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    O Servo Ultrajado de Isaias 53 é a Nação Israelita!

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    O Servo Ultrajado de Isaias 53 é a Nação Israelita!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qua Ago 03, 2011 6:02 pm




    O SERVO ULTRAJADO DE ISAÍAS 53 É LITERALMENTE A NAÇÃO DE ISRAEL! E NÃO UM MESSIAS PROMETIDO.

    Vamos aqui fazer algumas considerações acerca do assunto e de imediato também  lembrar que a responsabilidade das traduções que os cristãos têm em  mãos não é responsabilidade da religião judaica. Muitas pessoas
    pensam  que foram os judeus que traduziram as diversas bíblias, mas isto não é  verdade.

    As versões da bíblia são responsabilidade dos cristãos, e que  alguns torceram o texto original propositalmente ou por ignorar o idioma hebraico.

    O TANACH (bíblia judaica) normalmente se encontra em hebraico. E quem traduzi-la se compromete, pelas dificuldades que há em traduzir  fielmente o texto. Em primeiro lugar precisamos conhecer de que forma o Eterno se refere a Israel por meio dos profetas.

    Israel é o servo e também luz para as nações em quem o Eterno será glorificado (Isaías 49:3 e 6; 44:21).

               Segundo os escrito sagrado, Israel recebeu uma incumbência de ser luz e receber  as nações que se convertem. Achegar-se a este povo significa entrar na  aliança eterna que foi estabelecida com Abraão nosso pai
    (Gênesis  17:13-14).

    Veja que a promessa não foi feita só aos filhos biológicos,  mas também aos estrangeiros e escravos.   Que aliança (pacto) é essa? – Este é pacto da circuncisão (blit milá), que é  realizada ao 8º dia. No caso do convertido não há uma idade
    especifica,  pois o próprio Abraão avinu se circuncidou com 99 anos de idade (Gên.  17:24).

               Dentro deste pacto podemos entender porque o porquê de Israel ser um reino sacerdotal e uma nação santa “E vós sereis para Mim um reino de sacerdotes e um povo santo!” (Êxodo 19:6).

    Este é o motivo pelo qual Israel tem sido perseguido com medo de que o reino  de Israel seja implantado e acabe com as organizações religiosas. Só  que existe um detalhe, é que Israel jamais vai implantar um reino  forçado.

    Somente na era do Mashiach é que haverá o retorno do Eterno a  Tsion (a shechiná). Não se engane pensando, pois o retorno de Deus a  Tsion não será uma forma humana. A shechiná, a glória do Eterno será  vista em toda a terra, da mesma forma como esteve no passado, quando  falou com a nação de Israel no monte Sinai;





    Moshé disse ao povo não temais, pois Deus veio para vos experimentar e para que o Seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis” Êxodo 20 v.17 e 18.

    O Eterno veio, não com forma humana, de modo que o povo pediu que Deus  não falasse, pois a sua voz causou medo ao povo, mas que o próprio Moshé transmitisse a instrução dada.

                 Este povo que ouviu a voz de Deus é este servo (Israel) que tem sido  ultrajado e pela sua função na terra tem restaurado a muitos através da sagrada torá (lei). Este povo tem sido o guardião da torá.

    Escrevo aqui Isaías 53, um poema profético, conforme uma melhor tradução:Quem teria acreditado no que nós (as nações) ouvimos, e para quem foi revelada a ação do Eterno? Porque ele (o povo de Israel) brotou como planta tenra e como raiz em terra seca. Não tinha nem forma nem beleza; era visível que não tinha boa aparência;

    Quem o apreciaria? Foi  depreciado e abandonado por todos, como uma pessoa atormentada e  constantemente enferma, como alguém de quem escondemos nossa face, sendo  desprezado e desconsiderado.

    Na verdade eram os nossos sofrimentos que  (Israel) suportava, e as dores que o oprimiam, mas nós o considerávamos  um ser aflito, golpeado e ferido por Deus. Ferido estava, porem, por  nossas transgressões, e oprimido por nossas iniquidades;

    Seu penar era  para nosso benefício e, através de suas chagas (seu exílio), fomos  curados. Todos nós como ovelhas (sem pastor), nos desencaminhamos. Cada  qual se voltou para seu próprio caminho e (somente) sobre ele (Israel)  fez o Eterno recair a iniqüidade de todos nós.

    Ele (Israel) foi oprimido e  afligido, mas calou e não se pronunciou. Como cordeiro que é levado para  a matança, e como ovelha que fica muda ante seus tosquiadores, não  abriu a sua boca. Com opressão e juízo iníquo foi aprisionado; acaso  alguém (das nações) argumentou para com sua geração:

    Ele (Israel) foi  exilado da terra dos vivos pela transgressão do meu povo, e por isso  recebeu este duro golpe! E seu túmulo foi feito entre os malévolos, e  sua tumba feita pelos poderosos, embora não tivesse praticado a  violência nem houvesse mentira em sua boca.

    Contudo, aprouve ao Eterno  oprimi-lo para testar se sua alma se ofereceria como restituição, para  que pudesse ver prolongados os dias de sua semente, e sentir prosperar,  por seu intermédio os desígnios do Eterno.


    Ele percebeu o propósito e  aceitou o sofrimento de sua alma. Por esta compreensão, fez reconhecer o  Justíssimo perante todas as nações, suportando a iniquidade delas. Por  isto, das nações separarei para ele uma porção e entre os poderosos  receberá despojo, porque expôs sua alma à destruição e se deixou  enumerar entre os transgressores, pois mesmo
    suportando os pecados de  tantos, intercedeu pelos transgressores”.  


    Veja na pratica que Israel é mencionado como desprezado, e não é diferente, pois até na atualidade ele é desprezado entre as nações, pelo seu modo de vida e separação no que tange a casherut e guarda dos shabatot.

    O Eterno trata todo o Israel como um só povo, considerando a um só servo:  “Tu és meu servo Israel”, aqui há uma unidade composta.

               Os judeus possuem um cemitério próprio onde são enterrados os seus mortos,  mas no período de perseguição não houve esta preocupação por parte dos  poderosos, em levar os corpos ao cemitério judaico.

               Agora vamos ver porque esta profecia não se cumpriu em Yeshua Ha-Mashiach ou Jesus Cristo:

    Isaías o profeta, não estava se referindo a Yeshua/Jesus, porque se houvesse  referencia a ele teria cessado as enfermidades na terra como é o ponto  principal a que os cristãos se referem, que ele levou as enfermidades.  Contudo as enfermidades aí estão, e se ele houvesse levado não haveria  mais enfermos.

               No ponto de vista da lei de Deus, a enfermidade é causada por causa da  violação da mesma. Na era messiânica em que o homem voltar-se para o  cumprimento total da torá haverá cura para todos, pois ela é a arvore da vida.

    O homem vive somente pelo cumprimento do que está escrito na lei do Eterno: “E guardareis os Meus estatutos e os Meus juízos, cumprindo os quais o  homem viverá por eles – Eu sou o Eterno” (Levítico 18:5), “e dei-lhes os Meus estatutos e ensinei-lhes os Meus estatutos e ensinei-lhes os Meus juízos, os quais, se o homem os cumprir, há de viver por eles”
    (Ezequiel  20:11).


    O sacrifício humano não é aceito por Deus (Jeremias 7:31), Deus nunca pediu  tal coisa e o sangue humano não é suficiente, e é proibido ser usado  como holocausto; assim sendo, o Mashiach prometido ainda não veio.





    O homem é considerado impuro depois de morto, o que  tocar em seu cadáver fica impuro sete dias. Somente animais puros são  permitidos para o holocausto. Além de existir o entendimento dos acadêmicos e astrólogos de que o tal holoscauto de carneiros e animais limpos, foram uma inquisição da ERA de ares, que tinha como Messias Solar Mosheh (Moisés)!

    A justiça que um homem tenha praticado salvará apenas a sua alma e não a de seu semelhante. Isto já esta explicado na profecia de Ezequiel 18:20,  mas pessoas se dão por desavisadas e desfazem escrito tão claro como  este e, pregam a justiça de um homem para salvar a humanidade.

    A ideia  de um homem morrer para salvar alguém, não faz parte do pensamento  judaico, até por que o Mashiach virá para restaurar a terra transmitindo  o conhecimento da torá e assim implantará o reino de paz sobre a terra.  Somente nos cultos pagãos é que se encontra o costume do sacrifício  humano.

    Fonte: http://sefarad-vix.webnode.pt/o-messias-ja-veio-ou-vira/
    Com algumas modificações pelo o Gideão da CCB.
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    Re: O Servo Ultrajado de Isaias 53 é a Nação Israelita!

    Mensagem por Gideão da CCB Livre em Seg Ago 31, 2015 3:28 pm


    O profeta Isaías viveu 700 anos antes da era cristã, e a expressão do verbo no verso:


    "O castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele" (no original: eles, Israel), está no passado como acontecido e não no futuro, (estará ou seremos), portanto se aplicaria a um acontecimento prioritariamente do passado, e não para evento ainda no futuro. (Isaías 53:5).

    Quem foi o intercessor da profecia de Isaías 53? Se existisse verdade no conteúdo da bíblia, seria o profeta Jeremias (Yemiahuh/Irmiáhu) que personificou o intercessor na profecia de Isaías 53, sendo o intercessor mencionado nela! E não Yeshua/Yahushua/Yaohushua/Yehôshua/Jesus Cristo.

    E que embora tenha cumprido a profecia intercedendo, suas suplicas não foram atendidas, pois Israel não deu ouvidos e sofreu o castigo do exílio?

    O cumprimento desta profecia de intercessor ocorreu poucos anos depois da profecia ter sido feita pelo profeta Isaías.



    Confira as provas bíblicas e divirta-se com o verdadeiro conhecimento.

    1 - Ovelha muda: Isaías 53:7, comparar com Jeremias 11:19. Veja o que acontece em Mateus 27:50.

    2 - Foi oprimido: Isaías 50:3, comparar com: Jeremias 12:6.

    3 - Homem de dores: Isaías 53:8, comparar com Jeremias 15:15-18.

    4 - Ferido: Isaías 53:5, comparar com Jeremias 18:18 e 20:2

    5 - Foi o intercessor: Isaías 53:12, comparar com Jeremias todo o cap. 14 de Jeremias, aqui vemos três tentativas do profeta intercedendo diante do Eterno D-us Yahweh. Veja também a passagem de Jeremias 18:20.

    Ao examinar certas frases chaves e baseando nossa compreensão do texto original hebraico, vemos claramente que qualquer interpretação cristológica (cristã) deste capítulo é na melhor das hipóteses, forçada e sem fundamento.

    Por exemplo, o versículo 10 em hebraico diz:

    1 - "im taseem nafsho asham" (ele oferece sua alma uma oferta pelo pecado), "Yireh yamim, yaarikh yamim" (Ele verá sua prole (semente), ele prolongará os seus dias).

    Em outras palavras, desde que o servo oferece sua alma de boa vontade como uma oferta pelo pecado, seria através da vivencia de um povo que é "sacrificado" pelo outro, pois sacrifício humano pura e simplesmente no sentido literal da palavra, nunca passou pela mente do Eterno D-us Yahweh.

    "O que nunca lhes ordenei, nem falei, nem passou isto pela minha mente". Jeremias 19:5. Este verso prova que o D-us Yahweh jamais cogitou sacrifício literal humano, nem mesmo o de Isaque estava nos seus planos, aquilo foi apenas uma prova como sabemos.

    2 - Ele teria filhos e viveria uma vida longa. Yeshua/Jesus morreu sem filhos com a idade de cerca de trinta anos.

    3 - Além disso, a passagem diz: "Ele ofereceu" ou permitiu ser escolhido, significando que o servo teria uma escolha; obedecer ou não obedecer. De acordo com Marcos 14:36, a escolha de Yeshua/Jesus não foi voluntária, portanto não tinha escolha.

    4 - A Escritura diz: "Vá dake Hafetz heheli YHVH" (teria de ser oprimido e sofrer de doença). Jesus nunca sofreu de qualquer doença. O versículo 8 diz: (como resultado do pecado do meu povo ficaram feridas...) Percebe-se tratar do povo de Israel.

    5 - A expressão hebraica está no plural: ELES (Hen), ou seja: O Servo é um: "eles" (Hen), não é um (Hu) "ele", um Servo coletivo, e não uma única pessoa.

    O verso 9 diz: "Vá et bemotav..." (e os ricos em sua morte...) Vale lembrar que Jesus condenou os ricos, afirmando que estes não herdariam a vida eterna.

    "Motav" em hebraico é plural, mais de uma morte ... muitas mortes, até mesmo milhões de mortes! O versículo 3 diz, "Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens."

    De acordo com a história do Evangelho, Yeshua/Jesus era popular e admirado pelas massas. Este mesmo versículo descreve o Servo como sendo um "homem das dores" (makhovot), "muitos sofrimentos" (yedua holi).

    Nenhuma dessas descrições se encaixa com Yeshua/Jesus verdadeiramente. Ele era um carpinteiro de vida normal, e só veio a sofrer dias antes de sua suposta morte.
     
    As características proféticas das palavras de Isaías são aplicadas ao próprio povo de Israel e seu sofrimento gerações afora.

    Além disso, os versículos 11 e 12 nunca foram cumpridas na vida de Jesus. (Ele nunca repartiu o despojo com os poderosos, e nem o fará, sendo que a profecia não se aplica a ele.

    Além do mais, Yeshua/Jesus se contradiz várias vezes ao afirma que voltaria naquela geração dele (no primeiro século), que as pessoas ali não morreriam sem vê-lo voltar: leia: Mateus 16:28: Marcos 9:1; Lucas 9:27. Quantas gerações já se passaram até o ano 2015?

    A Torá diz: "Quando a palavra do profeta que falar em nome do D-us Yahweh não se cumprir." Deut. 18:22).

    Se é que Jesus existiu mesmo, então só podemos concluir que ele morreu frustrado e derrotado (Mateus 11:3; Lucas 7:19).

    Já o povo de Israel, apesar de seu sofrimento e opróbrio do passado (e presente), terá um futuro glorioso, garante a profecia: Jeremias 31:35-37; Salmos 89:33-36; Zacarias 8:23. Não podemos dar glória aos gentios, se o D-us Yahweh não quer assim!

    Nem falar em "justos das nações" sem nenhum respaldo Bíblico, os únicos justos não judeus serão ou estudantes ou em caminho disto, pois que o convertido já é judeu. Leia por favor: (Salmos 10:16 e 59:Cool.

    Será que então, quem é desprezado, Servo desinteressante, sem aparência (vers. 2), que tem sido visto em cada geração, ferido e castigado pelo ETERNO (v. 4), quando na verdade ele estava sendo ferido pelas nações pecaminosas? (Pela influência das nações vizinhas).

    O Servo (Israel), que foi chamado de 'herege' pela Igreja e queimado durante a Inquisição, as cruzadas, programas, etc?

    No capítulo 52, versículo 15, vemos que a profecia dos reis dos gentios que calariam a boca de espanto para ele ainda não se cumpriu, e estes mesmos governantes professarão e proclamarão aquilo que não imaginavam, reconhecendo-o. Veja o verso: Isaías 52:14 Pois o assunto começa no capítulo 52 e não no 53.

    Fonte:


    Erivaldo Talmid.
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