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As Mentiras da Bíblia: Yeshua/Jesus Nunca foi Crucificado!

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As Mentiras da Bíblia: Yeshua/Jesus Nunca foi Crucificado!

Mensagem por Gideão da CCB Livre em Seg Ago 15, 2011 6:10 pm





Destruindo a mitologia da redenção, Crucificação de Cristo , Ressurreição no terceiro dia; tudo isto nunca aconteceu com nenhum ser humano e sim com o Astro Sol, estes nomes: Yeshua, Jesus, Yehoshua, Yahushua, Yaohushua, Yaheshua, Yahshuah, Mitra, Horus, Tammuz etc, todos são Nomes dado ao mesmo personagem, este Messias Solar.

Por Karls Eduardo. Bacharel em teologia e Missionario islamico da organização da Arabia Saudita Edialogue.

" E tu tem nos salvado por teu sangue eterno derramando" [Texto na parede de um Templo Mitraico em Roma]

Escrevi o primeiro texto sobre este assunto a quase 8 anos atrás hoje vem a segunda parte tentando trazer novos elementos já que neste últimos anos este assunto apareceu em vários locais.

Vivemos diante de inúmeras mentiras da gangue ocidental, todo dia aparece várias falsas notícias plantadas , estas mentiras são uma tradição da cultura ocidental que produziu por exemplo o nazismo um movimento cem porcento midiático e de propaganda.

Porém, essas são minusculas perto da maior mentira já contada: o cristianismo romano. Vamos ver como esta falsa religião inventada em Roma é sustentada há séculos por meios de comunicação, programas, filmes e burgueses
ocidentais que têm mantido por milênios este culto pagão ao Deus sol como também no passado mantiveram o culto a outros Redentores pagãos para controlar as massas.

Nenhum Jesus histórico jamais foi crucificado. A cruz é um primitivo simbolo pagão relacionado a crenças pagãs astrológicas sendo encontrada em praticamente todas as religiões pagãs anteriores ao cristianismo romano.

Em Roma, se anexou o mito da cruz com o Mestre da justiça dos nazarenos criando um duplo absurdo: o de um mito histórico jamais comprovado e o de um Mestre blasfemado como um Deus sol pagão.

Confira os Estudos abaixo:
1- Roma não "crucificava" ninguém
2- Como surgiu o mito religioso do Deus sol invictus.
3- As várias cruzes encontradas no paganismo anterior ao cristianismo.
4- Alguns redentores crucificados
5- O Redentor pagão sempre esta no meio de outros dois.
6- Como e porque foi criado o termo pagão "Jesus"
7- Cristianismo romano é o próprio mitrianismo com um novo nome.
8- As infantis refutações do cristianismo Romano.
9- Conclusão



O Deus salvador Osiris segurando duas cruzes

==1- Roma não "crucificava" ninguém==

No mito da crucificação foi se além e ensinaram falsamente que Roma "crucifixava" pessoas como pena de morte, o que é falso.

Roma tinha pena de morte que era de pregar pessoas em estacas e depois deixar o corpo aberto ou preso à árvores ou a madeiras, exibindo o morto ou semimorto; a forma em cruz, é mito histórico para justificar crenças
pagãs astrológicas.

Assume o Teólogo Cristão Gunnar Samuelsson da universidade de Gothenburg :

"O problema é que as descrições de crucificações são notavelmente ausentes na literatura antiga. As fontes de onde você esperaria encontrar suporte para um entendimento estabilizado do evento realmente não dizem nada."

==2- Como surgiu o mito religioso do Deus sol invictus.==

No início os astros: estrelas, pedras, animais e plantas, eram adorados como Deuses, destes o Sol era o mais cultuado por trazer luz, calor, colheitas e etc.

Quando chega dia 22 de dezembro temos o solstício de Inverno (no hemisfério norte), simbolizando a morte do sol. O sol, tendo-se movido continuamente para o sul durante 6 meses, faz com que atinja o seu ponto mais baixo no céu. Então, o Sol deixa, aparentemente de se movimentar para o sul, durante 3 dias.

Nestes três dias, o Sol mora nas redondezas da Constelação do Cruzeiro do Sul. Depois deste período, em 25 de Dezembro, o Sol move-se 1 grau, desta vez para o norte, perspectivando dias maiores, calor e a Primavera. E assim se diz: que o Sol morreu na Cruz (cruzeiro) e ressuscitou 3 dias depois.

Como renasce nesta data (3 dias após 22 de Dezembro, que dá 25 Dezembro), no dia 25 de Dezembro, comemora-se o
nascimento do sol no mundo, sendo que sua crucificação comemora-se perto do festival pagão da pascoa, que é quando o sol vence a escuridão nos céus.

Os antigos então, criaram personagens (nomes de pessoas que nunca existiram) para associá-los com a história do Sol nos céus, tendo eles mesmos os atributos do sol: crucificação, 12 discípulos (seguidores ou constelações ou feitos) e ressurreição terceiro dia depois.

Estes eram chamados de Deus Sol, em Roma Sol invictus, alguns exemplos: Horus, Mitrhas, Osíris, Rá, Tammus, Baccus, Dionysius, Hércules, O Santo (da Chinna), Quetzalcóatl e por último Jesus o blasfemado de roma. Repare que na história de Hércules, ele faz "12 trabalhos" porque Hércules é o Deus sol que roda pelas 12 constelações.

==3- As várias cruzes encontradas no paganismo anterior ao cristianismo. ==



==4- Alguns redentores cruxificados==



==5- O Redentor pagão sempre esta no meio de outros dois.==



==6- Como e porque foi criado o termo pagão "Jesus" ==

O termo Jesus só surgiu no século XV para XVI, porque antes não havia a letra J no alfabeto latino, antes da criação do J, Jesus usava-se o termo Iesus com I. Porém, o termo Iesus foi criado em Roma no século IV, para mascarar a identidade histórica de Yehushua e transformá-lo num Deus sol redentor.

A falsa versão oficial ocidental romana, diz que o termo Jesus é de origem hebraica, porém trata-se de mais uma mentira a qual você pode anotar em seu caderninho. O nome Iesus foi criado a partir de parte do nome original (Yehushua) com
o sufixo US em latim que esta presente no nome de todos os Deuses solares, compare:

Jesus, Tammus, Zeus, Dionnisius, Baccus, Horus, Deus, e muitos outros.

==7- Cristianismo Romano é o próprio mitrianismo com um novo nome.==

Todos os ritos do cristianismo romano vem do paganismo astrológico, em especial do mitrianismo que era o sol invictus oficial antes do sol invictus cristão no século IV. O mitrianismo foi uma seita herética do zoroastrismo e foi levada a Roma por soldados do império.

Era uma religião de clero, onde o cargo máximo era chamado curiosamente em latim de Papa. Mitra é um Deus que existe a quase 5.000 anos, porém sua forma final como um Deus sol, surgiu dentre
os anos 300 a.C a 200 a.C.

Mitra significa em persa "contrato" porque ninguém é salvo senão por intermédio de Mitra. Os templos mitraicos eram chamado Mithraeum e o Mithraeum principal de Roma, a sede "mundial" do mitrianismo ficava exatamente onde hoje é o Vaticano.

Mitra por ser um Deus sol, é nascido em 25 de dezembro e teve 12 discípulos que são as 12 casas do zodíaco. Antes de sua morte, se você é cristão ou judaizante messiânico, não se surpreenda; mais Mitra fez uma ultima ceia com seus 12 discípulos e nela pediu que fosse comido o pão que era seu corpo e se bebesse o vinho que era seu sangue;

Isto era a chamada ceia mitraica muito famosa em Roma e mais tarde plagiada pelo cristianismo romano e judaísmo messiânico, esta ceia é apenas uma representação do Sol no céu e as 12 constelações.

Os seguidores do mitrianismo se reuniam principalmente em cavernas em Roma, longe da perseguição, este ato deu origem ao mito de que cristãos viviam em cavernas em Roma. E a verdade é que, o cristianismo romano e o judaísmo messiânico, estão roubando a historia do mitrianismo pagão para poderem depois roubar petróleo.

Agora compare :

==8-As infantis refutações do cristianismo Romano.==

Nas refutações do cristianismo romano, nem vale muito gastar-nos o nosso tempo com isto. Para manter seu culto pagão ao sol, eles tentam frustradamente colocar Jesus como vindo antes de horus, krisnah ou Mithra; num complexo absurdo histórico alterando 1000 anos de história, seria como dizer que o Brasil veio antes de Portugal.

Outra tática frustrada é negar que Horus tenha sido crucificado por exemplo, sendo que o crucificado é o sol; Horus, Mitrha, Yeshua hebraico e Jesus Cristo romano, e outros são representações do sol, portanto todos aparecem crucificados em muitos de seus contos.

=9- Conclusão==

" E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol; E rasgou-se ao meio o véu do templo. E, clamando Yeshua/Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou." Lucas 23-46.


O sol escurece quando Yeshua/Jesus morre porque Yeshua/Jesus é o Deus sol invictus e mais do que um mito, Yeshua/Jesus é Mithra, que é o mesmo Horus, que é o mesmo Tammus; com um novo nome e roupagem como se fazia com inúmeros Redentores pagãos do passado.

O mesmo Deus trocava de nome de país para país, como Marduk que era Assus na Assíria e Zeus na Grécia.
Esta guerra atual do Islã, é contra este mito pagão, é uma guerra de religiões, onde o Islã está ganhando e vai prevalecer contra a mitologia pagã ocidental, assassina de muçulmanos.
__________________
Fonte: http://myciw.org/index.php
Karls Eduardo: O Missionário do Islã.
Com algumas modificações pelo o Gideão da CCB.


Última edição por Gideão da CCB Livre em Ter Abr 16, 2013 11:20 am, editado 4 vez(es)

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Re: As Mentiras da Bíblia: Yeshua/Jesus Nunca foi Crucificado!

Mensagem por Gideão da CCB Livre em Sex Ago 19, 2011 4:47 pm




Jesus? Não, o Deus Solar.

Mosaico Itálico, Sevilha, Espanha. Século II AD.



Da 'Casa do Planetário.' As sete divindades planetárias do mosaico deram seus nomes aos dias da
semana.

Um Professor Fala

"Sua data de nascimento devia ser revista para 6 ou 5 ou 4 a.C., embora alguns prefiram 11 ou 7...
Seu local de nascimento não foi Belém ... isto foi apenas determinado para que uma profecia do Velho Testamento fosse cumprida...

Jesus Cristo provavelmente nasceu em Nazaré ... ou talvez em algum outro lugar pequeno."

– Michael Grant (Jesus, p71,171)

A história testemunha o
destino terrível dos bravos pensadores que ousaram questionar os
dogmas da Igreja!


Os Verdadeiros Mártires



1546 Etienne Dolet, impressor e livreiro francês, apaixonado defensor da educação, foi aprisionado várias vezes por suas críticas abertas à Igreja. Dolet foi condenado por ateísmo e queimado em Lyon, junto
com seus livros, deixando sua família desamparada.



1553 Miguel Servet, o médico espanhol que descobriu a circulação pulmonar do sangue (um avanço em relação à Galeno) fugiu da Inquisição e se achou seguro entre os Protestantes.

Grande engano.

João Calvino, o puritaníssimo “Papa Protestante” de Genebra, mostrou suas credenciais ao mandar queimar Servet na estaca por heresia. Servet havia criticado a Trindade e o batismo infantil.



1589 Francis Kett, um tutor do colégio Benett (Corpus Christi), em Cambridge, expressou dúvidas de que Jesus Cristo tivesse sido o grande moralista que os cristãos acreditam.
Por sua audácia o professor foi queimado até às cinzas.

1600
Giordano Bruno, filósofo italiano que ensinava em Paris
e Wittenberg, pagou o maior dos preços por pensar por si.

Depois de sofrer por sete anos em uma masmorra da Inquisição,
onde foi submetido a repetidas torturas, foi condenado e queimado na
estaca.

Bruno teve a audácia de sugerir que o universo era infinito
e que o sol e os planetas não eram únicos.




1619 Lucilio Vanini (aliás “Giulio Cesare” - “Julius Caesar”). Filósofo, professor e livre-pensador.

Em 1616 o ex-monge carmelita imprudentemente publicou seus pensamentos em “De admirandis naturae reginae deaeque mortalium arcanis” (“Dos maravilhosos segredos da rainha e deusa dos mortais,
a natureza”).

Suas idéias incluíam a possibilidade de evolução do homem
a partir de macacos e a negação da alma imortal.

Vanini rejeitou o Cristianismo como uma ficção inventada pelos padres e defendeu explicações naturais para os milagres. Como resultado, teve de fugir de lugar para lugar para evitar a perseguição católica.
Mas foi capturado em Toulouse, condenado, teve sua língua cortada, foi estrangulado e seu corpo, queimado.





Thomas Paine (1737-1809) – revolucionário defensor da liberdade:

Eu detesto a Bíblia do mesmo modo como detesto tudo que é cruel.”



Bruno Bauer (1809-1882) – o iconoclasta original.



Kersey Graves (1813-1883) – Quacre que enxergou através da fraude de Yeshua/Jesus.


O Fim Está Perto



“Não apenas a divindade de Cristo foi abandonada, mas a sua existência como homem é cada vez mais questionada seriamente. Alguns dos mais capazes estudiosos do mundo negam que ele sequeer tenha
vivido.

Uma imperiosa literatura referente à investigação, intensa em sua seriedade e profunda e rigorosa em sua pesquisa, está se acumulando em todos os países, espalhando a convicção de que Cristo é um mito.

Jesus ... terá de achar seu lugar entre a multidão de outros semideuses
cujas vidas e feitos imaginários constituem a mitologia do mundo.”

– Marshall J. Gauvin (Jesus Cristo Realmente Viveu? 1922)

Especialista nos Manuscritos do Mar Morto



Em 1970 o estudioso bíblico e especialista nos Manuscritos do Mar Morto, John Allegro, propôs a inexistência de Jesus Cristo. A tese de Allegro associou a noção de um deus-homem a visões induzidas por narcóticos.

A planta alucinógena em questão era o Amanita Muscaria, o cogumelo fálico, provavelmente usado pelos primeiros cristãos e interpretado como nascido de uma virgem (i.e. sem sementes) e “Deus feito carne.”

Allegro foi submetido a fúria impiedosa e relegado ao ostracismo. Morreu em 1988.



Chapado com Jesus?


Ateu Renascido

Evangelista que “jogou fora a água do banho e descobriu que não havia bebê nela.”



“Não há uma só menção histórica contemporânea de Jesus, nem por romanos e nem por judeus, nem por crentes e nem por descrentes, ao longo de toda a sua vida.

Isto certamente não refuta sua existência, mas com certeza lança grande dúvida sobre a historicidade do homem que foi supostamente popular e causou um grande impacto no mundo. Alguém devia ter notado.”

– Dan Barker, Perdendo a Fé na Fé: De Pastor a Ateu (1992, p. 360).


Última edição por Admin em Sex Ago 26, 2011 2:13 pm, editado 1 vez(es)

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Re: As Mentiras da Bíblia: Yeshua/Jesus Nunca foi Crucificado!

Mensagem por Gideão da CCB Livre em Sex Ago 19, 2011 4:54 pm

Jesus Nunca Existiu – Uma idéia maluca?


Em uma cultura baseada no Cristianismo, a negação da existência de
Jesus pode parecer, à primeira vista, absurda ou mesmo estúpida.
Afinal, como dizem, os “estudiosos mais respeitados” aceitam que
houve um Jesus Histórico, ainda que não haja nenhum acordo sobre
como realmente quem ele foi, precisamente quando viveu, o que exatamente
fez ou o que ele disse.


Fato e Fantasia



Os atuais estudiosos do Novo Testamento mantêm seu curso entre
dois mundos, um em que um Jesus teológico ("divino filho
de Deus") está no centro do picadeiro — mas este Jesus,
evidentemente, é visto como objeto de fé — e um outro, o mundo
em que há um “Jesus histórico”.



Investigações detalhadas, freqüentemente meticulosas,
da história, cultura e política da Palestina durante o período
do Segundo Templo criam um contexto historicamente plausível.
Sobre este plano de fundo, a imagem tênue de um “Jesus” faz sua
aparição espectral.



Mas é o próprio contexto histórico que permite
a este salvador fantasmagórico “viver”, “morrer” e “ressuscitar”
que, portanto, lança sua sombra mentirosa de volta à história.

Temos a certeza de que
Jerusalém existiu, também Herodes, fariseus e romanos, por
que não um Jesus?
” ecoa o documentário
do Discovery Channel:

"Estas são sandálias do
tipo que Jesus teria usado. Este é um tipo de árvore sob o
qual ele pode ter descansado
.”


A Inércia da Opção Suave

Historiadores profissionais não estão, necessariamente,
imbuídos de nenhum interesse particular pela existência de Jesus
— e estão todos bem informados sobre a natureza controversa do
tema. Um estudioso que anuncie que pensa não ter havido nenhum
Jesus histórico se arrisca a enfrentar desprezo, talvez até seja
ridicularizado, e não ganhará muito por sua honestidade.



Assim, a maioria dos estudiosos, criados e educados
em uma cultura cristã, se contentam em supor que Jesus viveu
(e concordar com as opiniões de especialistas bíblicos, que são
normalmente homens de fé) ou, dada a escassez de fontes sobre
muitos outros personagens históricos, prefaciam seus questionamentos
com um “provavelmente”.



É muito mais seguro para eles aventar
a “possibilidade de um homem por trás da lenda”, mesmo enquanto
argumentam que camadas e mais camadas de incrustações mitológicas
obscurecem o conhecimento de qualquer coisa sobre ele.

Esta opção “segura” e covarde mantém, simultaneamente,
a “obscuridade” de um carpinteiro em uma localidade provinciana
da Antiguidade (“ausência de evidência
não é evidência de ausência
”)
e um distanciamento acadêmico de “questões de fé” que ergueram
um suposto e desconhecido guru a tal posição de fama.




Um Cenário Defeituoso

Ainda ssim, poderia uma fé mundial ter
surgido de um ninguém que deixou de ser notado por todo mundo,
durante sua própria vida? Quão crível é que um rabbi andarilho,
que nada escreveu, um mero seguidor em um mundo cheio de faquires,
ledores de mentes e exorcistas, ter lançado um feitiço que está
repercutindo ainda através das eras?



Um Jesus “minimalista” é realmente menos satisfatório
que nenhum Jesus porque ele ainda requer a busca em outro lugar
pelas raízes da nova religião. E se as raízes devem ser buscadas
em outro lugar, qual a utilidade de tal obscuro personagem então?

<blockquote>
“É muito duvidoso que a fé cristã pudesse ter
sido construída sobre a fundação de um Jesus histórico ... que
foi pouco mais que um professor de filosofia prática.”
– J. Macquarrie (Uma
Teologia Existencial, p23)

</blockquote> Se concordamos que um rabino peripatético radical
chamado Jesus, não notado pelo registro histórico, não
é implausível
,
então, pelo mesmo raciocínio, tampouco seria implausível que
existissem
vários tais Jesuses.

Qual deles deveríamos escolher para base da fé cristã na qualidade
de “filho unigênito de Deus”? Poderíamos escolher qualquer
um, ou nenhum.



Ou Jesus Cristo foi uma divindade que escolheu
maravilhar multidões mas não deixar nenhum rastro, que buscou
influenciar não ao povo judeu mas a um mero punhado de desconhecidos
seguidores cujos sucessores rapidamente se dividiram em numerosas
facções rivais, ou então Jesus Cristo é uma invenção de mentes
humanas, uma construção que se denuncia a cada momento por contradições
e omissões.



Salvação pela Racionalidade

Ironicamente foi o trabalho de teólogos
liberais
, não o de livres-pensadores,
que primeiro fraturou a gloriosa farsa de Jesus,
Filho de Deus, Salvador do Mundo
.



A “sabedoria recebida” da Igreja foi pela primeira
vez desafiada durante a Reforma, que deu legitimidade à crítica
do sistema papal
. Tendo aberto as comportas, todas as autoridades
religiosas e a própria escritura foram chamadas ao debate e o
protestantismo se tornou uma miríade de seitas disparatadas.



Mas depois de mil anos de ignorância imposta pela Igreja, os
“homens sábios” tinham apenas um pequeno estoque de verdadeiro
conhecimento. Como clérigos comissionados, esses sábios lutaram
para usar as recém-redescobertas ferramentas da lógica para defender os
dogmas da cristandade, fosse o Catolicismo Romano ou a nova e
“purificada” variedade.



Mas depois de dois séculos, quando o
lluminismo apareceu, alguns bravos teólogos começaram a dedicar
sua atenção aos erros óbvios e contradições da escritura aceita.
Por que, perguntaram, o Novo Testamento é tão silencioso sobre
a maior parte da vida de Jesus? Por que Paulo quase não diz
nada sobre a vida de Jesus?



Durante as Revoluções Francesa e Americana
livres pensadores foram muito mais longe, questionando a veracidade
de toda a Bíblia
e denunciando o Cristianismo como uma superstição grotesca
e um instrumento de opressão. Uma nova fé minimalista nasceu,
o “deísmo”, na qual o Deus-Criador não tem nenhum papel nos
assuntos humanos.

Método Histórico-Crítico

No século que se seguiu, uma minoria radical —
notavelmente os estudiosos da Escola de Tübingen, na Alemanha
de meados do século XIX e Radicais Holandeses da segunda metade
do século XIX e começo do século XX — continuaram a difundir
a versão de que o Senhor e Salvador do Cristianismo foi uma invenção
devota, sua “vida” inteira, julgamento e crucifixão, um pastiche
de versos da Escritura judaica.



Para muitos que enxergavam além da visão turvada
do cristianismo, era aparente que muito do conto de Jesus tinha
semelhanças com outras fábulas muito mais
antigas
, que tinham
protagonistas e personagens idênticos, roteiros idênticos e lições
de moral também idênticas. O cristianismo, era claro, não havia
sido trazido do Céu, mas fora uma produção humana.



Ao longo do século XX, o racionalismo, a arqueologia
e novas técnicas de investigação científica forçaram um entrincheiramento
dos defensores da fé, apesar de episódicas manifestações de
fervor religioso. Para conciliar-se com o acúmulo de inegáveis
evidências de erro na Bíblioa, várias “vidas”
de Jesus
proliferaram
como algas num lago sob o sol.



Estudiosos do Novo Testamento ligados ao “mainstream”,
muitos deles cristãos fiéis, encontraram novo lar. Um nebuloso
“Jesus histórico” foi então sustentado como tendo existido sob
as inegáveis camadas de pias fraudes acumuladas.



Temerosos de reconhecer que tanto suas vidas como
suas carreiras haviam sido construídas sobre um tremendo engano
eles especularam com um grande número de idéias fantasiosas
— um Jesus rabbi radical, um Jesus camponês do Mediterrâneo,
um Jesus com esposa e família, um Jesus que viajara à Inglaterra,
Índia ou Japão, um Jesus filósofo, cínico ou estóico;



Um Jesus
para cada estação e para todos os gostos. Uma centena ou mais
de possíveis “biografias” para o homem-deus disputavam espaço,
cada uma tentando evitar a óbvia verdade, de que nenhuma
realidade jazia sob a fábula sagrada.




Fim dos Dias
No
século XXI enfrentamos o paradoxo de que, embora o desmascaramento
da fraude bíblica tenha ido mais longe do que nunca, a geopolítica
global financia e encoraja um vociferante restabelecimento do fundamentalismo
e da inerrância, uma torrente de desinformação, cuja imensa quantidade
pode ser arrebatadora.



A maioria das pessoas não tem nem tempo nem vontade
de mergulhar fundo na massa de provas e argumentos. Os apologistas
cristãos estão sempre prontos para denunciar cada “mitologista
de Cristo” como um excêntrico isolado, um semi-lunático, indigno
de ser seriamente ouvido.



Mas sua hostilidade estridente esconde o medo de
que a queda de seu super-herói possa não estar longe. E o que eles
não podem mais negar ou esconder é o fato de que a exposição de
“Jesus Cristo”, como a fábula que é, em vez de ser a busca maníaca
de malucos, tem sido abraçada e endossada por uma contínua seqüência
de estudiosos brilhantes de todos os países.

Fonte: http://www.jesusneverexisted.com/scholars-portuguese.html

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Re: As Mentiras da Bíblia: Yeshua/Jesus Nunca foi Crucificado!

Mensagem por Gideão da CCB Livre em Sex Ago 26, 2011 6:14 pm

AS ORIGENS DE ONDE RETIRARAM OU PLAGIARAM A HISTÓRIA DO DILÚVIO:

1- http://www.youtube.com/watch?v=WdTpxa0AzPw&feature=related

2- http://www.youtube.com/watch?v=WykCoBOvxYI&NR=1

3- http://www.youtube.com/watch?v=5yvdHEcbL0Y&NR=1

CONTINUE
ASSISTINDO OS VIDEOS E SABERÁS AS ORIGENS DAS HISTÓRIAS DA BÍBLIA,
TODAS AS HISTÓRIAS DA BÍBLIA SÃO PLAGIADAS DESTAS HISTÓRIAS PAGÃS. O
PRINCIPAL DEUS DESCRITO NA BÍBLIA É O DEUS SOL E O MESSIAS QUE O MUNDO
ADORA É UM MESSIAS SOLAR.

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