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    Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

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    Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Fco Oliveira em Ter Fev 01, 2011 8:10 am



    O DEUS VIVO DA CCB É SURDO, CEGO, MUDO E ALEIJADO; POIS TEM BOCA MAIS NÃO FALA, TEM OUVIDO MAIS NÃO NOS OUVEM, TEM OLHO MAIS NÃO NOS VÊEM E NEM NOS SOCORREM NAS NOSSAS ANGUSTIAS!

    Relatos verídicos vividos pelos os irmãos das tragédias do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, 2.009 e 2.010!
    Onde foram devastados suas casas, suas vidas, seus bens terrenos e também as igrejas ou casas de orações onde se faziam cultos em louvores a este Deus Vivo e seu Filho amado Jesus Cristo; nenhum dos dois apareceu para avisar ou socorrer aquelas pessoas.

    Na bíblia diz sobre as estátuas, que têm boca mas não falam, têm olhos mas não vêem , tem ouvidos mas não ouvem; são mudas, surdas, cegas e aleijadas; o mesmo se pode dizer do "Deus Vivo" das denominações evangélicas, do cristianismo e do judaísmo.

    O Deus “Vivo” que os cristãos, judeus e muçulmanos pregam, por acaso Ele fala com você, te ouve, ele te enxerga? Ele já te deu a mão para te ajudar a sair do buraco? Ele já andou contigo um kilômetro na sua angustia? A bíblia diz que esse Deus Vivo dos cristãos e judeus vê, fala e ouve, enquanto que os fatos provam e dizem: que Ele é mudo, surdo, cego e aleijado.

    Isa. 46;5 A quem me assemelhareis (os deuses ou as estátuas), e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes?
    Isa. 46:6 Gastam o ouro da bolsa, e pesam a prata nas balanças; assalariam o ourives, e ele faz um deus (ou uma estátua), e diante dele se prostram e se inclinam.
    Isa. 46:7 Sobre os ombros o tomam, o levam, e o põem no seu lugar; ali fica em pé, do seu lugar não se move; e, se alguém clama a ele, resposta nenhuma dá, nem livra alguém da sua tribulação.


    Jer. 10;3 Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado;
    Jer. 10:4 Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.
    Jer. 10:5 São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem.


    Estas profecias são reais, em se tratando do Deus Vivo do cristianismo e do judaísmo, como também em se tratando dos Deuses pagãos das nações; o que se diz de um, pode dizer do outro, pois os dois são iguais em tudo: são mudos, surdos, cegos e aleijados, pois, tem boca mais não fala, tem ouvido mais não ouvem, tem olho mais não vêem e tem pés e mãos mais não andam e nem ajudam a ninguém!

    Ah! Mais na CCB o Deus Vivo fala com os crentes de lá!?! Quem já ouviu a sua voz? Quem já pegou na mão Dele? Quem já foi visto e socorrido por Ele? Ninguém! Então o Deus Vivo da CCB tem nome: o irmão ancião Paulo, Miguel, João etc; quem já ouviu a voz do Jesus Cristo dos crentes da CCB ou dos evangélicos? Ninguém!

    Mais muitos ainda vão questionar dizendo: mais Deus não pode ser visto por ninguém, pois Ele é Espírito? Ok! Mais e o seu Filho Jesus Cristo? Ele é homem, portanto pode aparecer e conversar com qualquer um e porque não faz? Por que o Jesus Cristo da CCB é um mito, um ídolo imundo cego, surdo, mudo e aleijado.

    Ah! Onde está o Messias Verdadeiro, aquele que se chama Yahushua Ha-Mashiach? Também sumiu! Ambos os dois Messias, tanto o Falso como aquele que se diz Verdadeiro, ambos desapareceram da face da terra; o que se diz de um pode se dizer do outro, que ambos não respondem, não ouvem e nem vêem as aflições dos homens na terra.

    A bíblia diz que o Messias é o nosso advogado, nosso intercessor, nosso medianeiro e nosso salvador, mais quando se precisa dele, onde Ele está? Em lugar nenhum o encontramos e nem vemos a cara Dele! O Deus Vivo da bíblia do cristianismo e do judaísmo está pior do que o SUS, se o doente marcar uma consulta com Ele, quando chegar a vez dele ser atendido, o enfermo já morreu a muitos anos.

    Como ouvimos uma frase muito tempos atrás do testemunho da "Menina Órfã": ah! Se Deus existisse, bem que Ele podia me ajudar... Aaah! Se Deus existisse, bem que Ele podia me ajudar e ter me avisado desta tragédia RJ... Aaaah! Se Deus existisse, bem que Ele podia me ajudar e ter evitado essa enchente SC... Mais a resposta divina infelizmente não existe, nem tem quem responda quando precisamos. Ai de nós! Que perecemos por falta de um Deus Vivo nas nossas vidas, amém.


    Última edição por Gideão da CCB Livre em Seg Set 17, 2012 8:01 pm, editado 3 vez(es)
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    Fco Oliveira
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    YESHUA/JESUS NÃO É O MESSIAS PROMETIDO-O UNGIDO!

    Mensagem por Fco Oliveira em Qua Jul 27, 2011 12:36 am



    Por quê Yeshua ou Jesus não é o messias segundo os judeus? PORQUE ELE NÃO CUMPRIU NENHUMA DAS PROFECIAS DO TANA'CH! HOJE, TEMOS DOCUMENTOS HISTÓRICOS E ARQUIOLÓGICOS QUE PROVAM QUE NENHUM DOS 16 MESSIAS QUE JÁ VIERAM, NENHUM CUMPRIU OS REQUISITOS ESCRITO NO TANA'CH.

    A maior prova, são as gurras em que vivem o nosso planeta, a fome, as calamidades, cataclismas, terromotos, tsunami em vários lugares; tudo isto são provas irrefutaveis de que o Mashiach ainda não veio!


    Judaísmo
    FONTE: http://www.matutando.com/2010/05/22/por-que-jesus-nao-e-o-messias-segundo-os-judeus/

    por Sebastião Marques
    Introdução

    O tempo todo sou questionado sobre o porquê Judeus não acreditam em Jesus como o Messias. Na maioria das vezes, mudo de assunto para evitar o atrito, devido ao fato da própria dúvida sobre algo “tão óbvio” ser considerada intolerável por muitos.



    Obra Bizantina, o Cristo Pantokrator, cuja tradução é "messias todo poderoso". Com a mão direita ele forma as letras que compõe a palavra grega Χριστός (Khristós). Com a mão esquerda, ele sustenta a "Palavra de D'us" sobre a coxa esquerda.

    Mesmo assim, tenho percebido que a maioria insiste com a pergunta, principalmente em relação a Jesus, tendo em vista que o Brasil é um país de maioria cristã.

    Também tenho notado a persistência dessa questão entre quem têm dúvidas de fé e, por causa disso, propus-me a respondê-la da melhor maneira que me é possível.

    Primeiramente, gostaria de deixar claro que o objetivo deste texto é explicar o porquê os Judeus não acreditam em Jesus como sendo o messias prometido pelas Escrituras Judaicas. Só isso. Não pretendemos ofender nenhuma outra religião.

    Se você é seguidor assíduo de alguma religião messiânica, sugerimos que mude de site e não leia este texto. Não queremos desviar você de sua fé. Nosso objetivo é tão somente responder a pergunta que constantemente nos é feita em tom de desafio.
    As razões judaicas

    O Beit Chabad publicou um texto sobre o assunto chamado judeus não acreditam em Jesus. Recomendamos a leitura, pois é um excelente resumo sobre o tema. Texto sucinto, objetivo e pautado no respeito às religiões. O mesmo texto também está disponível neste livreto: Manual Prático de Esclarecimento. Entenda! Judaísmo messiânico não existe. Fuja dessa ideia.

    A ideia de mashiach, messias, é uma ideia tipicamente judaica. Ela não foi inventada pelos cristãos, nem pelos muçulmanos, nem pelos pagãos. Ela é parte integrante e fundamental da tradição judaica e encontra-se pulverizada em várias passagens do Tanakh. O Tanakh é o nome dado ao agrupamento de três conjuntos de obras:

    1) A Torah (תורה);

    2) Os Neviim (נביאים);

    3) os Kethuvim (כתובים).

    Daí o nome Tanach (תנ״ך). Uma espécie de “sigla” composta da junção dos nomes Torah, Neviim e Kethuvim.

    Os livros do Tanakh foram selecionados para fazer parte do “Antigo Testamento” Cristão. No entanto, ressaltamos que o Tanakh é para os judeus o Testamento, enfim: a promessa da Grande Herança que o Eterno reservou para cada um de nós.

    Assim, é inadequado relacionar o Tanakh a um “Antigo Testamento”. Não há antigo testamento para o judeu. Não há antiga promessa para o judeu. A Promessa do Tanakh ainda é plenamente válida, aplicável e maravilhosa em todos os sentidos. Só a nomeia de “antiga” quem não a conhece.

    Assim, se quisermos saber algo sobre a ideia de Messias e as promessas que o Eterno fez em relação à vinda dele; devemos, necessariamente, ler o Tanakh, preferencialmente, no original, pois tais ideias estão lá.

    Como é composto o Tanakh?



    Torah ou Torá (Pentateuco):

    Um rolo da sagrada Torah que contém as leis dadas pelo próprio Eterno a Moisés no Monte Sinai. Um presente oferecido pelo Eterno a todos os povos do planeta.

    Bereshit (Gênese)
    Shemot (Êxodo)
    Vayicrá (Levítico)
    Bamidbar (Números)
    Devarim (Deuteronômio)

    Neviim (Profetas):

    Yehoshua (Josué)
    Shofetim (Juízes)
    Shemuel (Samuel)
    Melachim (Reis)
    Yesha’yáhu (Isaías)
    Yirmiyáhu (Jeremias)
    Yechezekel (Ezequiel)
    Trê-assar (Doze Profetas)

    Ktuvim (Escrituras Sagradas):

    Tehilim (Salmos)
    Mishlê (Provérbios)
    Iyov (Jó)
    Shir Hashirim (Cântico dos Cânticos)
    Rut (Ruth)
    Echá (Lamentações)
    Cohêlet (Eclesiastes)
    Ester
    Daniel
    Ezra/Nechemyá (Esdras/Neemias)
    Divrê-Hayamim (Crônicas)

    O livro que os cristãos têm hoje em casa não é o Tanakh, mas um conjunto de escritos chamado Bíblia divididos em “Novo Testamento” e “Antigo Testamento”. O “Novo Testamento” não tem vínculo com a tradição judaica. Trata-se de escritos atribuídos aos seguidores de Jesus. Enfim: não fazem parte e nunca fizeram parte dos escritos sagrados judeus. Por isso, o “Novo Testamento” não serve de fundamento para justificação da vinda de um messias para os judeus.

    A porção da Bíblia Cristã que fala da vinda do messias está na parte traduzida como “Antigo Testamento”.

    São Jerônimo foi o responsável pela precária tradução dos escritos hebraicos que compuseram a Vulgata latina no final do séc. III d.C.



    Este é um ponto muito importante que deve ser frisado: todo o “Antigo Testamento” cristão é fruto de uma tradução precária feita por São Jerônimo a partir de escritos gregos que deram origem a tradicional Vulgata, a Bíblia oficial Cristã em latim.

    Bíblia a partir da qual se fez a tradução para as línguas nacionais de hoje (português, Italiano, Espanhol, Inglês e etc.). Enfim: o cristão brasileiro tem em casa uma cópia traduzida de outra tradução mal feita. Algo assim, no mínimo, deve ser considerado por quem seriamente deseja compreender o que o Tanakh diz a respeito da vinda do messias.

    Infelizmente, a tradução cristã está repleta de erros grosseiros. O próprio João Ferreira de Almeida, tradutor da Vulgata para o Português, identificou mais de 2000 erros na tradução de São Jerônimo. Alguns dos erros estão em partes consideradas fundamentais para “provar” que Jesus era o messias prometido pelos escritos judeus.

    Obviamente, esses erros são apontados pela crítica como propositais com o intuito de convencer as pessoas e justificar a fé cristã. Mas, independente desses erros, há outras questões igualmente cruciais que veremos logo a seguir.

    Eu recomendo que o interessado estude hebraico para ler o texto original e tirar as próprias conclusões. Mas, se isso lhe for muito penoso, que leia pelo menos uma tradução feita diretamente do hebraico por uma equipe idônea para diminuir as incoerências e as interpretações tendenciosas.

    O Tanakh não é um livro comum. Ele um código. E é de propósito. Toda sua redação respeita a gematria. O que é isso? Cada letra do alfabeto hebraico representa um número. Cada palavra, outro número. Cada linha, outro número. Cada versículo, um número.

    Cada capítulo, outro número! Todos os números relacionados entre si numa verdadeira tabela gigantesca de relacionamentos matemáticos complexos! Enfim: todos os números estão relacionados entre si por precisas relações matemáticas cheias de significação espiritual.

    E isso é de propósito. Além disso, todos os escritos sagrados tem uma espécie de “dígito verificador”. Ele impede os copistas de falharem na transcrição de sequer uma letra do Tanakh. Enfim: ele torna possível conferir se a cópia está exata, evitando as adulterações voluntárias e acidentais.

    Gematria: uma arte complexa, ainda incompreendida e má utilizada.



    Infelizmente, por melhor que seja a tradução, ela não pode ser estudada através de gematria. Estudo considerado fundamental pelos sábios para extrair os significados espirituais mais profundos dos escritos. A gematria serve também para evitar interpretações equivocadas.

    Por exemplo: as que ficaram famosas na Idade Média por “justificar” matanças sem fim e o posicionamento de algumas seitas cristãs que preferem deixar seus entes queridos morrerem a receber uma doação de sangue!

    Quando lemos uma “tradução”, estamos mais sujeitos a esses equívocos do que quando lemos o original porque podemos lançar mão do recurso gemátrico para colocar a interpretação a prova.

    Este livreto: Isaías Segundo o Judaísmo, foi redigido para demonstrar com base no Tanakh o porquê Jesus não pode ser considerado messias segundo a tradição judaica. Segundo o Tanakh, existem critérios que nos permitem identificar com precisão quando o messias houver chegado. No caso, Jesus descumpriu praticamente todos os critérios.

    Vejamos alguns:

    Segundo a tradição judaica, o profeta Elias irá reaparecer antes da vinda do Messias (Malaquias 4:5-6).



    O Profeta Elias sendo levado vivo ao céu. Caso único na tradição judaica.

    No “Novo Testamento” cristão, Jesus afirma que João Batista era Elias (Mateus 11:13-14, 17: 10-13). Entretanto, quando João Batista foi perguntado sobre o assunto, ele negou (João 1:21). O Evangelho de Lucas 1:17 tenta resolver o problema, afirmando que João Batista apareceu no espírito de Elias.

    É prudente lembrar que o cristianismo em geral nega com ênfase a doutrina da reencarnação. Isso por si só já é uma contradição, já que o próprio cristianismo lança mão dessa doutrina para justificar o retorno do profeta Elias em João Batista. Independente dessa polêmica, há outras críticas em relação ao mesmo assunto. Vejamos:

    O Profeta Malaquias previu que o próprio Elias iria retornar, e não apenas alguém em seu espírito, caso típico da reencarnação. Elias, para quem não sabe, foi o único que subiu aos céus sem morrer segundo o Tanakh (2 Reis 2:11). Por isso, espera-se que o profeta, ao voltar, volte diretamente do céu sem a necessidade de reencarnar.

    Ressalte-se que João Batista, além de ter negado ser Elias, não cumpriu a profecia do Tanakh sobre o retorno do profeta Elias. A profecia diz: “E ele [Elias] fará volver o coração dos pais para o Eterno através dos filhos, e o coração dos filhos para o Eterno através dos pais, para que Eu não venha desferir sobre esta terra uma destruição completa” (Malaquias 4:6).

    Evidentemente João Batista não realizou a profecia. Pelo contrário, parte dos judeus se afastou das Leis do Eterno para seguir o “messias nazareno”, Jerusalém entrou em guerra civil e os romanos destruíram toda cidade, inclusive o segundo templo, após a morte de Jesus.

    Segundo o Tanakh, o Messias deve ser descendente do Rei Davi e Salomão. (Jeremias 23:05, 33:17, Ezequiel 34:23-24; 2 Samuel 7:5-13).



    Conforme as escrituras cristãs, Jesus não era descendente do Rei Davi. Vejamos:

    O “Novo Testamento” cristão fala sobre a genealogia de José. Entretanto, há um grande problema para os cristãos resolverem: Jesus afirma ter nascido de uma virgem e que José não era seu pai. (Mat. 1:18-23). Em resposta, alega-se que José adotou Jesus, e passou sua genealogia a ele por adoção. De qualquer maneira, tenha ou não adotado, o problema permanece. Vejamos:

    Davi, o músico camponês que matou o gigante Golias. Davi foi tornado Rei pela mão do Eterno. Davi é o pai do Rei Salomão o qual se acredita ter sido o rei mais rico, poderoso e sábio que já existiu.

    Não há base bíblica para a adoção nesses casos. Um pai não pode passar sua linha tribal por adoção. Um sacerdote que adota um filho de outra tribo não pode fazer dele um sacerdote por adoção. Mas, suponhamos que tenha havido a adoção.

    Mesmo assim, José não poderia dar a Jesus o que ele mesmo não tinha. José é descendente de Jeconias (Mateus 1:11-16). E daí? E daí que os escritores cristãos esqueceram que isso fez José cair na maldição do Eterno que prevê que nenhum dos descendentes de Jeconias se sentaria como rei no trono de Davi. (Jeremias 22:30, 36:30). Ora. Conforme vimos, o messias será necessariamente um rei descendente do Rei Davi e Salomão.

    Outra questão: não há provas de que Maria descende de Davi. Mesmo que se pudesse comprovar que Maria é descendente de David, a filiação tribal nos tempos antigos dava-se através do pai e não através da mãe conforme previsto em Números 1:18 e Esdras 2:59. Se Jesus não tinha pai humano, como ficaria então a questão da filiação?

    Suponhamos que por uma generosidade do Eterno a linhagem tribal de José pudesse ser transferida a Jesus por “afinidade”. Em qualquer caso, como José é descendente de Jeconias, Jesus não poderia ser o messias por causa da maldição prevista para os descendentes de Jeconias (Jeremias 22:30 e 36:30).

    Mas, o “Novo Testamento” cristão é confuso em relação à genealogia de José. Enquanto Mateus diz que José é desdente de Jeconias, o amaldiçoado, Lucas discorda e diz que José é descendente de Natã filho de Davi. (Lucas 3:23-31).

    De qualquer modo, isso é insuficiente para qualificar Jesus como possível messias tendo em vista que é preciso ser descendente de Davi e Salomão. Dessa maneira, a descrição de Lucas é inútil, pois Jesus passa por filho de Natã, não de Salomão.

    Além disso, Lucas (3:27) também lista Salatiel e Zorobabel na árvore genealógica de Jesus. Ora, lembremos que os dois também aparecem em Mateus 1:12 como descendentes de Jeconias, o amaldiçoado! Enfim: de qualquer maneira Jesus não preenche os requisitos para ser messias.

    Mas deixemos de lado essas questões de genealogia. Não é apenas essa questão que inviabiliza Jesus como o pretendido messias. Há outros pontos. Analisemos:

    Diáspora: o povo judeu continua espalhado pelo mundo. 10 das 12 tribos permanecem escondidas pelo planeta. O Templo ainda não foi reconstruído.

    O messias deve reunir o povo judeu do exílio e devolvê-los a Israel


    “E ele deve criar uma bandeira para as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e reunirá os dispersos de Judá dos quatro cantos da terra.” (Isaías 11:12) Quando Jesus estava vivo, nada disso aconteceu. Pelo contrário, surgiu uma religião nova e os judeus foram divididos e dispersos pelo mundo mais ainda!

    Ele reconstruirá o Templo de Jerusalém. (Ezequiel 37:26-27), mas como Jesus reconstruiria o terceiro templo se o segundo templo ainda estava em pé? Para escapar dessa dificuldade, os cristãos inventaram uma nova interpretação: relacionaram o terceiro templo ao corpo de Jesus que, segundo eles, teria ressuscitado no terceiro dia.

    De todo modo, ironicamente, tanto Jesus, quanto o segundo templo foram destruídos pelos romanos de modo que a profecia de Ezequiel passou longe de ser cumprida.

    O Messias vai governar em uma época de paz no mundo inteiro. “E julgará entre muitos povos, e castigará poderosas nações até mui longe, e converterão as suas espadas em enxadas, e as suas lanças em foices: uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.”. (Miquéias 4:3).

    “O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi.” (Isaías 11:6-7).

    Jesus não trouxe o fim da violência nem para ele, muito menos para o mundo.



    Em outras palavras: O messias trará a paz universal e tornará desnecessária a guerra. No entanto, o período que Jesus viveu não pode ser considerado pacífico nem mesmo na região onde ele morava. Revoltas, guerras civis, golpes, matanças sanguinárias e muitas lutas.

    O próprio Jesus foi morto violentamente e a maioria de seus apóstolos tiveram mortes violentas e seus seguidores foram perseguidos também pela força da violência. Nem mesmo entre os judeus havia paz. Toda essa confusão belicosa por si só já mostra que a profecia não foi cumprida.

    Ironicamente, a Idade Média, onde prevaleceu a mentalidade cristã na Europa, foi uma das épocas mais violentas e insanas da história da humanidade. Basta saber ler para conferir a informação nos livros de história. Só isso, por si só já é suficiente para demonstrar que a era messiânica não tinha chegado. Logo, como o Eterno não mente, a única conclusão coerente é que Jesus não era o messias.

    Quando o messias governar, o povo judeu observará os estatutos do Eterno. “Meu servo Davi será rei sobre eles, e todos eles terão um só pastor. Devem seguir as minhas ordenanças e ter o cuidado de observar os meus estatutos” (Ezequiel 37:24).

    Estudos de Torah. Ainda não é comum as famílias reunirem-se para estudos de Torah, nem mesmo há interesse em cumprir as 613 Mitzvoth do Eterno. Aliás, a maioria nem sabe o que é Mitzvah.

    Pelo contrário, os seguidores de Jesus acusam as leis mosaicas de “retrógradas” e “ultrapassadas”. Paulo ficou famoso pelas polêmicas com Pedro por incitar as pessoas a não fazerem circuncisão (Gálatas 5:6 e 6:15, Felipenses 3:2-3). Paulo também lançou polêmica sobre o cumprimento das leis das festas religiosas, de Rosh Codesh (lua nova) e de Shabat (Sábado): (Colossenses 2:16).

    O próprio Jesus incitava o povo a descumprir as leis da cashrut sobre a alimentação adequada (Mateus 15:11). Algo assim contradiz completamente a profecia de Ezequiel que diz que o Messias levará o povo judeu a observar as leis da Torah e suas Mitzvoth.

    Quando o Messias governar, todos os povos servirão ao Eterno “E virá passar que desde uma lua nova até à outra e desde um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Eterno” (Isaías 66:23).

    Ora, até hoje isso não aconteceu! Pelo contrário, as divisões de fé se multiplicaram. E muitas guerras foram feitas por causa delas. Outro ponto importante é que o messias será um rei terreno, um governante de povos. O reino dele será deste mundo e não do outro mundo como afirmou o próprio Jesus (João 18:36).

    “a terra se encherá de conhecimento do Eterno, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11:9).


    Isso não aconteceu nem na época de Jesus, nem depois, nem hoje. Os povos do mundo inteiro ainda continuam afastados do Eterno. A busca de riqueza e poder ainda lidera o ranking da principal meta de vida das pessoas. Ainda é minoria os que priorizam uma vida pautada pela elevação espiritual e pelo compromisso de melhorar a vida de todos na sociedade.
    Só isso? Não tem mais argumentos?

    Há muitos outros requisitos que o messias terá de cumprir para ser considerado o messias. Citei apenas alguns para evidenciar o porquê os judeus não acreditam em Jesus como o messias.

    Pelo mesmo motivo, não existe judaísmo messiânico, pois o messias ainda não veio. Recentemente surgiram algumas denominações cristãs que se autodeclaram judeus e, ao mesmo tempo, seguidores de Jesus. Do ponto de vista judaico, isso é absurdo, pois qualquer judeu alfabetizado pode ler claramente no Tanakh que Jesus não cumpriu os requisitos para ser o messias!

    Ainda está com dúvida? Então vejamos mais alguns argumentos.
    Algumas citações das escrituras sagradas que provam porque Jesus não é o Messias:

    O reestabelecimento da dinastia David, que jamais cessará.

    Fonte: Daniel 7:13-14

    Mas Jesus não teve filhos, nem estabeleceu reinado algum, muito menos um que nunca cessaria.

    Uma era de paz eterna entre todos os povos e todas ás nações

    Fonte: Isaías 2:2-4; Miquéias 4:1-4; Ezequiel 39:9.

    Obviamente não temos paz, e infelizmente muitas guerras foram feitas em nome de Jesus.



    Cruzadas: a matança e a guerra em nome de Jesus, o crucificado. Negação completa da ideia judaica de messias.

    Todos os povos do mundo serão convertidos ao monoteísmo.

    Fonte: Jeremias 31:31-34; Zacarias 8:23; Isaías 11:9; Zacarias 14:9, 16.

    O mundo ainda está cheio de idolatria, inclusive idolatrando Jesus como se fosse o próprio Eterno, comportamento antijudaico já que o Eterno ordenou nos seus preceitos que só Ele pode ser adorado. Obviamente, Jesus não é o Eterno. Foi por esse motivo doutrinário e por outras questões políticas que a Igreja Católica Romana separou-se da Igreja Cristã Ortodoxa do oriente, o primeiro “grande cisma” cristão.

    Reconhecimento que só o Eterno é o Eterno D’us.
    Fonte: Isaías 11:9

    Obviamente o mundo ainda não reconheceu o Eterno de Israel como único D’us. Para o Judaísmo a questão é muito simples. O Eterno é D’us, Ele é Único. Simples, não é?

    Entretanto, o cristianismo afirma a existência de três divindades distintas e independentes que, apesar disso, formam um só deus, a trindade divina. Mistério da fé cristã e um absurdo ôntico e matemático que afirma que 1=3 e que o igual é idêntico ao diferente!

    Nenhum cristão consegue explicar isso de maneira satisfatória. Já consultei vários padres e bispos, nenhum deu uma resposta coerente. Também já li as obras de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Nenhum deles respondeu sem agredir os princípios mais elementares da lógica e do ser.

    A ideia de trindade é comum nos cultos pagãos. Na Grécia tínhamos a trindade Zeus, Poseidon e Hades. Em Roma: Júpiter, Netuno e Plutão. No Egito: Osíris, Isis, Hórus. A mesma ideia também se repete nos cultos pagãos antigos do norte da Europa, no Taoismo, nos cultos africanos, nos cultos indígenas do “novo mundo”, no Budismo e no Hinduísmo.

    A única resposta coerente sobre o assunto da “trindade” nas religiões é dada pela Cabalá judaica nas lições sobre o pilar do equilíbrio na Árvore da Vida. Evidentemente, um mestre autorizado de Cabalá deve ser consultado.

    Churrasco: um dos lazeres prediletos do brasileiro. Você ainda duvida que o messias não veio?


    O mundo se tornará vegetariano

    Fonte: Isaías 11:6-9

    Obviamente o mundo não é vegetariano! Tem dúvidas?

    Reunião das doze tribos de Israel

    Fonte: Ezequiel 36:20

    Infelizmente as dez tribos continuam desaparecidas…

    Reconstrução do Templo

    Fonte: Isaías 2:2; Ezequiel 37:26-28.

    O templo ainda não foi reconstruído. Jesus não teria a possibilidade de cumprir a profecia já que o Segundo Templo nem tinha sido destruído antes dele ser morto pelos romanos.

    Não precisa ser um gênio para perceber que a fome ainda não cessou em nosso meio.

    Não haverá fome no mundo



    Fonte: Ezequiel 36:29-30

    Não precisamos olhar para a África para perceber que ainda há muita fome no mundo. Basta andar nas ruas e ver as centenas de pessoas que moram nas ruas e debaixo das pontes. E, claro, os milhares de desamparados que existem dentro de nosso grande Brasil.

    A morte cessará

    Fonte: Isaías 25:8

    A morte não cessou. Elas continuam diariamente. E, portanto, é evidente que Jesus não cessou a morte no mundo.

    Enterro de Penélope Barbosa, de 5 anos. A morte ainda não cessou nem para as criancinhas inocentes.

    Ressurreição de todos os mortos

    Fonte: Isaías 26:19; Daniel 12:2; Ezequiel 37:12-13; Isaías 43:5-6.

    Obviamente Jesus não ressuscitou todos os mortos antes de ser morto pelos romanos!

    O Irã odeia Israel e já manifestou diversas vezes sua intenção declarada de "varrer Israel do mapa".



    As nações ajudarão materialmente Israel

    Fonte: Isaías 60:5-6; 60:10-12

    O que vemos são muitas nações querendo destruir Israel, ou no mínimo, prejudicar Israel. Existem nações, como o Irã que prometem destruir Israel. Jesus não cumpriu esta profecia. Pelo contrário, em nome de Jesus, as nações perseguiram os judeus por séculos a fio!

    As nações irão até os judeus para buscar orientação espiritual.

    Fonte: Zacarias 8:23

    Obviamente isto não aconteceu. Em boa medida, os não-judeus querem é converter os judeus para acreditarem em Jesus! E mais, a maioria das religiões criticam os judeus como “péssimos exemplos” a serem seguidos.

    Todas as armas serão destruídas



    Fonte: Ezequiel 39:9, 12

    A Guerra ainda é uma triste realidade para todos. Prova de que o messias ainda não veio.

    Jesus não destruiu as armas. Pelo contrário, foi a inspiração de muitas delas, inclusive de ordens religiosas com fins militares. O mundo de hoje está armado até os dentes, inclusive com armas nucleares, químicas e biológicas que podem destruir toda vida no planeta…

    O rio Nilo secará



    Fonte: Isaías 11:15

    Jesus não secou o rio Nilo. Ele continua forte, vigoroso e fluindo como de costume.

    As árvores darão frutos mensalmente

    Rio Nilo: um dos maiores rios do mundo. Ainda está lá firme e forte para quem quiser ver. Prova de que o messias ainda não veio.

    Fonte: Ezequiel 47:12.

    Isso não aconteceu nem acontece. Duvida? Experimente plantar um pé de manga e colher os frutos mensalmente…

    As tribos de Israel receberão de volta as terras herdadas do Eterno.

    Fonte: Ezequiel 47:13-13.

    Isso não aconteceu nos tempos de Jesus. Começou a acontecer agora no séc. XX com o retorno dos Judeus para Israel. Mesmo assim, os não-judeus querem tomar a terra de Israel. As outras 10 tribos de Israel ainda continuam desaparecidas e dispersas pelo mundo.

    As nações da terra reconhecerão suas injustiças contra Israel.



    Fonte: Isaías 52 e 53

    Isso não aconteceu. E até mesmo o holocausto, esse poço inominável de brutalidade que marcou o séc. XX não comoveu todas as nações. O Irã nega o holocausto constantemente e promete “varrer Israel da face da terra”.

    Importante!

    Se o suposto messias descumprir apenas um desses vários requisitos citados (e não citamos todos!), ele não poderá ser considerado o messias, pois o Eterno não mente! No caso de Jesus, ele descumpriu praticamente todos os requisitos. Portanto, Jesus só poderia ser considerado messias por quem não era judeu ou nada conhecia do Tanakh.

    Foi exatamente isso que a “nova religião” fez, separou-se do judaísmo onde a pretensão de Jesus não tinha fundamento e criou um “Novo Testamento” para desviar-se de prestar contas ao “antigo”.

    Império Romano: o império mais poderoso dos tempos antigos. Supremo na arte da guerra, na política, nas ciências, na engenharia, na medicina e etc. Roma era, literalmente, invencível.

    O Resto da história você já conhece… Roma, o maior e mais poderoso império do ocidente, estava em terrível declínio. Ameaçado de invasões bárbaras, crise econômica e revoltas iminentes em todo canto. Um cenário que trazia uma sensação de “fim dos tempos” para todo povo romano.

    O Império criado pelo deus Marte estava agônico. O Paganismo que era até então a marca de Roma por excelência estava em crise total. Templos de Júpiter (o deus maior de Roma) eram depredados por “cristãos raivosos”; os cultos em honra a Baco eram acusados de orgíacos e demoníacos pelos cristãos.

    Os templos de Mitras eram alvos de perseguição. Nem mesmo os templos de Vênus e Febo escapavam do vandalismo… O Povo estava nervoso e descarregava a fúria até contra as vestais (virgens dos templos e guardiães do fogo pagão romano).

    Evidentemente, as autoridades romanas passaram a perseguir os cristãos para conter a desordem civil. Alerto que há várias versões para a história da perseguição dos cristãos na Roma Antiga. Do ponto de vista romano, o objetivo era manter a ordem pública que se via ameaçada pelos saques e atos de vandalismo contra o patrimônio público romano.

    Do ponto de vista cristão, o motivo da perseguição era a maldade dos romanos que não aceitavam a fé boa e caridosa dos cristãos.

    Em todo caso, é consenso que se trata de um período histórico obscuro, de dramas, crises, conspiração, decadência e uma sensação total de descontrole e desconfiança em relação ao futuro. A velha Roma estava mesmo morrendo, a ponto do cristianismo e o mitraísmo ter começado a ganhar força entre os legionários e pretorianos. A elite de Roma!

    Júpiter, Netuno e Plutão, a trindade Pagã, estavam perdendo espaço para religiões estrangeiras… O Caos parecia iminente. Seria o fim total de Roma? Seria… se um político romano, Constantino, não houvesse tido a esperteza de transformar o veneno em remédio. Diga o que quiser dos romanos, mas eles sabem tirar proveito das crises! Como diz o velho ditado, se não pode vencê-los, junte-se a eles.

    Imperador Constantino I: O Criador da Igreja Católica Apostólica de Roma



    Foi o que Constantino fez. Ele converteu-se ao cristianismo e criou uma instituição religiosa para atender seus desejos políticos. A famosa Igreja Católica Apostólica Romana, que levava o estandarte SPQR (Senatus Populusque Romanus).

    A partir de então, Roma era oficialmente Cristã. Os perseguidos por motivos religiosos tornaram-se perseguidores das outras religiões! O povo estava feliz porque o cristianismo havia “vencido” o Paganismo.

    Recomendo ler a respeito nos livros de História. Mas o que os livros de história não contam é que o “paganismo” não morreu. Ele continua tão vivo quanto antes, só que com uma roupa nova. Mais sutil e refinada.

    A roupa do “Jesus Cristo”. Peter Joseph fez um documentário mostrando as semelhanças do paganismo com o culto cristão que estão no filme Zeitgeist, the Movie (2007):
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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Epitacio Pessoa em Qui Maio 17, 2012 10:10 pm

    MAS PELO MEMNOS NO DIABO VC. CRÊ , NÉ ? !!!
    FAZ FAVOR CREIA EM ALGUMA COISA...!!!!!!!!

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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Fco Oliveira em Sex Maio 18, 2012 11:00 am

    O amado já falou com o Diabo ou o viu para que eu acredite na sua existência? O que você tem para garantir que ele realmente existe? Têm algum sinal em seu corpo, que possa provar a existência dele?

    Meu irmão, nós somos realistas, olhamos nos olhos e depois falamos! O homem sábio não julga pelo o que ouviu alguém dizer, mas olha nos olhos do autor para depois dá o veredicto do sim ou do não.

    Este negócio de crê em fatasma, mito, contos de fadas, só existe um aimal na face da terra que tem o dom de ver fantasma, o burro, só tem um problema, o sujeito não fala Português para nos dizer como o fatasma é.

    Crê no Yeshua do judaísmo messianico ou no Jesus Cristo do cristianismo é a mesma coisa, se a própria bíblia dos cristãos e as escrituras sagradas dos judeus estão provando que este Messias não existe, como é que nós vamos aceitá-lo como nossa salvador? De jeito nenhum!
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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Epitacio Pessoa em Qui Maio 24, 2012 8:33 pm

    INFELIZMENTE PARA VC. NÃO HAVERA A MANIFESTAÇÃO DO ESPIRITO. A MESMA QUE OCORREU EM JERUSALEM, ATOS 2. PODE ATÉ DIZER QUE NÃO EXISTE, REALMENTE PARA VC. NÃO. MAS TEM MUITOS QUE MANIFESTAM ISTO NOS DIAS DE HJ. NITIDA E CLARAMENTE. PESSOAS QUE SEM SABER FALAR DIREITO O SEU IDIOMA, FALA FLUENTEMENTE OUTRA LINGUA.! VAI QUERER NEGAR ISTO TAMBEM? E VEJA FOI ESCRITO NO NOVO TESTAMENTO, O QUAL VC. DESPREZA. POBRE ALMA INFELIZ A SUA !!!!!!!

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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Fco Oliveira em Sex Maio 25, 2012 10:56 am

    De maneira nenhuma, eu já vi e posso testemunhar que isto é verdade! Só que tem um grande problema, o ser/espírito que fala na boca desta pessoa, vive em lugar estranho, na macumbaria, no candoblé e no espiritísmo e em outros lugares horriveis que para os crentes nem é licito entrar lá;

    Como é que você pode admitir que este espírito é o Espírito de Deus? Então o amado não conhece o Espírito de Deus! Pois é impossivel, que de uma boca que profere mentiras, enganos e morte, como de um médium do candoblé, possa habitar o Espírito Santo do Todo Poderoso Deus, eu não acredito!

    Eu cheguei na casa de meu velho pai, no ano de 1986, em Medicilândia Pará, estava lá um feiticeiro chado Trocate, que estava aliciando meu pai a ser um dos enganados dele; então por duas longas horas, eu o ouvi, falar das maravilhas que o seu mentor, um tal de Caboclo Exú fazia no meio do terreiro do Trocate.

    Foi então que eu vi o meu velho pai entusiasmado com o que o Trocate falava e então resolvi intervir na conversa e fui muito mal interpretado e agradido verbalmente pelo o tal Caboclo que abaixou logo em seguido no tal Trocate.

    Já comessou falando da minha vida, que não gostava de mim etc etc e tal; foi ai que surgiu o assunto do dom do Espírito Santo de falar noutras línguas e fui surpreendido em seguido, pois, o tal Caboclo falava em todas as línguas do mundo na boca daquele velho feiticeiro que nem saber ler sabia.

    Me deu várias provas, depois que eu liguei o radio e sintonizei em várias radias estrangeiras e em todas ele repetiu simultaneamente igual. Procurei o meu cooperador na época chamado ir. Jorge que atendia em Medicilândia e ele não soube me explicar o tal fenômeno e você sabe explicar este M.I.S.T.E.R.I.O!

    Na época eu não sabia que o tal Caboclo que atua nestes ambientes é o mesmo Jesus dos crentes, hoje eu sei, que se trata do mesmo espírito enganador que te enganou meu amado e está levando ao mundo do engano milhões de pessoas simples e leigas à perdição, como você!
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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Epitacio Pessoa em Sab Maio 26, 2012 11:26 pm



    Veremos a seguir então do que se trata esse intenso debate, apenas mencionaremos alguns dos deuses mitológicos seguidos de suas aparentes semelhanças com Jesus Cristo.

    Horus, deus egípcio :

    • Nasceu no dia 25 de dezembro de uma virgem

    • Nascimento acompanhado de uma estrela no leste

    • Adorado por três reis

    • Era um mestre aos 12 anos

    • Foi batizado com 30 anos

    • Tinha 12 discípulos

    • Fazia milagres

    • Foi traído, crucificado e morto

    • Depois de três dias ressuscitou

    • Considerado filho de Deus

    • Caminhou sobre as águas

    • Foi transfigurado numa montanha


    Attis, deus frígio :

    • Considerado filho de Deus

    • Nascido de uma virgem no dia 25 de dezembro

    • Considerado um salvador que foi morto pela salvação da humanidade

    • Seu “corpo” como pão era comido pelos adoradores

    • Ele era tanto o divino Filho como o Pai

    • Numa sexta-feira ele foi crucificado numa árvore

    • Levantou-se depois de três dias como “Deus todo-poderoso”


    Krishna, deus hindu :

    • Nascido de uma virgem no dia 25 de dezembro

    • Seu pai terreno era carpinteiro

    • Seu nascimento foi assinalado por uma estrela ao leste

    • Visitado por pastores que o presentearam

    • Foi perseguido por um tirano que ordenou o assassínio de infantes

    • Operava milagres e maravilhas

    • Usava parábolas para ensinar as pessoas sobre caridade e amor

    • Foi transfigurado diante dos discípulos

    • Foi crucificado aos 30 anos

    • Ressuscitou dos mortos e ascendeu aos céus

    • Era a segunda pessoa da trindade

    • Deverá retornar para o dia do juízo em um cavalo branco


    Dionysus, deus grego:

    • Nascido de uma virgem no dia 25 de dezembro

    • Era um mestre viajante que operava milagres

    • Andou em um burro durante uma procissão

    • Transformava a água em vinho

    • Era chamado “Rei dos Reis”e “Deus dos deuses”

    • Considerado “filho de Deus”, “único filho”, “salvador”, “redimidor”, “ungido”, e o “Alfa e o ômega”

    • Foi identificado como um cordeiro

    • Pendurado num madeiro


    Mitra, deus persa:

    • Nascido de uma virgem no dia 25 de dezembro

    • Era um mestre viajante

    • Tinha 12 discípulos

    • Prometia imortalidade aos seus seguidores

    • Sacrificou-se pela paz mundial

    • Realizava milagres

    • Foi enterrado em uma tumba e ressuscitou 3 dias depois

    • Instituiu uma ceia santa

    • Foi considerado o Logos, redimidor, Messias e “o caminho, a verdade e a vida”

    O detalhe primordial para a compreensão dessa teoria é que há evidências históricas de que todos esses deuses eram amplamente conhecidos pelo menos um século antes de Cristo. Diante dos paralelos encontramos acusações como as de Timothy Freke e Peter Gandy, dois dos maiores defensores da teoria do Jesus-Mito pagão:

    Por que nós consideramos as histórias de salvadores como Osíris, Dionísio, Adônis, Attis, Mitra e outros deuses pagãos fábulas, porém ao encontrarmos essencialmente a mesma história contada em um contexto judeu, acreditamos ser a biografia de um carpinteiro de Belém?3

    Quando percebemos tantas semelhanças entre a mitologia pagã e o Jesus do cristianismo parece difícil, à primeira vista, não chegar à conclusão que “Jesus foi um deus pagão...e o cristianismo foi produto herético do paganismo!”.4 Não somente é um mito, mas uma versão judaica de um mito pagão!

    A idéia central é basicamente que o deus principal era Osiris-Dionísio e foi consistentemente assimilado por outras culturas locais, dando origem, portanto, ao deus Dionísio na Grécia, que depois formou Attis na Ásia Menor, Adônis na Síria, Bacco na Itália, Mitra na Pérsia e assim por diante. Suas formas eram muitas, mas essencialmente eles eram apenas diferentes versões do mesmo deus, Osiris-Dionísio.

    Para verificar a plausibilidade dos argumentos veremos a seguir a história do surgimento e desenvolvimento da teoria, seguido de uma análise dos fatos.

    História da teoria

    Ao lermos os livros e artigos a respeito da teoria do “Jesus Mito” percebemos um tom de novidade e de descoberta. Porém, estudando a posição acadêmica deísta do século XVIII e XIX vemos que essa percepção implícita está longe de ser verdadeira. Os antecedentes dessa teoria podem retroceder até aos pensadores da Revolução Francesa, como Constatin-François Volney e Charles François Dupuis, na década de 1790. Em artigos publicados nessa década ambos discutiram os numerosos mitos antigos, incluindo a vida de Jesus, que segundo eles eram baseados no movimento do sol através do zodíaco.

    Dupuis especialmente identificou rituais pré-Cristãos na Síria, Egito e Pérsia representando o nascimento de um deus por uma virgem. Os trabalhos de Volney e Dupuis rapidamente se espalharam e produziram diversas edições.

    Porém, sua influência até mesmo na França não passou da primeira metade do século XIX com o desenvolvimento do conhecimento a respeito da mitologia e com as informações corretas sobre o início do cristianismo e seu desenvolvimento.

    Dupuis destruiu a maior parte de seu material por causa da reação violenta que provocou. De acordo com ele “um grande erro é mais fácil de ser propagado do que uma grande verdade, por que é mais fácil crer do que racionalizar, e por que pessoas preferem as maravilhas dos romances à simplicidade da história”.5

    O primeiro defensor acadêmico da teoria do Cristo na mitologia foi o historiador e teólogo do século XIX, Bruno Bauer. Thomas William Doane, em 1882, publicaria “Bible Myths and their Parallels in Other Religions” e Samuel Adrianus Naber, em 1886, escreveria “Verisimilia.

    Laceram conditionem Novi Testamenti exemplis illustrarunt et ab origine repetierunt”, analisando os mitos gregos “escondidos” na Bíblia. A raiz, porém, do paralelismo de Jesus com deuses pagãos encontra sua origem na escola “História das Religiões”, que se desenvolveu na segunda metade no século XIX.

    Mais ou menos na metade do século XX, esse ponto de vista havia sido largamente respondido e deixado de lado, até mesmo por acadêmicos que viam o cristianismo como simplesmente uma religião natural.

    A teoria que havia uma ampla adoração da morte e ressurreição do deus da fertilidade Tammuz, na Mesopotamia, Adonis, na Síria, Attis, na Ásia Menor, e Osíris, no Egito foi proposto porque colecionou uma grande quantidade de paralelos na quarta parte de seu trabalho monumental The Golden Bough ( 1906, reimpresso em 1961).

    Na década de 1930, três acadêmicos franceses, M. Goguel, C. Guignebert, e A. Loisy, interpretaram o cristianismo como uma religião sincretista formada sob a influência das religiões de mistério helenísticas

    Recentemente, Earl Doherty, Robert M. Price e George Albert Wells re-popularizaram a teoria. Também tem sido defendido com afinco por Timothy Freke e Peter Gandy que se popularizaram com a divulgação do livro “The Jesus Mysteries” e “Jesus and the Lost Goddess”.

    D. M. Murdock (pseudônimo Acharya S.) já publicou três livros em defesa da teoria do Cristo da mitologia. Ela argumenta que os evangelhos foram criados no II Século para competir com outras religiões populares da época.

    Acreditamos que uma série de fatores contribuíram para o retorno desta teoria: o interesse pós-moderno em espiritualismo, a crescente falta de embasamento histórico e o acesso pronto à informação não-filtrada através da internet.

    Analisando a reação de épocas posteriores com respeito à teoria considerada neste trabalho, Edwin Yamauchi provavelmente tem razão em sua afirmação de que “esta visão tem sido adotada por muitos que pouco se dão conta de suas frágeis fundações”.6

    A resposta

    Finalmente, depois de analisarmos a acusação que sofre a religião Cristã e verificarmos como esta acusação começou e com quem, vamos agora para o exame da mesma e a confirmação de sua confiabilidade.

    Por motivo da falta de espaço, iremos analisar detalhadamente apenas os dois aspectos mais importantes dos paralelismos: o nascimento virginal e a ressurreição dos mortos.

    Nascimento Virginal

    O centro de todo o desentendimento quanto aos paralelos do nascimento virginal dos deuses pagãos com os de Jesus começa já na sua definição. De acordo com o relato de Mateus e Lucas, a definição que encontramos do nascimento de Jesus é de Maria sendo virgem e Jesus sendo fecundado pela operação do Espírito Santo.

    Porém, não há qualquer relato entre as Religiões de Mistérios que relembre esta situação. A definição dos críticos de nascimento virginal é uma fecundação resultante de um casamento sagrado (entre um casal de deuses) ou fruto do ato sexual entre um deus disfarçado de ser humano e uma mulher mortal (hieros gamos).

    Tecnicamente, o que está em questão é a perda ou a preservação da virgindade no processo da concepção. Maria simplesmente “achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mateus 1:18) antes de casar-se e antes de “conhecer” um homem.

    Portanto, aconteceu sem a interferência de homem ou qualquer forma de conjunção carnal. Se os autores bíblicos tinham qualquer referência anterior, essa seria a citação feita por Mateus de Isaías 7:14.

    Em uma das histórias de Dionísio, Zeus foi a Perséfone em forma de serpente e a engravidou, portanto sua virgindade foi tecnicamente perdida. Na versão mais conhecida, Zeus se apaixonou por Semele, princesa da casa de Times.

    Zeus veio a ela disfarçado de homem mortal e logo Semele estava grávida. Hera, rainha de Zeus, inflamada de ciúmes, se disfarçou como uma mulher idosa e foi até a casa de Semele. Quando Semele revelou seu caso com Zeus, Hera sugeriu que a história de que Zeus era o rei dos deuses poderia ser uma mentira e que talvez ele fosse um mero mortal que inventou a história para que ela dormisse com ele.

    Quando Zeus foi visitá-la novamente, ela pediu por apenas uma coisa. Zeus jurou que daria a ela o que quisesse. “Apareça a mim como você aparece a Hera”. Relutantemente, mas verdadeiro à sua palavra, Zeus apareceu em toda sua glória, queimando Semele às cinzas. Hermes salvou o feto e levou até Zeus que o costurou a sua coxa e três meses depois deu a luz a Dionísio.

    7 A história claramente não é comparável ao relato bíblico e, além disso, só existem relatos pós-cristãos. Os deuses e deusas antigos eram típica e muito explicitamente sexuais e ativos, até por que, para o mundo antigo, grandeza era comumente associada com a geração física de um deus. Esse elemento está completamente ausente do relato da concepção virginal de Jesus.

    No mito de Horus, o engano continua. De acordo com The Encyclopedia of Mythica , depois de Osíris (pai de Horus) ser assassinado e mutilado em catorze pedaços por seu irmão Set, a esposa de Osíris, a deusa Iris ,a reaveu e remontou o corpo, e em conexão pegou o papel da deusa da morte e dos direitos funerais. Isis engravidou-se pelo corpo de Osíris e deu a luz a Horus nos rios de Khemnis, no Delta do Nilo.8

    O relato está muito distante da realidade bíblica, apesar de uma concepção necrofílica ser miraculosa. Mesmo na imagem encontrada em Luxor com Thoth anunciando a Isis que ela conceberia a Horus, a ordem é a concepção e depois o anúncio, enquanto que os evangelhos declaram o anúncio e depois a concepção.

    Na pesquisa de Raymond Brown a respeito das narrativas a respeito do nascimento de Jesus ele avalia os exemplos de “nascimentos virginais” não-cristãos e sua conclusão é: Em suma, não há nenhum exemplo claro de concepção virginal no mundo ou nas religiões pagãs que plausivelmente poderia ter dado aos judeus cristãos do primeiro século a idéia da concepção virginal de Jesus.9

    Ressurreição

    Segundo Paulo, o maior fundamento da fé cristã é a crença na morte e ressurreição de Jesus (I Cor. 15:13, 14). Ainda no início do capítulo de 1 Coríntios 15, os exegetas do Novo Testamento encontram fortes evidências para defender a realidade do fato da ressurreição.

    E foi justamente nesta pedra fundamental que os críticos aproveitam para divulgar os paralelismos com personagens das religiões de mistério e das deidades que experimentaram morte e ressurreição.

    A idéia do paralelo entre os deuses que morrem e ressuscitam e o conceito cristão da morte e ressurreição de Jesus foi popularizada pelo livro de James Frazer, The Golden Bough , primeiro publicado em 1906. Segundo ele e muitos outros críticos da modernidade, não há qualquer diferença entre a ressurreição de Jesus e daquelas deidades que eram conhecidas pela mitologia.

    Não é senão a partir do III século A.D. que encontramos suficiente material a respeito das religiões de mistério que permitam uma relativa reconstrução de seu conteúdo. Muitos escritores utilizam-se deste material (depois de 200 A.D) para formular reconstruções das religiões de mistério dos séculos anteriores. Essa prática, porém, é extremamente anti-acadêmica e não pode permanecer sem desafios.10

    Na realidade, segundo Pierre Lambrechts, os textos que referem-se à ressurreição são muito tardios, do segundo ao quarto século A.D.11 A aparente ressurreição de Adonis, por exemplo, não tem sequer uma evidência, nem nos textos antigos nem nas representações pictográficas. Quanto à ressurreição de Attis, não há qualquer sugestão que ele foi um deus ressurreto senão até depois de 150 A.D.12

    Há ainda o famoso caso da ressurreição do deus Osíris. Nossa versão mais completa do mito de sua morte e ressurgimento é encontrada em Plutarco, que escreveu no segundo século A.D. De acordo com a versão mais comum do mito, Osíris foi assassinado por seu irmão que então o afundou em um caixão no rio Nilo.

    Ísis descobriu o corpo e o levou de volta ao Egito. Mas seu cunhado mais uma vez ganhou acesso ao corpo, dessa vez o desmembrando em catorze pedaços, os quais ele jogou longe. Depois de muita procura, Ísis recuperou cada pedaço do corpo. É nesse ponto que a linguagem utilizada para descrever o que se seguiu é crucial.

    Algumas vezes aqueles que contam a história se contentam em dizer que Osíris voltou à vida, mesmo que isso passe longe daquilo que o mito permite dizer. Alguns escritores ainda vão mais longe ao falar sobre a “ressurreição” de Osíris. Ísis restaura o corpo de Osíris e ele é colocado como um deus do mundo dos mortos. Roland de Vaux complementa dizendo:

    O que significa Osíris ter “levantado para a vida”? Simplesmente que, graças à ministração de Ísis, ele pode levar uma vida além da tumba que é quase uma perfeita réplica da existência terrestre. Mas ele nunca mais voltará a habitar entre os viventes e reinará apenas sobre os mortos... Este deus revivido é, na realidade, um deus “múmia”.13

    Em outras palavras, Osíris é uma deidade que morre, mas não um que ressuscita. Ele é sempre retratado em forma mumificada. Além disso, de acordo com Wilbur Smith, uma das maiores autoridades em religiões antigas, “não há nada nos textos que justifiquem a presunção que Osíris sabia que iria levantar dos mortos, e que se tornaria rei e juiz dos mortos, ou que os Egípcios acreditavam que Osíris morreu em seu favor e que retornou a vida para que eles pudessem levantar da morte também”.14

    Vale à pena lembrar também que durante o estágio posterior da religião de mistérios, a deidade masculina do culto a Ísis não era mais Osíris, mas Serapis. Serapis é freqüentemente figurado como um deus do Sol, e fica muito claro que ele não era um deus morto e, conseqüentemente, não ressuscitou. Essa foi a versão em circulação a partir de 300 a.C. até os séculos do início do cristianismo.

    Portanto, não tinha absolutamente nada parecido com um deus-salvador que morre e ressuscita na era cristã.15 Portanto, como escreveram os autores do livro “Reinventing Jesus”, Komoszewski, Sawyer e Wallace , a “ressurreição” de Osíris está mais parecido com a história de Frankenstein do que a de Jesus.

    Mudando de deidade, outro muito mencionado por sua suposta história de reaparição dos mortos é o de Cybele e Áttis. Cybele era uma figura muito adorada no mundo helenístico; o rito para ela antigamente incluía um frenesi nos adoradores homens que os levava a se castrarem.

    Encontramos especialmente três mitos diferentes com respeito à vida de Áttis. De acordo com um dos mitos, Cybele amava um pastor de ovelhas chamado Áttis. Por Áttis ter sido infiel, ela o levou a loucura. Tomado de loucura, Áttis castrou-se e morreu. Isso encaminhou Cybele a um luto muito forte e introduziu a morte ao mundo natural.

    Mas então Cybele restaura Áttis à vida, um evento que também trouxe o mundo da natureza à vida. As pressuposições do intérprete tendem a determinar a linguagem usada para descrever o que se segue à morte de Áttis. Referem-se a ela descuidadamente como “ressurreição de Áttis.”

    Não há nada que se pareça uma ressurreição corpórea no mito, que sugira que Cybele só podia preservar o corpo morto de Áttis, ou seja, ele volta a vida de forma praticamente vegetativa, pois o mito menciona que os pêlos do seu corpo continuaram a crescer e que ele movimentava um de seus dedos.

    Em algumas versões do mito, Áttis volta à vida na forma de uma árvore. Nem nesse e nem nas outras três histórias, encontramos morte e ressurreição ou qualquer coisa semelhante ao que vemos nos evangelhos.

    Foi somente em celebrações posteriores pelos romanos (depois de 300 A.D.) que algo remotamente semelhante ocorre. A árvore que simbolizava Áttis foi cortada e enterrada dentro de um santuário. Na outra noite, a “tumba” da árvore estava aberta e a “ressurreição de Áttis” foi celebrada. A linguagem, porém é ambígua e os detalhes sobre o culto são remotos; todo o material é muito tardio.

    Nas comparações com Krishna, as respostas se tornam ainda mais fáceis de dar. Segundo especialistas em hinduísmo, Krishna foi morto por um caçador que acidentalmente atirou em seu calcanhar. Ele morreu e ascendeu.

    Não houve qualquer ressurreição e ninguém o viu ascender. Mesmo que o mito da ascensão de Krishna traga algum desconforto, ele pode ser rapidamente resolvido com as declarações de Benjamin Walker em seu livro “ The Hindu World: An Encyclopedia Survey of Hinduism ”: “não pode haver qualquer dúvida que os hindus pegaram emprestado os contos [do cristianismo], mas não o nome”.

    16 Por estes paralelos virem do Bhagavata Purana e o Harivamsa, Bryant acredita que o Bhagavata Purana seja “anterior ao sétimo século A.D. (apesar de alguns acadêmicos considerarem do século 11 A.D.)” e que o Harivamsa tenha sido composto entre o quarto e o sexto século.

    O mesmo caso de datação tardia acontece com o mito de Mitra (a partir do primeiro século A.D.) e o caso de histórias completamente diversas à morte e ressurreição de Cristo acontece com Dionísio e Horus.

    Apesar de ser chocante às mentes religiosas ocidentais, é senso comum dentro da história das religiões que imortalidade não é uma característica básica da divindade. Deuses morrem. Alguns deuses simplesmente desaparecem, alguns somente para retornar novamente depois e alguns para reaparecer freqüentemente.

    Todas as deidades que foram identificadas como fazendo parte da classe de deidades que morrem e ressuscitam podem ser colocados sob duas classes maiores: deuses que desaparecem e deuses que morrem. No primeiro caso, as deidades retornam, mas não haviam morrido, e no segundo caso, os deuses que morrem, mas não retornam.

    Nenhum desses paralelos, para a concepção judaica, ressuscitou dos mortos, e para alguns acadêmicos hoje paira a dúvida se literalmente existe algum deus que experimentou a morte e a ressurreição. Uma citação muito interessante explica a realidade da teoria:

    Desde a década de 1930...um consenso tem se desenvolvido que os ‘deuses que morrem e ressuscitam' morreram mas não retornaram ou levantaram-se para viver novamente...Aqueles que pensam diferente são vistos como membros residuais de espécies quase extintas.17

    Outras Diferenças substanciais

    Analisamos brevemente as semelhanças e as diferenças dos deuses da morte-levantamento e das Religiões de Mistério com Jesus nos seus aspectos principais. A seguir colocaremos algumas outras diferenças marcantes que não poderiam passar despercebidos.

    • Em todos os casos de deuses que morrem, eles morrem por compulsão e não por escolha, às vezes por orgulho ou desespero, mas nunca por amor sacrifical.18

    • Não há qualquer evidência de religiões de mistério inseridos na Palestina das três primeiras décadas do primeiro século. Não haveria tempo suficiente para que os discípulos fossem influenciados pelos mistérios se eles estivessem dispostos a ser, que não era o caso.

    Quando a influência dos mistérios atingiu a Palestina, principalmente através do gnosticismo, a igreja primitiva não aceitou, mas renunciou vigorosamente os mitos pagãos. A falta de sincretismo dificulta a concepção.

    • Os deuses que morrem e ressuscitam segundo os mitos, nunca morreram por outra pessoa (vicariamente), e nunca anunciaram morrer pelo pecado. A idéia de uma aliança substitutiva pelo homem é totalmente única ao cristianismo. Além disso, Jesus morreu uma vez por todos os pecados, enquanto os deuses pagãos eram freqüentemente deuses de vegetação que imitavam os ciclos anuais da natureza aparecendo e morrendo diversas vezes.

    • Jesus morreu voluntariamente e sua morte foi uma vitória e não uma derrota, ambos os aspectos são contrários aos conceitos pagãos.19

    • Similaridade não prova dependência. Movimentos sociais e religiosos freqüentemente compartilham formas de expressão ou práticas similares. Não é de se surpreender que encontrássemos paralelos em qualquer religião a respeito de vida após a morte, identificação com uma deidade, ritos de iniciação ou um código de conduta.

    Se uma religião deseja atrair conversos, precisa apelar para as necessidades e desejos universais dos seres humanos. Mas isso não indica dependência! Em qual cultura, por exemplo, que a imagem de lavar-se em água não significa purificação? O que importa, entretanto, não é a semelhança das palavras e práticas, mas os significados anexados a eles.

    A fim de provar um caso de dependência é necessário demonstrar uma semelhança na essência e não só na forma. Os escritores normalmente exageram similaridades formais, enquanto ignoram diferenças essenciais entre a história de Jesus e os variados mitos pagãos.

    • Os pagãos nesse período não estavam confusos quanto à exclusividade da Igreja, e chamavam os cristãos de ‘ateus' por causa de sua indisponibilidade fundamental de ceder ou sincretizar. Como J. Machen explica, os cultos de mistério eram não-exclusivistas: “Um homem poderia ser iniciado nos mistérios de Ísis ou Mitras sem ter que abrir mão de suas crenças anteriores; mas se ele quisesse ser recebido na Igreja, de acordo com a pregação de Paulo, deveria abrir mão de todos os outros salvadores para o Senhor Jesus Cristo... Dentre o sincretismo predominante do mundo greco-romano, a religião de Paulo, assim como a religião de Israel, permanece absolutamente distinta”.20

    • A cronologia está toda errada. As crenças básicas do cristianismo existiam no primeiro século, enquanto que o total desenvolvimento das religiões de mistério não aconteceu até o segundo século.

    Historicamente, é muito improvável que qualquer encontro teve lugar entre o cristianismo e as religiões de mistério pagãs até o terceiro século. Até hoje não há evidência arqueológica de religiões de mistério na Palestina do início do primeiro século.

    21 A história das influências pode ser dividida em três períodos: Primeiro período (1-200 A. D), as religiões de mistério eram restritas e não exerciam influências nas outras religiões. Se há qualquer influência, ela é na direção contrária: cristianismo influenciou os cultos.

    Segundo período (201-300 A. D), depois de o cristianismo ter se espalhado pelo mundo romano, as religiões de mistério se tornaram mais ecléticas, suavizando doutrinas severas e conscientemente oferecendo uma alternativa ao cristianismo (aparece o culto a Cybele oferecendo a eficácia do banho de sangue, que antes era de vinte anos, para um período que ia de vinte anos à eternidade), competição com o cristianismo. Terceiro período (301-500 A.D), Cristianismo passou a adotar a terminologia e ritos dos cultos de mistério (e.g., 25 de dezembro).22

    • Como um judeu devoto, o apóstolo Paulo nunca teria considerado pegar emprestados seus ensinamentos de religiões pagãs (Atos 17:16; 19:24–41; Rom 1:18–23; 1 Cor. 10:14), assim como João (1 João 5:21). Não há a mínima evidência de crenças pagãs em seus escritos.

    • Como uma religião monoteísta com um corpo de doutrinas coerente, o cristianismo dificilmente poderia ter pegado emprestado de um paganismo politeísta e doutrinariamente contraditório.

    • Os críticos parecem ignorar completamente o pano-de-fundo hebraico do cristianismo. Quase nenhuma atenção é dada ao rico pano de fundo hebraico no Novo Testamento e o cristianismo primitivo.

    Termos como “mistério”, “ovelha sacrificada” e “ressurreição” em vez de vir dos mitos pagãos como os escritores sugerem, são baseados nas crenças judaicas encontradas no Antigo Testamento. Além disso, os manuscritos do mar Morto têm vertido muita luz em práticas judaicas que se escondem atrás do Novo Testamento como o batismo, comunhão e bispos.

    • O cristianismo está baseado em eventos da história, não mitos. A morte dos deuses de mistério aparece em dramas místicos sem nenhuma conexão histórica.

    • Se houve qualquer empréstimo, foi na outra direção. À medida que o cristianismo crescia em influência e se expandia, os sistemas pagãos, reconhecendo a ameaça, provavelmente pegariam alguns elementos do cristianismo.

    Por exemplo, o rito pagão do banho em sangue de touro (taurobolium) inicialmente tinha sua eficácia espiritual de vinte anos. Mas assim que a competição com o cristianismo começou, o culto a Cybele, aumentou sua eficácia de seu rito “de 20 anos a eternidade”23 quase equivalendo assim, à eternidade prometida aos cristãos.

    • O conteúdo moral de amor e compaixão, bondade e ações de caridade eram completamente diferentes. A forma cristã de humildade, permitindo que o próximo bata nas duas faces e o próprio exemplo de Jesus utilizando Seu poder apenas para o bem diferencia seriamente daquilo que vemos na mitologia pagã.


    Conclusão

    Depois de revisar muitos artigos e livros a respeito da teoria do Cristo na mitologia pagã, tanto dos críticos quanto dos defensores, é difícil não se questionar como esta teoria pode ter se desenvolvido e se propagado da forma como foi e tem sido:

    1- O conceito de nascimento virginal encontrado nos mitos pagãos em contraste com o relato bíblico diferem em muito.

    2- Ressurreição de acordo com o conceito judaico e cristão não é percebido nos mitos pagãos, mas sim deuses que desaparecem mas não morrem e deuses que morrem mas não reaparecem.

    3- A datação dos materiais que podemos usar para ter uma idéia de como eram esses deuses é bastante posterior ao início do cristianismo, não podendo, portanto, ter tido influências no seu desenvolvimento. Se houve influências, foi do cristianismo para o paganismo.

    4- Todo o relato do nascimento, vida e morte de Jesus é completamente único ao cristianismo e contém uma originalidade não encontrada nos mitos pagãos.

    A conclusão da completa falta de argumentos confiáveis e verossímeis é clara e óbvia e, nas palavras de Ronald Nash:

    Esforços liberais de desacreditar a revelação singular cristã através dos argumentos da influência das religiões pagãs destroem-se rapidamente a partir da verificação completa das informações disponíveis. É claro que os argumentos liberais exibem academicismo incrivelmente ruim e com certeza, essa conclusão está sendo muito generosa.24

    Fica claro que a melhor conclusão a ser feita é aquela do livro em que encontramos a verdadeira revelação da verdade e da fonte do mistério da vida, morte e ressurreição de Jesus: a Bíblia. Por que “ não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”, o único problema é que Nome é este que ninguém sabem qual é.

    Epitacio Pessoa

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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

    Mensagem por Fco Oliveira em Ter Out 09, 2012 8:02 pm



    O ser humano é uma máquina!


    Jorge Viana Ontem à(s) 20:50

    Eis aí uma nova religião

    Depois de percorrer inúmeras religiões por longos 42 anos, sem nunca eu ter obtido respostas para as muitas perguntas (quem sou de onde vim, porque vim o que faço eu aqui, para onde vou e etc e qual é a verdadeira religião, pois todas elas dizem ser a única verdadeira).

    Acabei reconhecendo que hoje estou ainda mais confuso e desiludido do que antes, quando eu nada conhecia em matéria de “deus”, religiões e coisas do gênero.

    Eu cheguei a seguinte conclusão: de que todas essas inúmeras religiões
    espalhadas por aí, têm certo cunho de verdade, ou de realidade, mas que na conclusão dos fatos, todas são um amontoado de fábulas e mitos de coisas inexistentes!

    Mas que em dado momento algum ingênuo ou espertalhão inventou e saiu a espalhar pelo mundo afora, sempre (é claro); encontram alguns
    desavisados que aderirá a mais esse grupo que oferece alguma solução miraculosa para os muitos problemas que existem nas vidas de cada um!

    E com isso também surgiram alguns espertinhos que se “antenaram” e acabaram por descobrir um riquíssimo veio de ouro, uma rendosa forma de vida fácil, e muitos conseguem amontoar fabulosas fortunas à custa dos trouxas!



    Seja Deus/Elohim, Jesus/Yeshua, Maria/Miryan, Gurus/José/Yoshef, Pais de santos, Exus, Buda, Profeta Maomé, Zeus, Ete,s, ou qualquer coisa que o valham; todos, mas todos mesmos são da mesma laia, pois nenhum deles é capaz de no mínimo se identificar e mostrar as caras se fazendo conhecer e tirar todas essas duvidas e contendas religiosas da humanidade.


    Sobre quem realmente é “Deus do cristianismo ou Elohim do judaísmo”, e quem realmente é o impostor!

    Até para que as coisas se esclareçam de uma vez por todas e acabem com essas guerras religiosas, com matanças em nome dos seus deuses, pois até hoje ninguém jamais conseguiu comprovar e convencer qual realmente é o verdadeiro “Deus” a quem devemos adorar e cultuar.

    Haja vista que todos esses “deuses” mencionados, não ligam á mínima para ninguém, (bastando para isso, que se olhe para os milhares de pessoas que moram em baixo de viadutos, os estupros de crianças);

    E muito menos para o que está acontecendo no planeta
    terra, cito a guerra no Iraque, por exemplo e ainda existem alguns tolos que insistem em acreditar e confiar no tal de amor de Deus, e que “Deus é amor”!

    Eu Jorge Viana desafio a quem quer que seja a provar que em algum dia tivesse um real contato com alguns desses “Senhores Deuses” aqui mencionados, eu pago pra ver!

    A grande verdade é que ninguém sabe nada mesmo!

    Chega dessas babaquices de: ti, ti, tis e blá, blá, blás!
    Uma coisa é certa: –que para esses “Deuses” (se é que eles existem), o ser humano é simplesmente algo muito insignificante para eles, tanto é, que, eles sequer se importam em pelo menos se revelarem a nós;

    Muito menos ainda em exclarecer alguma coisa a respeito de nossa existência aqui na terra e ainda toda essa confusão no que diz respeito à vida (nascimento, envelhecimento, doenças e o porquê da morte)!

    Ora, não me venham com essa de que “Deus falou comigo através do Espírito Santo ou através de médiuns ou através de canais” (eu desfio que provem, provem!!!)

    Mesmo porque eu facilmente posso dizer que um mosquito falou
    comigo! E agora? Duvidam? Duvidem!!! Ta vendo? É fácil, não é mesmo???

    Sendo assim; isso também me dá o direito de criar ou inventar a minha própria religião ou mais uma nova fábula! Todos prontos? - então se preparem, aí vai, eu acho; que:

    1) - os Deuses descrito na bíblia que eram visto pelos os humanos éram Etês?

    Em algum momento lá nos primórdios do passado; raças alienígenas de outros planetas tivessem escolhido a terra para explorar alguma cousa (talvez minérios), e aqui se estabeleceram, por algum tempo, e para que pudessem realizar os seus intentos;

    Tenham criado a raça humana, (seus próprios clones usando seus próprios DNA, (segundo a bíblia) para que lhes servissem como
    escravos).

    Mas com a chegada de muitos invasores, de vários planetas (daí o porquê de toda essa miscigenação de raças que povoam a terra; brancos amarelos, negros, e todas essas variedades de línguas faladas em um mesmo planeta).



    Observem como um ser humano é uma perfeita máquina, criada especificamente para trabalhos braçais ou um legítimo automóvel.

    Notem: começando pela boca: Dentes para triturar os combustíveis, saliva para iniciar uma boa combustão, esôfago como condutor até o tanque de combustível, estomago para preparar a combustão, sangue que serve como combustível;

    O coração como bomba para sugar e distribuir o combustível, rins para filtrar o combustível, nariz e pulmões para oxigenar o ar fazendo a mistura da combustão, intestino grosso reto como cano de descarga, anus como válvula de escape, e as fezes que são os dejetos, gás carbônico.

    Os órgãos genitais, como reprodutores de novas máquinas, tudo perfeitamente calculado para fazer a máquina se auto funcionar; aí então vem o funcionamento, como os braços para apanhar as cousas!

    As pernas para fazerem a máquina se mover, olhos para guiar a máquina.
    O cérebro que é o sistema central, a memória, o esquema diretor e condutor que controla todos os movimentos da máquina.

    Resumindo: o ser humano, nada mais é do que um utensílio, um instrumento, um robô, criado pelos Etês, para servi-los nos trabalhos forçados e de graça.

    Só que por alguma razão desconhecida, os Deuses ETÊS, sumiram da terra e abandonaram as máquinas, as quais aqui permaneceram e continuaram a se reproduzir de uma forma descontrolada, e sem saber o porquê de sua existência, só o que se sabe é que temos que trabalhar para comer, comer para viver, viver para morrer, e nada mais.


    E nada disso é verdade o que as religiões inventaram; como nós
    sermos filhos de “Deus”, para amá-lo e sermos amados por ele (note que a bíblia nos chama de servos de Deus e escravos de Cristo) – que tal trocar o Deus e o Cristo por ETÊS?

    A) - talvez tenham ocorrido alguns conflitos entre eles, possivelmente com armas nucleares, e isso pode ter levado a uma contaminação de todo o planeta terra, por algum tipo de irradiação, gerando isso que conhecemos como vírus, doenças envelhecimento e por fim a morte!

    B) – poderia também ter ocorrido algum erro na manipulação do DNA, “a árvore do conhecimento do bem e do mal, o que ocasionou o pecado, no latim - pecato =errar o alvo, que causou a morte” (segundo a bíblia)!

    E com isso terem acidentalmente gerado alguns tipos de vírus e bactérias; as quais fugiram dos seus controles e se disseminaram por todas as suas criações, contaminando todas as raças e consequentemente toda a terra.

    Fazendo com que eles tivessem que abortar a missão, e as pressas se evadissem do planeta; esta contaminação poderia explicar o porquê das doenças, envelhecimento e morte!

    Vendo o mal que causaram e se sentindo impotentes para erradicá-lo, não tiveram alternativa que não fosse abandonar a terra com todas as suas criaturas as suas próprias sortes, resultando nisso que aí vemos e sentimos.



    Os Deuses nos deixaram!

    Para não serem também contaminados, e com isso disseminariam a morte por todo o universo! Não há mais sinais de vida de nenhum deles; como nos tempos bíblicos em que eles andavam por aqui abundantemente.

    Fazendo milagres, fomentando guerras, criando leis, punindo, escravizando povos e exigindo sacrifícios de animais (e até mesmo de vidas humanas, é só conferir na bíblia para se constatar tudo isso)!

    C) - Ou até mesmo por não haver mais interesse em explorar a terra,
    simplesmente a abandonaram deixando para traz todas as suas criaturas “a Deus dará”, nesse abandono total gerando essa grande baderna e confusão, como se pode ver por toda à parte no planeta terra. É só olhar em sua volta!

    2) - O ser humano poderia ter sido trazido de algum outro planeta, aonde teria cometido algum tipo de delito, e por causa disso colocado aqui nesse mundo, para então pagar por esse crime!

    E que a terra esteja servindo como um certo tipo de presídio, uma penitenciária (casa de reclusão) onde aqui se cumpre um certo tipo de penalidade, e quando essa se extingue, o individuo pode então
    retornar ao seu planeta de origem; agora já reabilitado, para então ser
    novamente readmitido naquela sociedade!

    Poderia ser esta a explicação do porque da terra ser este lugar
    de tantos sofrimentos, angústias e lutas pela sobrevivência, desde o nascimento até a morte?!



    As doenças, o envelhecimento e por fim a inexplicável, inaceitável e inevitável morte. Poderia haver uma outra explicação para tudo isso?

    Também se explica o porque de muitos nascerem ricos e outros pobres, de uns nascerem belos e outros aleijados, de uns sofrerem mais e outros menos, de uns morrerem tão jovens e outros adultos, e muitos já tão velhos!

    Seria isso a forma de aplicação do castigo? Uma compensação pelos males praticados? Por exemplo, como no tempo de duração das penalidades; uns vivem cumprem dois anos de “cadeia”? outros trinta e outros sessenta?



    3) – Ou será que isso aqui, a terra, nada mais é do que um tipo de lavoura dos “ETÊ,S”, um tipo de pecuária, onde eles criam os seres humanos para servirem como suas alimentações?

    Assim como nós criamos os nossos animais para o abate! Fornecemos a eles estábulos damos-lhes água e comida, aplicamos vacinas e a eles devotamos todos os nossos cuidados para que eles se desenvolvam com muito boa saúde, e então em certo dia... (Pum)!

    Mas nós os abatemos e os devoramos, sem dó e sem
    piedade; pronto! Acabou o “amor”!

    É possível que esses ETEÊS, nos usem como fontes de alimentos, absorvendo nossas energias (por isso vamos definhando a cada dia - no inicio um lindo bebê, no fim, um velho horripilante totalmente desgastado, se arrastando e sem energias que até causa compaixão!).



    Durante a existência de cada vida humana, acompanham o nosso desenvolvimento e nos usam como cobaias para o aprimoramento dos seus estudos, tal qual o ser humano já o faz, melhorando os seus rebanhos, para uma ainda melhor reprodução.

    As evidências da vida do ser humano nos provam que é só isso! Nada de amor coisa nenhuma! É só interesse!!! Alguém tem alguma
    dúvida?

    Isso é apenas uma hipótese! Mas bem que pode ser uma grande realidade!

    Lembre-se, que isso é apenas fruto da minha imaginação! Não é uma
    afirmação! Mas será que alguém teria outra melhor, uma mais convincente? Com a palavra o candidato!!!...

    De qualquer forma fica mais do que claro e descartado toda e qualquer
    possibilidade que possa haver algum “Deus” que conduza, controle, comande, proteja e que ame quem quer que seja aqui nesse planeta chamado terra!

    O certo é que hoje não se vê mais Deus nenhum em parte alguma! Alguém ainda tem alguma dúvida? Só que o grande mistério continua, e a velha pergunta permanece no ar.

    Quem... o que... porque e pra quem fizeram tudo isso que aí está? Quando, e de onde surgiu todo esse imenso universo; com sol... lua... estrelas... planetas... e a terra com chuva... sol... nuvens... vento... frio... calor... semeia... colheitas... nascimentos... mortes... e tudo funcionando por milênios)? Sinceramente, eu não sei!!!

    A Religião é uma boa invenção para manter o povo comum quieto.
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    Re: Circular: o Deus Vivo da CCB é Surdo, Cego, Mudo e Aleijado!

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