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    Arquiologia Bíblica!

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    Arquiologia Bíblica!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qui Dez 15, 2011 6:57 pm







    As pragas do Egito; se o tal Moisés, David e seu Gigante Golias, o Rei mais sábio do Mundo Salomão, os pais da fé Abraão, Isaaque e Jacó nunca existiram, tudo são personagens criado por este povo judeu.

    Histórias plagiadas/copiadas das outras nações pagãs, que receberam nomes hebraicos, estas pragas também nunca existiram na face da terra. O livro fala claro, com pontos de interrogação, que cabe a nós interpretar de quem ele está falando!

    Os judeus dizem que são eles, os acadianos dizem que são eles e muitos outros povos dizem o mesmo e ai, quem foram realmente este povo? A Ciencia da Arquiologia nunca vai provar isto. Porque?

    Por que é apenas invenções humanas, Deus jamais castigaria uma nação, por causa do pecado inesxitente de seu Rei, se Deus nunca falou com o Favaraó, como é que Deus poderia cobrar dele fidelidade? Jamais! Esta Estória dos judeus, desqualifica a justiça divina de que Deus é justiça e amor!


    Alguns céticos duvidam da Bíblia simplesmente porque não encontram
    monumentos que descrevam todos os seus acontecimentos. Eles fazem isso
    com a história das dez pragas do Egito. Por não acharem ali nada que
    confirme a história do Êxodo, julgam que ela jamais aconteceu.

    Ora, por que os egípcios iriam registrar para o mundo o vexame que
    passaram com a saída dos hebreus? É claro que eles ficariam calados a
    respeito disso. Contudo, outros povos, fora da Bíblia, testemunharam a
    ocorrência das pragas que Deus enviou através do profeta Moisés e mesmo
    dentre a correspondência particular de alguns egípcios é possível
    encontrar pistas do que aconteceu ali naquela época.

    Vamos ver primeiro o que escreveu Deodoro Siculo, historiador grego do I século a.C., cujo testemunho dura até hoje:

    “Nos tempos antigos houve uma grande praga no Egito e muitos a
    atribuíram ao fato de Deus estar ofendido com eles por causa dos
    estrangeiros que estavam em seu país... Os egípcios concluíram que, a
    menos que os estrangeiros fossem mandados embora de seu país, eles
    jamais se livrariam de suas misérias.

    Sobre isto, conforme nos
    informaram alguns escritores, os mais eminentes e estimados daqueles
    estrangeiros que estavam no Egito foram obrigados a deixar o país ...
    [Portanto] eles se retiraram para a província que agora se chama Judéia.


    Ela não fica longe do Egito e estava desabitada na ocasião. Aqueles
    emigrantes foram pois conduzidos por Moisés, que era superior a todos em
    sabedoria e poder. Ele lhes deu leis e ordenou que não fizessem imagens
    de deuses, pois só há um Deus no Céu que está sobre tudo e é Senhor de
    tudo.”

    Temos ainda o diário de um egípcio chamado Ipuwer que foi encontrado no
    Egito em 1820 e levado para o museu da Universidade de Leiden, na
    Holanda, onde permanece até hoje. Lá, o escritor antigo lamenta o estado
    do Egito e diz numa carta endereçada a faraó:

    “Os estrangeiros
    (hebreus?) vieram para o Egito ... [Eles] têm crescido e estão por toda a
    parte [lit. ‘em todos os lugares, eles se tornaram gente’]... o Nilo se
    tornou em sangue ... [As casas] e as plantações estão em chamas ... A
    casa real perdeu todos os seus escravos ... Os mortos estão sendo
    sepultados pelo rio ... Os pobres (escravos hebreus?) estão se tornando
    os donos de tudo ... Os filhos dos nobres estão morrendo
    inesperadamente... O [nosso] ouro está no pescoço [dos escravos?] ... O
    povo do oásis está indo embora e levando as provisões para o seu
    festival [religioso?].”

    Essas palavras são muito parecidas com as pragas descritas em Êxodo
    7:14-24, especialmente a primeira e a última. A referência aos escravos
    que agora se vão e ainda levam consigo algumas riquezas parece ecoar o
    testemunho bíblico de que os hebreus foram “e pediram aos egípcios
    objetos de prata e de ouro ... De modo que estes lhes davam o que
    pediam. E despojaram os egípcios” (Êxodo 12:35-36).

    Mais uma vez a História confirma a Palavra de Deus.

    Rodrigo Silva é professor de Novo Testamento no Centro Universitário Adventista e especialista em Arqueologia.
    Poderá também gostar de:
    Cidades fascinantes e perigosas
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    Fonte http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/2006/10/as-pragas-do-egito.html
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    Fco Oliveira
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