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A Maior Descoberta Arqueológica do Momento!

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A Maior Descoberta Arqueológica do Momento!

Mensagem por Fco Oliveira em Qui Ago 18, 2011 1:07 pm




A “maior descoberta da história da arqueologia” pode revelar principais segredos do Cristianismo


fONTE: http://www.anoticiagospel.com.br/2011/03/a-%E2%80%9Cmaior-descoberta-da-historia-da-arqueologia%E2%80%9D-pode-revelar-principais-segredos-do-cristianismo/

On 03.31.11, In Notícias, by Odair

Livros feitos de metal parecem ser dos
primórdios do cristianismo e estão em posse de beduíno israelense. O
governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo
suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história
cristã, tendo sobrevivido quase 2 mil anos em uma caverna do país do
Oriente Médio. As [...]


                   



Livros feitos de metal parecem ser dos primórdios do cristianismo e estão em posse de beduíno israelense.

O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que,
segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da
história cristã, tendo sobrevivido quase 2 mil anos em uma caverna do
país do Oriente Médio.



As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz
novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e
sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.



O conjunto de cerca de 70 livros – cada um com entre 5 e 15 “folhas”
de chumbo presas por aros de chumbo – foi aparentemente descoberto em um
vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.

Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.



Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro
parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do
cristianismo.

Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.



O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los
contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família
possui há cem anos.

O governo jordaniano disse que fará “todos os esforços, em todos os níveis” para repatriar as relíquias.

Valor histórico

O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad, diz
que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas
décadas seguintes a sua crucificação.

“Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do Mar
Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)”,
disse Saad.



“Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de
autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que
estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a
mais importante da história da arqueologia.”

Ante alegações tão fortes, quais são as provas?

As “folhas” dos livros – a maioria delas do tamanho de um cartão de
crédito – contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em
código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de
judaicas, são de grande significado.



Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que
estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada
em levar os livros a um museu na Jordânia.

Elkington alega que os livros podem ser “a maior descoberta da história cristã”.

“É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja.”

O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados,
pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da “chegada
do messias”.

Na “capa” de um dos livros “vemos o menorá de sete ramificações, o que
os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais
sagrado do templo, na presença de Deus”, explica Elkington. “Assim,
temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus.”



Para Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento
da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da
origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de
Jerusalém.

“Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a
tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da
cidade.



Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase
certamente se referem a Jerusalém”, diz Davies, que afirma ter ficado
“estupefato” com as imagens, “claramente cristãs”.

A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no
formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam
para crucificações.



“É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade”, diz Davies.

Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento,
ressalta que o local onde acredita-se que as relíquias tenham sido
encontradas denota sua origem cristã – e não puramente judaica.

“Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em
Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e
foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados.”

Ela acrescenta que outra prova da “proveniência cristã” é que as
relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos.



“Os cristãos
eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e
guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do
cristianismo.”

O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados.

Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos
de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado
da imagem do menorá, diz: “Devo andar honradamente”, frase que também
aparece no Livro das Revelações.

Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.



Testes Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do
mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica
que eles não foram feitos recentemente.

A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa
ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até
as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.

A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de
maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de
origem e em seus primórdios.



Fonte: BBC Brasil


Última edição por Gideão da CCB Livre em Qui Mar 20, 2014 10:04 pm, editado 1 vez(es)

Fco Oliveira
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Re: A Maior Descoberta Arqueológica do Momento!

Mensagem por Fco Oliveira em Qui Ago 18, 2011 1:39 pm


AS MENTIRAS DA BÍBLIA: YESHUA/JESUS NUNCA FOI CRUCIFICADO!










Destruindo a mitologia da redenção, Crucificação de
Cristo , Ressurreição no terceiro dia; tudo isto nunca aconteceu com
nenhum ser humano e sim com o Astro Sol, estes nomes: Yeshua, Jesus,
Yehoshua, Yahushua, Yaohushua, Yaheshua, Mitra, Horus, Tammuz etc,
todos são personagens deste Messias Solar.

TODOS ESTES ESCRITOS PODEM SER VERDADEIROS, MAS NÃO FALA DE NENHUM SER HUMANO MORTO NA CRUZ E SIM DO DEUS SOL INVICTO!
Por Karls Eduardo. Bacharel em teologia e Missionario islamico da organização da arabia saudita Edialogue.

" E tu tem nos salvado por teu sangue eterno derramando" [Texto na parede de um Templo Mitraico em Roma]

Escrevi o primeiro texto sobre este assunto a quase 8 anos atrás hoje
vem a segunda parte tentando trazer novos elementos já que neste
últimos anos este assunto apareceu em vários locais.

Vivemos diante de inúmeras mentiras da gangue ocidental, todo dia
aparece várias falsas notícias plantadas , estas mentiras são uma
tradição da cultura ocidental que produziu por exemplo o nazismo um
movimento cem porcento midiático e de propaganda.

Porém, essas são minusculas perto da maior mentira já contada: o cristianismo romano.
Vamos ver como esta falsa religião inventada em Roma é sustentada há
séculos por meios de comunicação, programas, filmes e burgueses
ocidentais que têm mantido por milênios este culto pagão ao Deus sol
como também no passado mantiveram o culto a outros Redentores pagãos
para controlar as massas.

Nenhum Jesus histórico jamais foi crucifixado.
A cruz é um primitivo simbolo pagão relacionado a crenças pagãs
astrológicas sendo encontrada em praticamente todas as religiões pagãs
anteriores ao cristianismo romano.

Em Roma, se anexou o mito da cruz com o Mestre da justiça dos nazarenos
criando um duplo absurdo: o de um mito histórico jamais comprovado e o
de um Mestre blasfemado como um Deus sol pagão.

Confira os Estudos abaixo:
1- Roma não "crucificava" ninguém
2- Como surgiu o mito religioso do Deus sol invictus.
3- As várias cruzes encontradas no paganismo anterior ao cristianismo.
4- Alguns redentores cruxificados
5- O Redentor pagão sempre esta no meio de outros dois.
6- Como e porque foi criado o termo pagão "Jesus"
7- Cristianismo romano é o própio mitrianismo com um novo nome.
8- As infantis refutações do cristianismo Romano.
9- Conclusão




O Deus salvador Osiris segurando duas cruzes

==1- Roma não "crucificava" ninguém==
No mito da crucificação foi se além e ensinaram falsamente que Roma
"crucifixava" pessoas como pena de morte, o que é falso. Roma tinha pena
de morte que era de pregar pessoas em estacas e depois deixar o corpo
aberto ou preso à árvores ou a madeiras, exibindo o morto ou semimorto;
a forma em cruz, é mito histórico para justificar crenças
pagãs astrológicas.

Assume o Teólogo Cristão Gunnar Samuelsson da universidade de Gothenburg :

"O problema é que as descrições de crucificações são
notavelmente ausentes na literatura antiga. As fontes de onde você
esperaria encontrar suporte para um entendimento estabilizado do evento
realmente não dizem nada."


==2- Como surgiu o mito religioso do Deus sol invictus.==
No início os astros: estrelas, pedras, animais e plantas, eram adorados
como Deuses, destes o Sol era o mais cultuado por trazer luz, calor,
colheitas e etc.

Quando chega dia 22 de dezembro temos o solstício de Inverno (no
hemisfério norte), simbolizando a morte do sol. O sol, tendo-se movido
continuamente para o sul durante 6 meses, faz com que atinja o seu
ponto mais baixo no céu. Então, o Sol deixa, aparentemente de se
movimentar para o sul, durante 3 dias.

Nestes três dias, o Sol mora nas redondezas da Constelação do Cruzeiro
do Sul. Depois deste período, em 25 de Dezembro, o Sol move-se 1 grau,
desta vez para o norte, perspectivando dias maiores, calor e a
Primavera. E assim se diz: que o Sol morreu na Cruz (cruzeiro) e
ressussitou 3 dias depois.

Como renasce nesta data (3 dias após 22 de Dezembro, que dá 25 Dezembro), no dia 25 de Dezembro, comemora-se o
nascimento do sol no mundo, sendo que sua cruxificação comemora-se
perto do festival pagão da pascoa, que é quando o sol vence a escuridão
nos céus.

Os antigos então, criaram personagens (nomes de pessoas que nunca
existiram) para associá-los com a história do Sol nos céus, tendo eles
mesmos os atributos do sol: crucificação, 12 discípulos (seguidores ou
constelações ou feitos) e ressurreição terceiro dia depois.

Estes eram chamados de Deus Sol, em Roma Sol invictus, alguns exemplos:
Horus, Mitrhas, Osíris, Rá, Tammus, Baccus, Dionysius, Hércules, O
Santo (da Chinna), Quetzalcóatl e por último Jesus o blasfemado de
roma. Repare que na história de Hércules, ele faz "12 trabalhos" porque
Hércules é o Deus sol que roda pelas 12 constelações.

==3- As várias cruzes encontradas no paganismo anterior ao cristianismo. ==


==4- Alguns redentores cruxificados==


==5- O Redentor pagão sempre esta no meio de outros dois.==


==6- Como e porque foi criado o termo pagão "Jesus" ==
O termo Jesus só surgiu no século XV para XVI, porque antes não havia a
letra J no alfabeto latino, antes da criação do J, Jesus usava-se o
termo Iesus com I. Porém, o termo Iesus foi criado em Roma no século IV,
para mascarar a identidade histórica de Yehushua e transformá-lo num
Deus sol redentor.

A falsa versão oficial ocidental romana, diz que o termo Jesus é de
origem hebraica, porém trata-se de mais uma mentira a qual você pode
anotar em seu caderninho. O nome Iesus foi criado a partir de parte do
nome original (Yehushua) com
o sufixo US em latim que esta presente no nome de todos os Deuses solares, compare:

Jesus, Tammus, Zeus, Dionnisius, Baccus, Horus, Deus, e muitos outros.

==7- Cristianismo Romano é o própio mitrianismo com um novo nome.==
Todos os ritos do cristianismo romano vem do paganismo astrológico, em
especial do mitrianismo que era o sol invictus oficial antes do sol
invictus cristão no século IV. O mitrianismo foi uma seita heretica do zoroastrismo e foi levada a Roma por soldados do império.

Era uma religião de clero, onde o cargo máximo era chamado curiosamente
em latim de Papa. Mitra é um Deus que existe a quase 5.000 anos, porém
sua forma final como um Deus sol, surgiu dentre
os anos 300 a.C a 200 a.C.

Mitra significa em persa "contrato" porque ninguém é salvo senão por
intermédio de Mitra. Os templos mitraicos eram chamado Mithraeum e o
Mithraeum principal de Roma, a sede "mundial" do mitrianismo ficava
exatamente onde hoje é o Vaticano.

Mitra por ser um Deus sol, é nascido em 25 de dezembro e teve 12
discípulos que são as 12 casas do zodiaco. Antes de sua morte, se você é
cristão ou judaizante messianico, não se surpreenda; mais Mitra fez
uma ultima seia com seus 12 discípulos e nela pediu que fosse comido o
pão que era seu corpo e se bebesse o vinho que era seu sangue;

Isto era a chamada seia mitraica muito famosa em Roma e mais tarde
plagiada pelo cristianismo romano e judaismo messianico, esta seia é
apenas uma representação do Sol no céu e as 12 constelações.

Os seguidores do mitrianismo se reuniam principalmente em cavernas em Roma,
longe da perseguição, este ato deu origem ao mito de que cristãos
viviam em cavernas em Roma. E a verdade é que, o cristianismo romano e o
judaismo messianico, estão roubando a historia do mitrianismo pagão
para poderem depois roubar petróleo.

Agora compare :

==8-As infantis refutações do cristianismo Romano.==
Nas refutações do cristianismo romano, nem vale muito gastar-nos o
nosso tempo com isto. Para manter seu culto pagão ao sol, eles tentam
frustradamente colocar Jesus como vindo antes de horus, krisnah ou
Mithra; num complexo absurdo histórico alterando 1000 anos de história,
seria como dizer que o Brasil veio antes de portugual.

Outra tática frustrada é negar que
Horus tenha sido crucificado por exemplo, sendo que o crucificado é o
sol; Horus, Mitrha, Yeshua hebraico e Jesus Cristo romano, e outros são
representações do sol, portanto todos aparecem crucificados em muitos
de seus contos.

=9- Conclusão==
" E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol;
E rasgou-se ao meio o véu do templo. E, clamando Yeshua/Jesus com
grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo
dito isto, expirou." Lucas 23-46.


O sol escurece quando Yeshua/Jesus morre porque Yeshua/Jesus é o Deus
sol invictus e mais do que um mito, Yeshua/Jesus é Mithra, que é o
mesmo Horus, que é o mesmo Tammus; com um novo nome e roupagem como se
fazia com inúmeros Redentores pagãos do passado.

O
mesmo Deus trocava de nome de país para país, como Marduk que era Assus
na Assiria e Zeus na Grécia. Esta guerra atual do Islam, é contra este
mito pagão, é uma guerra de religiões, onde o Islam está ganhando e
vai prevalecer contra a mitologia pagã ocidental, assassina de
muçulmanos.
__________________
Fonte: http://myciw.org/index.php
Karls Eduardo: O Missionario do Islam.
Com algumas modificações pelo o Gideão da CCB.

Fco Oliveira
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