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    As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

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    As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Fev 12, 2012 2:52 pm



    Jesus
                 Cristo Nunca se quer Existiu! Não existe um escritor da época Dele que o descreve ou que fale dos seus feitos.


    Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que, desde o Século II de nossa era, tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença.

    Infelizmente, para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, porquanto, a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em
                 prová-la.


                 Desse modo, a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis. Nem mesmo os Evangelhos constituem documento irretorquível. As bibliotecas e museus guardam escritos e
                 documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus, os quais não fazem qualquer referência ao mesmo.

    Por outro lado, a ciência histórica tem-se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar-lhe a existência física. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus; todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira.

            Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus
                 tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que tiveram coragem ousaram contestar os seus pontos de vista, os seus dogmas.
                 

            Por tudo isso é que o Papa Pio XII, em 955, falando para um Congresso Internacional de
                 História em Roma, disse:
    Para os cristãos, o problema da existência de Jesus Cristo concerne à fé, e não à história.

            Emílio Bossi, em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates, que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e
                 racional, ao passo que Jesus ter-se-ia apenas preocupado com o sobrenatural.

    Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio tê-lo-ia sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.
                 

            Sócrates, que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais teve sua existência posta em dúvida. Jesus Cristo, que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter
                 deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores não lhe fizeram qualquer alusão.
                 

            Além disso, sabemos que, desde o Século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino. Estavam, assim, os
                 homens divididos em duas posições: a dos que, afirmando a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, perseguiam e matavam impiedosamente aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.
                 

            O imenso poder do Vaticano tornou a libertação do homem da tutela religiosa difícil e lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do
                 cristianismo.

    Surgiram também alguns escritos elucidativos, que por sorte haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua
                 vida, direitos e obrigações.
                 

            A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a
                 religião. Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis.
                 

                 Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença.

    Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela
                 Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo.

                 Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina
                 tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.

            É de se supor que, após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos povos que já viviam na Ásia
                 Menor.

    Após haverem passado por longo período de cativeiro no Egito, e, posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não estranhamos que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo as bases das crenças dos povos com os quais conviveram.

    Sendo um dos povos mais atrasados de então, e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seria sempre com a gente inculta, primária e humilde. 

    Assim é que, em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto e vulgar.
     
               

    Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que cotituíram a nata, o escol do seu meio social, nas horas vagas, iriam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas, do que resultaria mais tarde encompridarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, o livro do saber, do conhecimento, da aprendizagem.

    Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se ao
                 comércio.

            A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabucodonosor, e intensificou-se com o decorrer do tempo, e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio
                 cristianismo, a partir do século IV. Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios.
                 
    Deve-se a este fato ter sido o judeu o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto. Destarte, chegando a Roma e a Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de
                 tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceu o cristianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se
                 mostrou capaz a mente humana.
                 

                 O judeu da diáspora conseguiu o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o cristianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios
                 imperiais. Crestus, o Messias dos essênios, pelo qual parece terem optado os judeus para a criação do cristianismo, daria origem ao nome de Cristo, cristão e cristianismo.

    Os essênios haviam-se estabelecido numa instituição comunal, em que os bens pessoais eram repartidos igualmente para todos e as necessidades de cada um tornavam-se responsabilidade de todos.

            Tal ideal de vida conquistaria, como realmente aconteceu, ao escravo, a plebe, enfim, a gente humilde. Daí, a expansão do cristianismo que, nada tendo de concreto, positivo e provável, assumiu as
                 proporções de que todos temos conhecimento. Não tendo ficado restrita à classe inculta e pobre, como seria de se pensar, começou a ganhar adeptos entre os aristocratas e bem nascidos.
                 

                 De tudo o que dissemos, depreende-se que o cristianismo foi uma religião criada pelos judeus, antes de tudo como meio de sobrevivência e enriquecimento. Tudo foi feito e organizado de modo a que o homem
                 se tornasse um instrumento dócil e fácil de manejar, pelas mãos hábeis daqueles aos quais aproveita a religião como fonte de rendimentos.

                 Métodos modernos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica, o uso dos isótopos radioativos e radiocarbônicos, denunciaram a má fé daqueles que implantaram o cristianismo, falsificando escritos e documentos na vã tentativa de provar o que lhe era proveitoso. Por meios escusos tais como os citados, a Igreja tornou-se a potência financeira em que hoje se constitui.
                 
    Finalmente, desde o momento em que surgiu a religião, com ela veio o sacerdote que é uma constante em todos os cultos, ainda que recebam nomes diversos. A figura do sacerdote encarregado do culto divino tem tido sempre a preocupação primordial de atemorizar o espírito dos povos, apresentando-lhes um Deus
                 onipotente, onipresente e, sobretudo, vingativo, que a uns premia com o paraíso e a outros castiga com o inferno de fogo eterno, conforme sejam boas ou más suas ações.

                 No cristianismo, encontraremos sempre o sacerdote afirmando ter o homem uma alma imortal, a qual responderá após a morte do corpo, diante de Deus, pelas ações praticadas em vida. Como se tudo não
                 bastasse, o paraíso, o purgatório dos católicos e o inferno, há ainda que considerar a admissão do pecado original, segundo o qual todos os homens ao nascer, trazem-no consigo.

                 Ora, ninguém jamais foi consultado a respeito de seu desejo ou não de nascer. Assim sendo, como atribuir culpa de qualquer natureza a quem não teve a oportunidade de manifestar vontade própria. Quanta injustiça!
                 Condenar inocentes por antecipação. O próprio Deus e o próprio Cristo revoltar-se-iam por certo ante tão injusta legislação, se os próprios existissem.

    Quem quiser continuar lendo o livro, entre no endereço citado:


    http://www.umanovaera.com/Fraudes_Religiosas/jesus_cristo_nunca_existiu.htm


    Última edição por Gideão da CCB Livre em Qui Ago 08, 2013 10:00 am, editado 6 vez(es)
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    Re: As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

    Mensagem por Edilson em Seg Fev 13, 2012 8:18 am

    INCRÍVEL COMO TUAS FONTES SÃO TOTALMENTE DE SATANISTAS...
    ...OU VOCÊ TAMBÉM NÃO ACREDITA QUE SATANÁS EXISTE?

    Edilson

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    Re: As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

    Mensagem por Fco Oliveira em Seg Fev 13, 2012 10:10 am

    O seu julgamento é precipitado e não procede, pois duvido que você tenha lido todo o Livro citado no endereço acima; é um "Livro Histórico" meu caro, eu quero ver você refutar ou ter bagagem para dizer que ele é mentira, pois existe as datas, os personagens e tudo que se possa dizer: um trabalho confiavel! Não é como a sua torah, talmud ou bíblia que não existe os personagens, todos são fantoxes criados por seus compatriotas judeus.
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    Re: As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

    Mensagem por Marlon Mendel em Qui Ago 09, 2012 1:43 pm

    Já ouvir muitas pessoas disserem a respeito do nome Yeshua que é "o bode salva", que o prefixo "YE" significa bode e que dicionário hebraico-caldeu encontra esse termo. Mas enfim, já procurei e revirei a net inteira atrás desse suposto dicionário e não encontrei, algum ai pode me mostrar onde posso encontrar esse dicionário? Pelo menos pra falar que tá na cabeça de fulano de tal.

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    Re: As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qui Ago 09, 2012 4:18 pm

    Meu caro irmão a paz esteja contigo e em sua casa, Sim, este dicionário existe, embora tenha sido retirado de
    circulação na nação judaica, mas ele ainda existe nas mãos de muitos
    colecionadores.


    Última edição por Gideão da CCB Livre em Ter Ago 21, 2012 2:23 pm, editado 1 vez(es)
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    Trabalho Confiavel

    Mensagem por Família Trajano em Ter Ago 21, 2012 11:45 am

    Concordo plenamente quando foi citado que seu trabalho foi precipitado e não tem nenhum embasamento profundo. Em primeiro lugar sua fonte já se equivocou afirmando que Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro sabemos muito bem que nessa data não foi, então se já errou nessa informação tão simplista ainda mais nas demais.

    Ignoro seu conteúdo



    @Gideão da CCB Livre escreveu:O seu julgamento é precipitado e não procede, pois duvido que você tenha lido todo o Livro citado no endereço acima; é um "Livro Histórico" meu caro, eu quero ver você refutar ou ter bagagem para dizer que ele é mentira, pois existe as datas, os personagens e tudo que se possa dizer: um trabalho confiavel! Não é como a sua torah, talmud ou bíblia que não existe os personagens, todos são fantoxes criados por seus compatriotas judeus.

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    Re: As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

    Mensagem por Fco Oliveira em Ter Ago 21, 2012 2:50 pm

    Nobres irmãos a paz esteja convosco, caro ir. Família Trajano sejas bem vindo ao fórum e suas ideias também. Só vamos deixar uma coisa bem clara aqui neste debate: o Cristo que está sendo adorado pelo o mundo cristão e judaico, é o Messias Solar da ERA de peixe e não o Ungido prometido no tanach judeu!

    Tudo que foi e está sendo discutido e debatido aqui neste fórum e nos demais Sites religioso, falam e pregam o Messias Solar da ERA de peixe, que nasceu no dia 25 de Dezembro do ano 4.002 ou melhor dizendo: foi inventado pelo o Sistema Denominacional Religioso Maçom nesta data!

    O homem Nazareno, de quem o Sistema pegou a sua História, que se chama Yeshua Ben Yoshef (Yeshua Filho de José), nasceu realmente em uma data diferente da que está sendo cultuada no mundo cristão, o Natal; provavelmente Ele tenha nascido no mês de Setembro a Outubro e nunca em Dezembro.

    Mas este cara chamado Yeshua, nunca foi e jamais será o Ungido prometido nos profetas, por que? Ele não cumpriu nenhuma das 456 profecias escrita para a vinda do Ungido; então o mundo não conhece e nem conheceu o tal Cristo tão esperado pelo os judeus/hebreus.

    Segundo os relatos Históricos sobre este tal Messias chamado Yeshua, ele era um revolucionário segundo alguns pesquisadores e doido segundo o evangelho de Mateus. Por que?

    A missão do Messias era trazer o Reino de Deus aos homens (embora Yeshua tenha falado várias vezes que o tal Reino já tinha chegado); o único problema é onde o tal Reino está? Em que País ou Galáxia este suposto Reino existe? Ninguém sabe e nem conhece.

    Sobre as minhas fontes terem sido posta em dúvida pelo o nobre irmão Família Trajano, eu o parabenizo pela a sua boa observância, embora o nobre irmão desconheça os fatos que as evidências provam, que, não Existe Verdade nenhuma sobre este tal Messias adorado pelo o mundo.

    Se formos validarmos o conteúdo da bíblia, o Cristo de vocês não era pra está sendo cultuado, louvado e adorado como se ver em todos os movimentos denominacionais; não, o homem foi criado por Deus para adorar Unicamente a Deus e não ao homem mortal.

    O que vemos e testificamos hoje, é que, a humanidade deixou de servir ao Criador e passaram a servir e adorar à criatura mais do que o Criador! Estão pregando mais o Diabo do que até o próprio Deus, vocês querem mais o que? Nada, nenhuma verdade pode libertar vocês deste veneno chamado Religião.
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    Fco Oliveira
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    Re: As Mentiras da Bíblia: Jesus o Cristo Nunca Existiu!

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