzvah [dever religioso], porém, erradicar os traidores Judeus, minnim e apikorsim, e a induzi-los
    ao poço da destruição, posto que eles causam dificuldades aos Judeus e influenciam o povo a se afastar de
    Deus, como fez Yeshua de Nazaré e seus estudantes, e Tzadok, Baithos, e seus estudantes. Pode o nome
    do mau apodrecer."
    Maimonides ensinou em uma outra parte do Mishnah Torah que os gentios não são humanos: "Homens
    somente, e não vasilhames, podem contrair impurezas por porte. ...O corpo de um gentio, porém, não
    conduz impureza por abrigá-lo. ...um gentio não contrai impurezas; e se um gentio toca, carrega ou abriga
    um corpo, ele é como alguém que não o tocou.
    "E o que isso parece? É como uma besta que toca um corpo ou o abriga. E isso se aplica não à impureza
    do corpo somente, mas a quaisquer outros tipos de impureza: nem gentios nem gado são suscetíveis de
    qualquer impureza." (The Code of Maimonides, vol. 10, traduzido por Herbert Danby, Yale University
    Press, New Haven, 1954, pp. 8-9).
    Maimonides, Mishneh Torah, Hilchot Rotze'ach 2, 11: "Um Judeu que matou um gentio justo não é
    executado em uma corte da lei. Diz o Exôdo 21,14, 'No entanto, se alguém se levantar deliberadamente
    contra seu próximo para o matar à traição, tirá-lo-ás do meu altar, para que morra."
    A citação da Lista de Schindler
    O texto do Talmud (o Talmud Babilônico) do Sanhedrin 37a restringe a obrigação de salvar a vida para
    salvar somente vidas Judaicas.
    O livro sobre censura Hebraica, escrito pelos próprios Judeus (Hesronot Ha-shas), registra que alguns
    textos do Talmud usam a frase universalista:
    "Quem quer que destrua a vida de um único ser humano...é como se ele tivesse destruído um mundo
    inteiro; e quem quer que preserve a vida de um único ser humano...é como se tivesse preservado um
    mundo inteiro."
    Porém, o Hesronot Ha-shas aponta que essas não são as palavras autênticas do Talmud original.
    Em outras palavras, a precedente tradução universalista não é o texto autêntico do Talmud e, assim, por
    exemplo, essa versão universalista que Steven Spielberg em seu famoso filme, A Lista de Schindler
    atribuiu ao Talmud (e que se tornou o provérbio do filme nos pôsteres e em anúncios), é uma fraude e
    constitui propaganda tencionada a dar um disfarce humanístico ao Talmud, que é, em sua essência,
    literatura de ódio racista e chauvinista.
    No autêntico, original texto do Talmud, está expresso que "quem quer que preserve uma única alma de
    Israel, é como se tivesse preservado um mundo inteiro". O texto autêntico do Talmud encoraja somente a
    salvação de vidas Judaicas.
    Burla e Dissimulação Judaicas
    A resposta dos rabis ortodoxos à documentação que diz respeito ao racismo e ódio nesses textos sagrados
    é simplesmente para mentir ousadamente, no cumprimento do
    Baba Kamma 113a do Talmud, que declara que Judeus podem usar mentiras ("subterfúgios") para driblar
    um Gentio.
    O Simon Wiesenthal Center, um multi-milionário centro de propaganda rabínica despachou o Rabi Daniel
    Landes, em 1995, para negar que Talmud desumaniza não-Judeus. "Isso é absoluta sandice", disse ele.
    Sua prova? Sua palavra, é claro.
    Mentir sobre "iludir um Gentio" tem uma longa herança no Judaísmo. Tome por exemplo o debate em
    Paris, no século XIII, sobre o Talmud, entre Nicholas de Donin, um Judeu convertido ao Cristianismo, a
    quem Hyam Maccoby admite que tinha "um bom conhecimento do Talmud" ("The Jews on Trial", p. 26)
    e o Rabi Yehiel. Yehiel não estava sob ameaça de morte, ferimento corporal, aprisionamento ou multa.
    Mesmo assim, ele mentia audaciosamente durante o andamento do debate.
    Quando perguntado por Donin se havia ataques a Yeshua no Talmud, Yehiel negou haver qualquer coisa
    ali. Donin, um estudioso de Hebreu e Aramaico, sabia que isso era falso. Hyam Maccoby, um
    comentarista Judeu do século XX sobre o debate, defende as mentiras do Rabbi Yehiel dessa forma:
    "A questão pode ser perguntada, se Yehiel realmente acreditava que Yeshua não era mencionado no
    Talmud, ou se ele pôs isso diante de um truque engenhoso na situação desesperada em que se
    encontrava...Certamente teria sido perdoável ao rabi tentar alguma remissão de culpa em que ele não
    acreditava totalmente, para prevenir tais procedimentos tirânicos por uma cultura religiosa contra outra."
    (Maccoby, "The Jews on Trial", p. 28).
    Isso é como a negação Judaica da existência dos odiosos textos do Talmud é justificada hoje em dia. Uma
    palavra estranha para a mentira Judaica é invocada ("remissão de culpa") e considerada "perdoável",
    enquanto qualquer exame detalhado dos livros santos Judaicos pelos investigadores Cristãos é
    caracterizado como um "procedimento tirânico".
    Em 1994, Rabi Tzvi Marx, diretor de Educação Aplicada no Instituto Shalom Hartman em Jerusalém, fez
    uma extraordinária confissão concernindo como os rabis Judeus no passado publicaram dois conjuntos de
    textos: os textos autênticos Talmúdicos com que eles instruem sua própria juventude nas escolas de
    Talmud (yeshiviot) e versões "censuradas e emendadas" que eles disseminam aos ingênuos não-Judeus
    para consumo público.
    Rabi Marx declara que na versão dos ensinamentos de Maimonides publicada para consumo público,
    Maimonides é feito dizer que aquele que mate um ser humano transgride a lei.
    Mas, Rabi Marx aponta que "...isso somente reflete o texto publicado censurado e emendado, enquanto
    que os manuscritos originais têm somente como 'aquele que mata um Israelita". (Tikkun: A Bi-Monthly
    Jewish Critique Maio-Junho, 1994).
    O livro Judeu, Hesronot Ha-shas ("o qual está removido do Talmud"), é importante a esse respeito. (Cf.
    William Popper, The Censorship of Hebrew Books p. 59).
    Hesronot Ha-shas foi reimpresso em 1989 pela Edição Sinai de Tel-Aviv. Hesronot Ha-shas é valiosa
    porque ela lista tanto os textos orignais do Talmud que foram posteriormente mudados ou omitidos, e os
    textos falisificados citados para consumo dos Gentios como autênticos.
    O historiador William Popper delcara que: "Não foi sempre que longas passagens...foram
    censuradas...mas freqüentemente palavras únicas eram omitidas...Freqüentemente, nesses casos, um outro
    método de correção era usado em lugar da omissão--substituição". (Cf. William Popper, The Censorship
    of Hebrew Books pp. 58-59).
    Por exemplo, os tradutores da versão Soncino inglesa do Talmud às vezes invertem a palavra Hebraica
    goyim (Gentios) sob qualquer número de palavras disfarçadas tais como "pagão, Cuthean, Kushite,
    Egípcio, idólatra" etc. Mas essas são na verdade referências aos Gentios (todos não-Judeus). Notas de
    rodapé para certas passagens na tradução Soncino do Talmud declaram: "Cuthean (Samaritano) foi
    substituído aqui para o original goy..."
    Os herdeiros dos Fariseus freqüentemente negam a existência das passagens do Talmud citadas aqui, a
    fim de audaciosamente invocar que tais passagens são as "fabricações dos anti-Semitas".
    Em 1994, a Senhora de 80 anos de idade Jane Birdwood foi presa e processada em uma corte criminal em
    Londres, Inglaterra, pelo "crime" de publicar em seu panfleto, The Longest Hatred, o verdadeiro
    enunciado que o Talmud contém passagens anti-Gentio e anti-Cristãs. (Ela foi acusada de violar o Ato de
    Ordem Pública de 1986).
    No curso de seu julgamento Orweliano por crime de pensamento, que foi ignorado pela mídia dos EUA,
    um rabi foi chamado como uma testemunha de acusação. O rabi procedeu a negar de maneira direta que o
    Talmud contém passagens anti-Gentias e anti-Cristãs e na base do prestígio do rabi, essa mulher idosa e
    doente foi sentenciada a três meses de cadeia e multada no equivalente a $1,000.
    Não-Judeus são "Refugos Celestiais"
    Demais a mais, não somente Cristãos, mas não-Cristãos de todas as raças são reconhecidos como
    "refugos celestiais" (lixo) pelos professores do Talmud tais como o fundador do Habad-Lubavitch, Rabi
    Shneur Zalman.
    Isso foi analisado na revista Judaica, New Republic: "...há algumas ironias poderosas no novo
    universalismo messiânico de Habad, em sua missão aos gentios; e certamente o mais desagradável deles
    relaciona-se de qualquer forma a um franco e mesmo desdém racial de Habad ao goyim.
    "...teólogos Judeus medievais mais notavelmente o poeta e filósofo Judah Ha-Levi, na Espanha do século
    XII e o místico Judah Loewe na Praga do século XVI procuram definir a distinção Judaica racialmente de
    preferência a espiritualmente...essa...visão, de acordo com a qual há algo inato superior a respeito dos
    Judeus, foi reabilitada em sua mais extrema forma por Shneur Zalman de Lyady. O fundador do
    Hasidismo Lubavitch ensinava que há uma diferença de essência entre as almas dos Judeus e as almas dos
    gentios, que somente na alma Judaica pode residir uma centelha da vitalidade divina.
    "Quanto aos goyim...a posição de Zalman (era que): 'Almas gentias são de uma ordem completamente
    diferente e inferior. Elas são totalmente más, sem qualquer redenção'.
    "Conseqüentemente, referências aos gentios nos ensinamentos do Rabi Shneur Zalman são
    invariavelmente preconceituosos. Sua (não-Judeus) abundância material deriva de refugo celestial.
    Realmente, eles mesmos derivam de refugo, o que explica o porquê deles serem mais numerosos que os
    Judeus, como os resíduos de debulha são em maior número que as sementes...Todos os Judeus eram bons
    por natureza, todos os gentios maus por natureza.
    "...Demais a mais, essa caracterização dos gentios como sendo inerentemente maus, como sendo
    espiritualmente assim como biologicamente inferiores aos Judeus, não foi de nenhuma forma revisado no
    último escrito de Habad." --The New Republic, 4 de Maio de 1992. Além disso cf. Roman A.
    Foxbrunner, Habad: The Hasidism of Shneur Zalman of Lyady (Northvale, New Jersey, Jason Aronson,
    Inc., 1993) pp. 108-109.
    Governo dos EUA Estende os Fundamentos das Cortes Talmúdicas
    Os governos, dos Presidentes Reagan, Bush e Clinton, proviram, sob o eufemismo de educação (por
    exemplo, a Resolução Conjunta da Casa 173 e a Lei Pública 102-14), um fundamento para o
    estabelecimento de "cortes de justiça" Talmúdicas a serem administradas pelos discípulos do sucessor
    Chabad de Shneur Zalman, Rabi Menachem Mendel Schneerson.
    Maimonides decidiu que esta seja uma corte Judaica ? ou uma corte apontada pela autoridade Judaica que
    force a obediência e permita julgamento sobre os Gentios, assim como promulgar legislação pela ordem
    da corte para aquele propósito.
    Maimonides posteriormente decretou que qualquer nação não-Judaica que "não se sujeite a nossa
    jurisdição" (tahaht yadeinu) será alvo de guerra santa Judaica. (Cf. Hilkhot Melakhim 8:9-10; 10:11.
    Além disso cf. Gerald J. Blidstein, "Holy War in Maimonidean Law," in Perspectives on Maimonides
    [Oxford, England: Oxford Univ. Press, 1991].
    Essas cortes estão para ser congregadas alegadamente sob as "Leis de Noé" (proscrições contra a idolatria
    supostamente baseadas no pacto com Noé). Os presidentes e o Congresso dos EUA encorajaram a adoção
    das Leis de "Noé" como interpretadas pelo Chabad-Lubavitch Grande Rabi Schneerson.
    Prof. Easterly da Centro de Direito da Universidade do Sul, um expert legal Judeu, comparou essa lei
    Pública 102-14 aos "primeiros raios do amanhecer" que "evidenciam o surgimento de um sol ainda não
    visto."
    A Encyclopedia Judaica encara um regime de Noé como uma possível ordem mundial imediatamente
    precedente ao reino universal do Talmud.
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    Re: O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Abr 01, 2012 10:12 pm



    Há que ser entendido que nós não estamos lidando com o Noé da Bíblia quando a religião do Judaísmo se
    refere a "lei de Noé", mas a lei de Noé conforme entendida e interpretada pelo sistema absoluto de
    falsificação que constitui o Talmud.
    Além do mais, todos os não-Judeus teriam o status legal de ger toshav ("residente estrangeiro," cf. Alan
    Unterman, Dictionary of Jewish Lore and Legend [London: Thames and Hudson, 1991], p. 148), mesmo
    em sua própria terra; como por exemplo na Palestina ocupada onde Khazares mais recentemente
    chegaram da Rússia tiveram um direito automático à habitação e cidadania, enquanto dois milhões de
    refugiados Palestinos que fugiram ou foram expulsos pelos Israelenses, são proibidos em retornarem.
    O status de residente estrangeiro foi claramente delienado nos artigos dos estudiosos nas principais
    publicações Judaicas. Por exemplo, o Professor Mordechai Nisan da Universidade Hebraica, baseando
    sua exposição em Maimonides, declarou que um não-Judeu permitido a residir em uma terra dominada
    pela lei Judaica "deve aceitar pagar um imposto e sofrer a humilhação da servidão."
    Se Gentios se recusam a viver uma vida de inferioridade, então isso sinaliza sua rebelião e a necessidade
    inevitável de guerra Judaica contra sua completa presença. [Cf. Mordechai Nisan, Kivunim (publicação
    oficial da Organização Mundial Sionista), Agosto de 1984, pp. 151-156].
    Em um simpósio ("A Autonomia para Estrangeiros Residentes é Possível?") organizada pelo Ministro da
    Educação Israelense Shulamit Aloni, o Rabi Chefe de Israel Shlomo Goren repetiu o ensinamento
    Talmúdico sobre estrangeiros residentes: que o Judaísmo proíbe "garantir quaisquer direitos nacionais" a
    eles. Ele decidiu que tal "Autonomia é equivalente a uma negação da religião Judaica." (Nadav Shraggai,
    Ha'aretz, 14 de Outubro de 1992).
    Subvenções dos contribuintes norte-americanos ao assim-chamado "Museu do Holocausto dos EUA" em
    Washington, D.C., é ainda um outro indicador do gradual estabelecimento de uma religião de estado
    Judaica nos EUA. Esse "museu do Holocausto" exclui qualquer referência aos holocaustos perpretados
    pelos Comunistas Judeus contra os Cristãos na Rússia e Leste Europeu, de 1917 em diante.
    O foco do museu é quase inteiramente sobre o sofrimento Judeu. Holocaustos perpretados pelos
    Israelenses contra Árabes no Líbano e Palestina desde 1948 não estão em parte alguma a serem
    encontrados nas exposições do "Museu do Holocausto" dos EUA que funciona mais como uma sinagoga
    do que repositório de informação histórica objetiva.
    É através de emergência rápida desse ostensivamente secular, mas totalmente penetrante
    "Holocaustianismo" através do que a religião do Judaísmo está ganhando enorme poder e influência
    como supremo etos da humanidade de o credo do Povo Santo de Deus.
    Superstições Judaicas
    Não é por nada que a edição autorizada do Talmud é conhecida como Talmud Babilônico. Como os
    Cristãos iludidos pelos seus pregadores e papas Judaizantes estão cada vez mais consultando fontes
    rabínicas Judaicas para um entendimento "puro" do Antigo Testamento, eles estão inconscientemente
    consultando as ciências ocultas.
    Judaísmo é a religião dos Fariseus e o patrimônio da Babilônica, de onde as tradições Talmúdica e
    Kabbalísticas do Judaísmo derivam no final das contas. O outro livro sagrado do Judaísmo Ortodoxo, a
    Kabbalah, é preenchido com ensinamentos astrológicos, descoberta da sorte, gematria, necromancia e
    demonologia.
    Além do mais, a "Estrela de David" Israelense, é na verdade nada disso, mas particularmente um
    hexagrama oculto, um yantra da andrógino, que se tornou associado aos Khazares na Boêmia do século
    XIV. (O mal denominado "estado de Israel" foi fundado em 1948 em uma aliança entre Comunistas
    Judeus e Sionistas ateístas, com crucial reconhecimento da ONU fornecido pelo ditador Comunista
    Joseph Stalin).
    Rabis ortodoxos estabelecem maldições, lançam feitiços e imaginam que têm poderes maiores do que
    YHVH, derivados de seu estudo do Sefer Yezriah, (um livro de mágica Kabbalística).
    Muitos estão comerciando com o paganismo Babilônico quando eles cedem aos rabis do Judaísmo ou dos
    Judaismosss.
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    Re: O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Abr 01, 2012 10:54 pm

    Hebreu Israelita 1 de Abril de 2012 18:47

    O Talmud é o livro mais sagrado do Judaísmo (na realidade uma coleção de livros).
    Os escribas judeus reclamam que o Talmud é parcialmente uma coleção de
    tradições que Moisés deu-lhes em forma oral.

    Essas não haviam ainda sido
    escritas antes do tempo de Yeshua. O Mashiach condenou as tradições do
    Mishnah (em breve Talmud) e aqueles que ensinavam-no (Escribas e
    Fariseus), porque o Talmud anula os ensinamentos da Santa Escrituras.

    Nota: Usaremos o nome Deus por que é assim que está escrito no Talmud
    http://oshebreus.com/arquivo/Talmude%20corrigido%20revisado.pdf

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    Re: O Que Diz o Tamud Hebraico Sobre o Falso Messias Yeshua/Jesus!

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