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    As Mentiras do Alcorão Islâmico: Allah é o Deus-Lua Adorado Pelos Antigos povos Pagãos!

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    As Mentiras do Alcorão Islâmico: Allah é o Deus-Lua Adorado Pelos Antigos povos Pagãos!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qua Ago 17, 2011 6:10 pm



    SEGUNDO O ISLAM, ALLAH É DEUS EM ÁRABIS, SÓ QUE A HISTÓRIA PROVA O CONTRÁRIO: ALLAH É O DEUS-LUA ADORADO PELOS ANTIGOS POVOS PAGÃOS!


    A maior mentira do Islamismo, a qual sustenta toda a falsidade sobre a
    qual se suporta, assegura que o nascedouro da revelação dada a Maomé é o
    Deus da Bíblia adorado por cristãos e judeus. De fato, Allá foi o nome
    pagão do deus-lua a quem foram erigidos templos no Oriente Médio.

    Quando Maomé nasceu, a estátua de Allá estava com outras 300 no santuário
    pagão de Kabah. Perpetuando a mentira, o Islamismo chamou-se de "uma das
    três grandes religiões monoteístas". De fato, isto é simplesmente uma
    refinada idolatria.

    O "profeta" meramente aboliu a adoração aos outros deuses e elevou ou exaltou o Deus-Lua, também conhecido como "o senhor de Kabah" ao status de "único Deus verdadeiro". Para receber os não-muçulmanos, os Muçulmanos recuaram e disseram que o Deus que adoravam (Allá) tem seu nome escrito na Bíblia em árabe, chamando assim a atenção para este fato.

    Mas enquanto o nome "Allá" significa "Deus" como nome próprio, ele
    não tem nenhuma relação com o nome do Deus de Israel, o único que chama
    a si mesmo de YHWH. Escritos de um antigo muçulmano, agora um
    cristão diz:

    "o espírito que chama a si mesmo de "Allá" é um espírito pleno
    de mentira, que aceitou sobre si o velho nome árabe de Deus, usando-o
    sobre sua face como uma máscara e dizendo ser Deus. Allá no Islamismo é
    um espírito imundo de Satanás que controla os fiéis com grande poder
    através deste disfarce até os dias atuais".




    O VERDADEIRO ISLAMISMO RESPEITA OS DIREITOS HUMANOS, SERÁ? SE MATA UMA MULHER COM UMA CRIANÇA NOS BRAÇOS POR CAUSA DE HONRA MAXISTA, ONDE FICOU OS DIREITOS HUMANOS? TUDO MENTIRA, O ISLAMISMO NÃO RESPEITAM OS DIREITOS HUMANOS DE NINGUÉM!

    O Islamismo tem sido descrito como uma forma de imperialismo cultural que
    elevou a religião e a cultura do século sétimo na Arábia ao status de
    lei sagrada. Os Muçulmanos buscavam impor os valores árabes do sétimo
    século - políticos, familiares, morais, linguagem e regime alimentar -
    sobre os seguidores de outras religiões.

    Nenhuma das nações do mundo
    árabe é uma verdadeira democracia. De Damasco a Bagdá, os modernos
    ditadores são o equivalente dos tiranos árabes do sétimo século. Maomé
    viveu numa sociedade a qual não conhecia os conceitos de liberdade
    individual.

    Como resultado disso, a lei islâmica nega os direitos
    básicos e liberdade de religião, expressão, assembleia e de imprensa.
    Punições cruéis são impostas aos criminosos ainda hoje - incluindo
    amputações e arrancar os olhos - tem retornado ao século 20 em Teerã e
    Khartoum.

    As mulheres são forçadas a usarem o véu, não podem dirigir, e
    em alguns países são proibidas de sair de casa sem permissão por escrito
    de seus maridos - sob pena de banimento e severas punições físicas ou
    até a morte. Em alguns casos documentados chamados de "mortes pela
    honra", mulheres cujas ações supostamente desonravam a família muçulmana
    são mortas brutalmente por seus maridos.

    Os muçulmanos citam
    entusiasmados textos do Alcorão e outros textos islâmicos para
    justificar estas atrocidades. Diante destes fatos, ficam provado que os Muçulmanos não respeitam os direitos humanos de ninguém! Assim sendo, tudo o que ensinam o alcorão do profeta Maomé, é mentiras.



    O VERDADEIRO ISLAMISMO É TOLERANTE, SERÁ? SE MATA UMA MULHER COM UMA CRIANÇA NOS BRAÇOS POR CAUSA DE HONRA MAXISTA, ONDE FICOU O AMOR E A TOLERANÇA? TUDO MENTIRA, O ISLAMISMO NÃO É TOLERANTE!

    O
    significado do Islamismo é ser a "revelação final de Deus", dada a
    Maomé porque ambos, judeus e cristãos distorceram a fé. Por esta razão,
    judeus e cristãos - diferentemente dos pagãos árabes - foram permitidos
    viver sob o Islamismo como desencaminhados, mas como minorias toleradas.


    De volta, eles foram, e ainda são, proscritos como uma segunda classe
    às quais impõe-se uma opressão maior e submissão a numerosas
    restrições, tornando-se pública sua segregação. O Islaminsmo divide o
    mundo em dois tipos de território: o Reino do Islamismo (Dar-al-Islam) e
    o Reino da Guerra (Dar-al-Harb).

    Seu maior objetivo é transformar o
    Reino da Guerra em reino do Islã. Localizados como estão numa área
    outrora controlada pelo Islam, o estado Judeu no Oriente Médio é
    considerado pelos Muçulmanos como um insulto a Allá e ao Islamismo.

    Seu
    ódio por Israel e pelos judeus está bem documentado, como estão os atos
    no Alcorão, que inspira os terroristas a executarem atos contra esse
    inimigo local e contra os de fora. As minorias judaicas que restaram nos
    países Muçulmanos vivem uma frequente e incerta existência, assim como
    as minorias cristãs.

    Ao sul do Sudão, mais de 100.000 refugiados
    cristãos escaparam do terror islâmico do norte. No Irã, protestantes tem
    sido presos, torturados e até mesmo executados. No Egito e no Líbano,
    as comunidades cristãs estão também sob ameaça.

    O VERDADEIRO ISLAMISMO É FUNDAMENTALISTA

    O
    fundamentalismo não é uma obra de perversão do Islamismo. Assim como
    existem cristãos nominais, judeus seculares, também há Muçulmanos
    nominais e aqueles que guardavam os ensinamentos do Alcorão. Todos
    estes últimos são Muçulmanos devotos completa e verdadeiramente
    fundamentalistas.

    Tem sido alegado que muitos Muçulmanos são mais
    amantes da paz do que muitos americanos. Esta pronta declaração ignora o
    fato que os Muçulmanos são de uma época compassiva em um meio saturado
    de ensinos anti-judaico e cristão.

    O Alcorão não é um livro que promove a
    paz, e aqueles que vivem seus ensinos são limitados por ele e são muito
    influenciados. "O ódio com o qual nós doutrinamos as mentes de nossas
    crianças desde seu nascimento é sagrado". Escreveu uma vez o ministro
    do Exterior da Síria.

    A espada foi a ferramenta original para a expansão
    do Islamismo, e as sanções do Al-corão são usadas para "persuadir" os
    convertidos. Os seguidores de Maomé são até hoje incitados a crer que a
    agonia e morte pelo islamismo conduzirá o mártir rapidamente ao
    paraíso.

    A violência islâmica não está restrita a Beirute ou Argélia.
    Grupos nos EUA tem enviado dinheiro e recrutado grupos terroristas para
    o Oriente Médio, e os Muçulmanos ingleses organizaram em 1994 a forte
    Conferência 8.000 - a qual apoiou um clamor mundial por um Estado
    Islâmico e pela destruição de Israel.



    JERUSALÉM ERA SAGRADA PARA MAOMÉ

    Por trás da campanha dos árabes e palestinos pelo controle sobre Jerusalém,
    o falso Islamismo diz que a cidade é santa, um clamor baseado na lenda
    que Maomé cavalgou seu cavalo alado da "Sagrada Mesquita" na Arábia até
    "a mais distante mesquita" na rota aos céus.

    Muitos anos depois, os Muçulmanos começaram a identificar Jerusalém - nome que não aparece sequer no Alcorão - como "a mais distante mesquita". Os Muçulmanos dizem
    que a mesquita de Al Aqsa em Jerusalém marca o lugar onde Abraão
    sacrificou seu filho (de acordo com eles, Ismael).

    Desde que o Alcorão convenientemente islamizou os profetas judeus - assim como Jesus - os muçulmanos se apropriaram de Jerusalém como sua cidade. Maomé,
    incidentalmente nunca visitou Jerusalém durante toda a sua vida e os
    mestres do islamismo diferem de opinião por séculos sobre a posição de
    Jerusalém como sua terceira cidade santa em sua religião.

    A localização do "lugar Islâmico" acima da colina onde o Templo dos judeus estava é
    uma lembrança completa do significado político e espiritual do campo de
    batalha que Jerusalém representa. O Islamismo diz que Jerusalém
    sustenta as manipulações políticas do PLO, a qual exige que, no mínimo
    metade da cidade seja capital do Estado Palestino - a despeito de sua
    condição como o eterno Israel, capital indivisível. Seu futuro a ser
    negociado, tem se tornado a chave para o resultado da eleição de Israel.

    Fonte: http://realidade.org/forum/index.php?topic=625.0
    Com algumas variações feita pelo Gideão da CCB.


    Última edição por Fco Oliveira em Seg Out 26, 2015 12:31 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: As Mentiras do Alcorão Islâmico: Allah é o Deus-Lua Adorado Pelos Antigos povos Pagãos!

    Mensagem por Fco Oliveira em Dom Nov 09, 2014 2:41 pm


    Capítulo 21 - MICELÂNEA!


    Fonte:  http://www.palavraprudente.com.br/estudos/variosautores/micelanea/cap21.html


    ALÁ E O DEUS DA BÍBLIA.


    O Islamismo reivindica que Alá é o mesmo Deus revelado na Bíblia. Isso logicamente implica, num sentido positivo, que o conceito de Deus assentado publicamente no Alcorão corresponde em todos os pontos ao conceito de Deus encontrado na Bíblia.
    Isso também implica, num sentido negativo, que, se a Bíblia e o Alcorão possuem pontos de vistas diferentes acerca de Deus, portanto, a reivindicação do Islamismo é falsa.

    Essa questão só pode ser resolvida por meio de uma comparação entre os dois documentos em questão. Não deveria ser resolvida tomando por base uma inclinação religiosa de um dos lados, mas sim por meio de uma amostra de leituras de textos de ambos os livros.

    OS ATRIBUTOS DE DEUS

    O Orientalista Samuel Zwemer notou, em 1905:
    A maior parte das pessoas simplesmente assume que o Deus da Bíblia e o Deus do Alcorão são um e o mesmo Deus, considerados apenas sob nomes diferentes. Porém, assim como Zwemer perguntou: Isso está certo?

    Quando comparamos os atributos de Deus, como se encontram na Bíblia, aos atributos de Alá, encontrados no Alcorão, fica mais do que óbvio de que os dois não são o mesmo Deus.

    Desde que o Islamismo ascendeu como uma religião, há registros históricos notórios de que estudiosos Cristãos e Muçulmanos têm debatido sobre quem tem a verdadeira visão de Deus.

    A visão Bíblica acerca de Deus não pode ser igualada à que se tem de Alá, mais do que Alá pode ser igualado ao Deus da Bíblia.

    O arcabouço histórico referente à origem e ao significado do Árabe "Alá" revela que Alá não pode ser o Deus dos Patriarcas Bíblicos, os Judeus, ou Cristãos.

    Alá é meramente uma reformada e uma magnificada divindade pagã Árabe da lua.

    Dr. Samuel Schlorff mencionou em seu artigo sobre as diferenças essenciais sobre o Alá do Alcorão e o Deus da Bíblia:
    Vemos algumas diferenças históricas retomadas diversas vezes acerca do Deus da Bíblia e o Alá do Alcorão. Esses pontos de conflito são famosos em trabalhos de estudiosos a mais de mil anos.
    Esses pontos de conflito são reconhecidos por todos os trabalhos exemplares sobre o assunto. Portanto, daremos apenas uma breve visão das questões envolvidas.

    CONHECIDO VERSUS DESCONHECIDO

    Segundo a Bíblia, Deus pode ser conhecido. Jesus Cristo veio a esse mundo para que conheçamos a Deus:

    "E a vida eterna é esta: Que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviastes" (João 17: 3).

    No Islamismo, porém, Alá é desconhecido. É tão transcendente, tão exaltado, que nenhum homem pode sequer conhecer Alá pessoalmente.

    Enquanto, segundo a Bíblia, o homem pode chegar a um relacionamento pessoal com Deus, o Alá do Alcorão é tão distante, tão longínquo, tão abstrato, que ninguém pode conhecê-lo.

    PESSOAL VERSUS IMPESSOAL

    Fala-se do Deus da Bíblia como um Ser pessoal com intelecto, emoção e vontade.

    Isso se contrasta ao Alá do Alcorão, que não é entendido como uma pessoa. Isso o abaixaria ao nível de um homem.

    ESPIRITUAL VERSUS NÃO ESPIRITUAL

    Para o Islamismo, a ideia de que Alá é uma pessoa ou um espírito é blasfêmia, porque isso rebaixaria o Exaltado.

    Porém, o conceito de que "Deus é Espírito" é um dos pilares da natureza Bíblica de Deus, ensinada pelo próprio Jesus Cristo, em João 4: 24.



    TRINITARIANO VERSUS UNITARIANO

    O Deus da Bíblia é um Deus em Três pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Essa Trindade não são três deuses, mas um Deus.

    Quando nos atemos ao Alcorão, verificamos que ele nega a trindade explicitamente. O Alcorão declara que Deus não é um Pai, Jesus não é o Filho e nem o Espírito Santo é Deus.

    LIMITADO VERSUS NÃO LIMITADO

    O Deus Bíblico é limitado por Sua própria natureza imutável e inalterável. Portanto, Deus não pode fazer qualquer coisa nem de tudo.

    Em Tito 1: 2 somos informados de que "Deus não pode mentir". Somos também informados sobre isso em Hebreus 6: 18.

    Deus não pode nunca agir de uma forma que viesse contradizer Sua natureza divina, porque "não pode negar-se a Si mesmo" (II Timóteo 2: 13).

    Porém, quando você se atém ao Alcorão, descobre que Alá não é limitado por nada. Não é limitado sequer por sua própria natureza.

    Alá pode fazer tudo, em qualquer lugar, a qualquer hora, sem nenhuma limitação.

    DIGNO DE CONFIANÇA VERSUS INCONSTANTE

    Pelo fato de o Deus da Bíblia ser limitado por Sua própria natureza justa e haver certas coisas que Ele não pode fazer, Ele é totalmente consistente e digno de confiança.

    Porém, quando nos atemos a estudar as ações de Alá no Alcorão, descobrimos que ele é totalmente inconstante e indigno de confiança. Não é limitado por sua natureza ou sua palavra.

    AMOR DE DEUS VERSUS NENHUM AMOR DE DEUS

    O amor de Deus é o principal atributo do Deus Bíblico, que é revelado em passagens como I João 4: 8, "Deus é amor".

    Veja também João 3: 16, "Porque Deus amou o mundo". Deus tem sentimentos por suas criaturas, especialmente o homem.

    Porém, quando nos voltamos ao Alcorão, não encontramos amor como sendo o principal atributo.
    Alá nem sequer "tem sentimentos" em relação ao homem.

    Tal conceito é alheio à compreensão Islâmica. Isso reduziria Alá a ser um mero homem ! o que é uma blasfêmia para o Islamismo.

    ATIVO NA HISTÓRIA VERSUS PASSIVO

    Alá não participa da história humana pessoalmente e não atua como um agente histórico. Sempre lida com o mundo através da sua palavra, profetas e anjos. Não vem lidar com o homem pessoalmente.

    Quão diferente é a ideia Bíblica da encarnação, pela qual o próprio Deus entra na história e atua para promover a salvação do homem: "Deus se manifesta em carne" (I Timóteo 3: 16).

    Mais uma vez, "Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5: Cool.



    ATRIBUTOS VERSUS SEM ATRIBUTOS

    O Alcorão nunca nos diz, num sentido positivo, o que é Deus em termos de sua natureza ou essência. Os chamados 99 atributos de Alá são todos negativos em sua forma, mostrando o que Alá não é, nunca dizendo, com isso, o que ele é.

    A Bíblia nos dá ambos atributos positivos e negativos de Deus.

    GRAÇA VERSUS OBRAS

    Por último, a Bíblia fala muito sobre a graça de Deus em promover uma salvação gratuita para o homem através de um salvador, que é também um intercessor: "porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (I Timóteo 2: 5).

    Já, no Alcorão, não há nenhum conceito da graça de Alá. Não há nenhum salvador ou intercessor, segundo o Alcorão.

    Concluindo, quando você examina os atributos de Deus, que revela a si mesmo na Bíblia ao Alá descrito no Alcorão, vê-se que não são únicos e o mesmo Deus.

    O MESMO DEUS?

    Depois de apresentar esse material a um grupo de pessoas, uma pessoa respondeu que acreditava que o Islamismo e o Cristianismo adoravam o mesmo Deus porque ambos adoram "um único Deus".

    O que essa pessoa não compreendeu é o fato que o monoteísmo (a crença de que há um único Deus) em si mesmo e por si mesmo não nos diz nada sobre a identidade ao único Deus que deve ser adorado.

    Em outras palavras, não é o bastante dizer que há um único Deus, se você tem e adora o Deus errado!

    Alguém poderia dizer que Ra, Isis ou Osíris é o único Deus verdadeiro, mas isso não significa que as divindades Cristãs e Egípcias são únicas e a mesma.

    Os antigos podem ter ensinado que Baal ou Moloque eram o único Deus verdadeiro. Ou então, os gregos podem ter argumentado que Zeus ou Júpiter era o único Deus verdadeiro vivente.

    Porém, a mera argumentação de que há um único Deus não significa automaticamente que o único Deus que você escolhe adorar é o Deus certo.

    Nesse caso, o Deus da Bíblia tem revelado a Si mesmo de maneira que Sua natureza e Seus nomes não podem ser confundidos com a natureza e os nomes de deuses pagãos circundantes.

    A seita da deusa lua que adotou a Alá como seu Nome, foi transformado por Maomé em uma fé ou uma religião monoteísta.

    Pelo fato de Maomé ter começado com um deus pagão, não é nenhuma surpresa que tenha terminado com um deus pagão.
    Vejam os Símbolos de cada Seita na terra e o Islamismo é representado por uma Lua:


    ALÁ ESTA NA BÍBLIA?

    Conversando com um embaixador de um país Islâmico, mencionei que o nome Alá vem de uma palavra árabe que tem a ver com a adoração da deusa lua na Arábia Pré-islâmica.

    De modo que não pode ser encontrado no Velho Testamento Hebreu ou no Novo testamento Grego.

    O embaixador usou dois argumentos por meio dos quais esperava provar que a Bíblia fala de Alá.

    Primeiro reivindicou que o nome Alá foi encontrado na palavra Bíblica "aleluia". O "Ale", na primeira parte da palavra, era, na verdade, "Alá", segundo ele!

    Mencionei-lhe que a palavra hebraica aleluia não é uma palavra hebraica composta. Ou seja, não é constituída de duas palavras.

    É uma única palavra hebraica que significa "um louvor a Iavé". Da mesma forma, o nome de Deus consta da última parte da palavra, !ia?, que faz referência a Iavé ou Jeová.

    O nome Alá simplesmente não pode ser encontrado nessa palavra. Continuou, dizendo-me que, quando Jesus clamou "Eli, Eli", na cruz, estava, na verdade, dizendo "Alá, Alá".

    Porém, isso também não é verdade. O Novo testamento grego nesse ponto nos dá uma tradução aramaico, não árabe, de uma passagem de Salmos 22: 1.

    Jesus disse, "Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? (Mateus 27:46). É um clamor distante vir de "Eli, Eli" até "Alá, Alá". Isso simplesmente não pode ser feito.

    PERÍODO DE TEMPO ERRADO

    Por uma questão de registro histórico, foi impossível para os autores da Bíblia falarem de Alá como Deus. Por que?

    Até o século sétimo, quando Maomé fez de Alá o único Deus, Alá era o nome de uma divindade pagã!

    Uma vez que a Bíblia foi completada muito antes do nascimento de Maomé, como ela poderia falar de um Alá posterior a Maomé?

    Na verdade, o nome Alá nunca passou pelos lábios dos autores das escrituras.

    Até o tempo de Maomé, Alá era simplesmente um deus pagão dentre muitos, seu nome era um nome particular para a "Deusa Lua" adorada na Arábia.

    Os autores da Bíblia nunca teriam confundido Alá com Jeová não mais do que teriam confundido Baal com Jeová.

    A BÍBLIA ÁRABE

    Durante um show de rádio em Irvine, na Califórnia, um telespectador árabe respondeu a essas observações perguntando: "Mas a Bíblia Árabe não usa o nome "Alá" para Deus? Portanto, "Alá" é um nome Bíblico para Deus".

    A resposta depende do período. Foi a Bíblia traduzida para o Árabe no tempo de Maomé? Não! A primeira tradução Árabe para a Bíblia não apareceu até por volta do século nono.

    Até o século nono, o Islamismo era a força política dominante nas terras Árabe e os homens que traduziram a Bíblia para o árabe enfrentavam uma situação política difícil.

    Se não usassem o nome "Alá" como o nome de Deus, poderiam sofrer nas mãos dos Muçulmanos fanáticos, que, como parte de sua religião, acreditavam ser o Alá do Alcorão o Deus da Bíblia.

    Considerando que "Alá" era, nesse tempo, o nome comum para "Deus", devido ao domínio do Islamismo, os tradutores renderam-se às pressões políticas e religiosas e puseram "Alá" na Bíblia Árabe.



    NENHUMA SUSTENTAÇÃO LÓGICA

    Uma vez que a tradução Árabe para a Bíblia surgiu 900 anos depois da Bíblia ter sido completada, não pode haver nenhuma sustentação sobre se "Alá" foi originalmente um nome para o Deus na Bíblia.

    Por fim, o fato mais óbvio é de que uma tradução Árabe para a Bíblia do século nono não pode ser usada para estabelecer o argumento de que os autores Bíblicos que escreveram muitos séculos antes em hebreu e grego usaram a palavra Árabe "Alá" para se referirem a Deus. A credulidade tem seus limites!

    ORIGENS PAGÃS

    As origens do Islamismo têm sido traçadas por estudiosos à antiga religião da fertilidade de adoração da deusa lua, que sempre foi a religião dominante na Arábia.

    A deusa lua era adorada por meio de orações em direção a Meca varias vezes ao dia, por meio de peregrinação anual até a Caaba, um templo da deusa lua, por meio de corridas ao redor da Caba sete vezes;

    Por meio de acariciar um ídolo composto de uma pedra negra colocado na parede da Caaba, por meio de corrida entre dois morros, por meio de fazer sacrifícios de animais, por meio de ajuntar-se às sextas-feiras para orações, por meio de dar esmolas aos pobres etc.

    Esses eram rituais pagãos praticados por Árabes muito antes de Maomé nascer.

    A LUA CRESCENTE

    Hoje em dia, qual religião pratica os ritos pagãos da deusa lua? O Islamismo! Isso explica o porquê a lua crescente é o símbolo do Islamismo.

    É colocado no topo das mesquitas e minaretes e exibido em chapéus, bandeiras, tapetes, amuletos e até jóias.

    Toda vez em que você vê o símbolo Muçulmano de uma lua crescente, você está vendo um antigo símbolo da deusa lua.

    REJEIÇÃO NÃO UM REFÚGIO

    O Muçulmano comum sabe que está adorando uma deusa lua? Não. Sabe o por quê o símbolo da lua crescente situa-se no topo da sua mesquita? Não.

    Ele fica chocado e talvez enraivecido com esses fatos históricos? Sim. Contudo, uma mera rejeição ou atitudes enraivecidas não podem refutar o fato de que o islamismo não é nada mais do que uma versão moderna de uma antiga religião da deusa lua Alá!

    O Muçulmano comum tem sido deixado no escuro pelos Mullahs e Imams, que perderiam seus poderes se a verdade viesse à tona.

    CONCLUSÃO

    Muitos ocidentais assumem que Alá é apenas um outro nome para Deus. Isso se deve à sua ignorância em relação às diferenças entre o Alá do Alcorão e o Deus da Bíblia, deve-se também à propaganda de Evangelistas Muçulmanos que usam a idéia de que Alá é tão somente outro nome para Deus como uma oportunidade para converter os ocidentais ao Islamismo.
     
    Adaptados dos escritos de Robert Morey
    Tradução: Albana Dalla Pria 12-02
    Editoração: Calvin Gardner 04-03
    Fonte: www.palavraprudente.com.br
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