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A NOSSA COMUNHÃO É COM O PAI E COM O SEU FILHO AMADO!

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A NOSSA COMUNHÃO É COM O PAI E COM O SEU FILHO AMADO!

Mensagem por Uzgav em Dom Maio 02, 2010 10:57 am



A NOSSA COMUNHÃO É COM O PAI YAHUH DOS EXÉRCITOS E COM O SEU AMADO FILHO YAHUSHUAH HA-MASHIACH I YAHONAN (Jo.)1;3.

O que realmente significa comunhão?

A definição da palavra comunhão é bastante intuitiva, uma vez que se deriva da palavra "comum". Ter comunhão é, simplesmente, ter coisas em comum com alguém, seja em ideais, crenças, desejos, planos, gostos, torcida, trabalho, profissão, e a lista é bastante grande onde as pessoas podem ter coisas em comum, terem comunhão.

Todos os grupos e facções, formados entre os homens, de alguma forma desfrutam de alguma comunhão. Os seguidores de determinada religião tem comunhão com outras pessoas que também seguem a mesma religião. Os profissionais de medicina desfrutam de uma comunhão no âmbito de sua profissão, dentro do conceito de "ter coisas em comum".

Podemos dizer que as pessoas que torcem por um time de futebol também desfrutam de comunhão, especialmente quando estão num estádio, unânimes, torcendo pela vitória do seu time. Elas tem algo em comum.

Se deixarmos de lado os aspectos naturais de qualquer comunhão, e passarmos a considerar somente os aspectos espirituais da comunhão, que é o que realmente interessa, podemos entender que, em termos de comunhão espiritual, "ter coisas em comum" refere-se a coisas como "em que se crê", "o que se pratica", "onde se vai", "que lugar se freqüenta", "que princípios se segue", etc.

Dentro do conceito de "ter coisas em comum", podemos de imediato perceber a primeira importante realidade quanto à comunhão: comunhão nada tem a ver com estar junto ou proximidade. Estar reunidos num mesmo lugar, em nenhuma hipótese significa ter coisas em comum.

Esta reunião de pessoas que não tem comunhão alguma é a base do que se chama "ecumenismo". É a reunião sem comunhão. Proximidade física sem que se desfrute de qualquer coisa em comum. Pessoas que compartilham o espaço físico de um lar, numerosas vezes não desfrutam de coisas em comum em termos espirituais.

Apesar de estarem "juntas" fisicamente, espiritualmente se encontram distantes e sem coisas em comum, sem comunhão. A segunda importante realidade que devemos perceber quanto à comunhão é que as pessoas buscam intensamente ter comunhão umas com as outras, dentro de suas crenças.

Os seguidores de cada religião conversam entre si com vistas a estabelecer cada vez mais pontos comuns de concordância, a despeito destes pontos poderem estar totalmente equivocados. Neste caso eles vão adquirindo cada vez mais comunhão: comunhão no equívoco. Me parece claro que, comunhão, em si mesma, pode ser muito boa ou pode ser muito má, dependendo apenas de "quais coisas" as pessoas tem em comum.

Como, pois, podemos saber se a comunhão que temos é boa ou é má? As Sagradas Escrituras nos dão claramente o padrão de comunhão pelo qual devemos nos guiar e entender com clareza.

Em primeiro lugar, jamais devemos buscar ter comunhão uns com os outros. Parece estranha esta afirmativa? Deixe-me explicar: As Sagradas Escrituras nos afirmam que "A nossa comunhão é com o Pai Yahuh dos Exércitos e seu amado Filho Yahushuah Ha-Mashiach".

Elas não dizem "uma de nossas comunhões", nem dizem "a mais importante de todas as comunhões". Ela é direta, clara e objetiva: "a nossa comunhão" - singular, única, exclusiva. Confira em I Yahonam (Jo.) 1:3

“ Sim, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que vós também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai Yahuh, e com seu Filho Yahushuah Ha-Mashiach.”

As escrituras falam de uma única e exclusiva comunhão em nossa vida e especifica que esta única comunhão é com o Pai, e com Seu Filho. Ora, é errado que tenhamos comunhão uns com os outros? Certamente que não.

É muito bom desfrutar de comunhão espiritual com outras pessoas e devemos realmente desejar isso de coração. Contudo, todo nosso esforço, dedicação, diligência, ânimo e zelo devem estar voltados para buscarmos ter mais e mais "coisas em comum" com o Pai, e não com os homens.

Quanto mais "coisas em comum" eu tiver com o Pai, Yahuh UL, e quanto mais coisas você tiver em comum também com o Pai, consequentimente mais coisas nós dois teremos em comum, e consequentemente, maior comunhão.

É aumentando a nossa comunhão com o Pai, Yahuh UL, que aumentaremos a comunhão entre nós, porque a nossa comunhão é com o Pai, não com os homens. Nossa comunhão com as pessoas aumenta somente em decorrência do aumento da comunhão de cada um com o Pai, Yahuh UL. Portanto, podemos entender nossa comunhão com as pessoas como "efeito" e nunca como "causa".

Porque é tão importante que a nossa única e exclusiva comunhão seja com o Pai Yahuh dos Exércitos e seu amado Filho Yahushuah Ha-Mashiach? Existem diversos problemas decorrentes de uma busca de comunhão interpessoal independente da comunhão com o Pai e com o seu Filho amado.

Um destes sérios problemas é o "efeito camaleão": a pessoa que toma a cor do lugar onde se encontra para sempre ficar "de bem" com tudo e com todos. Este tipo de pessoa tende a ser sempre um "seguidor das massas".

Onde todos forem, é por ali que ele vai; afinal, ter comunhão com as pessoas ali é para ele muito importante, mais do que ter comunhão com o Pai e com o Filho. Este tipo de pessoa dificilmente poderá ser usado como um agente de mudanças e correção de rumo em qualquer lugar que frequente.

Seu alvo não é ter coisas em comum com o Pai e nem com o Filho, que é o Padrão a ser seguido, mas sim, ter comunhão com as pessoas. Ele prefere estar no êrro e com falta de comunhão com o Pai, contanto que esteja bem com todos e seja bem considerado por todos.

Geralmente ele evita confrontos e faz qualquer concessão com a Mentira contra a verdade, se este for o preço de estar "em comunhão" com todos. Ele não é uma estaca firme e ponto de referência para os demais pela grande comunhão que desfrutam com o Pai e com o Filho; pelo contrário, gosta de crer no que a maioria crê e fazer o que a maioria faz, independentemente de ser verdadeiro ou não, justo ou injusto.

A maioria torna-se também, para este tipo de pessoa, uma referência constantemente citada em suas conversas ou quando porventura é questionado. Tomar uma posição que seja favorável à verdade e justiça, que porém vá contra a maioria, é muito difícil, senão impossível, para este tipo de pessoa.

Há uma pergunta que tenho recebido muito freqüentemente nestes últimos tempos que é um exemplo claro deste tipo de pessoa. A pergunta é a seguinte: "Você quer me dizer então que milhões de pessoas estão erradas no mundo"?

Eu sempre respondo: "Desde quando números podem mudar a mentira em verdade, ou a injustiça em justiça"? Se dentro de minha comunhão com o Pai e com o seu Filho amado eu tiver de ser o único ser humano sobre a terra a crer em algo ou afirmar algo, certamente serei, pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

São muitas as passagens bíblicas onde se vê uma pessoa solitária afirmando coisas totalmente diferente das crenças e práticas de toda a nação, inclusive com o risco de morrer, indo porém adiante sem esmorecer, valorizando sobremaneira sua comunhão com o Pai e com o Filho, em detrimento de sua comunhão com os demais homens.

Se considerarmos os fatos e ensinamentos bíblicos, existe uma clara relação de POUCOS para MUITOS, dos que são salvos para os que se perdem. De toda uma geração que saiu do Egito, somente DOIS entraram na terra prometida.

De toda uma geração antediluviana, somente uma única família foi salva ou melhor dizendo: oito almas.
De Sodoma e Gomorra somente uma família escapou, e mesmo assim com a perda da mulher que olhou para trás. Yahushuah nos instruiu e exortou a entrar pela porta estreita onde POUCOS entram e são salvos, e não pela porta larga onde MUITOS entram e se perdem.

Este é o segundo grande perigo de se buscar comunhão direta com as pessoas e não uma comunhão que seja "efeito" de uma comunhão com o Pai, Yahuh UL e seu amado Filho Yahushuah.
Dentro do contexto em que Yahonam (Jo.) começa sua epístola, notamos claramente que ele está desejoso, muito desejoso, de ter comunhão com aqueles a quem suas palavras estavam sendo dirigidas naquela época, e até nós nos dias de hoje quando lemos.

E ele deixa bem claro a qual comunhão ele está convidando. "Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu amado Filho". Nos versos seguintes, em especial os versos 6 e 7, visualizamos com extrema clareza a questão da comunhão com o "ter coisas em comum".

Yahonam diz: "Se dissermos que mantemos comunhão com Ele (o Pai Yahuh) e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade".
No verso 7 ele diz: "Se porém andarmos na luz, como Ele (o Pai Yahuh) está na luz, mantemos comunhão uns com os outros...".

Ora, no verso 6, Yahonam mostra com clareza que Yahuh UL não tem trevas; logo aquele que andar em trevas não tem "coisas em comum" com Ele, não tem comunhão.
E o mais maravilhoso ele diz a seguir, afirmando que se andarmos na luz, do mesmo jeito que Yahuh dos Exércitos está na luz (isto é comunhão com o Pai), então, e tão somente, mantemos comunhão uns com os outros.

Se observarmos estas palavras com atenção e extrairmos tudo que elas realmente nos dizem, podemos concluir com paz que:

a) Só há comunhão direta, dentro do conceito bíblico, com o Pai e com o seu amado Filho.

b) Só há comunhão indireta, dentro do conceito bíblico, entre pessoas que estejam andando na luz.

c) Não há comunhão alguma, no sentido escritural, entre pessoas que andem em trevas.

d) Não há comunhão alguma entre duas pessoas se uma estiver na luz e a outra estiver em trevas.

Yahuh seja louvado.

Uzgav

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Re: A NOSSA COMUNHÃO É COM O PAI E COM O SEU FILHO AMADO!

Mensagem por Fco Oliveira em Dom Maio 02, 2010 4:19 pm

Nobres irmãos a paz esteja convosco, de todos os tópicos e respostas que este nosso "cooperador" postou aqui, todos são importantíssimos, mais este ficou fantástico, realmente este estava faltando no forum. Que o Altíssimo continue te iluminando meu irmão!

Nós os Gideões de Yahushuah jamais poderemos ter comunhão com as trevas, jamais poderemos compartilhar as saudações dos Católicos e evangelicos ou jamais saudar um crente dos falsos messias com a shalom de Yahuh. Porque? Ao compartilharmos com as suas saudações e seus costumes, estamos tendo comunhão com as suas más obras;

Nós oramos por todos os homens, respeitamos todos os direitos e deveres dos homens, vivemos em paz com todos os homens, mais jamais nos ajoelharemos diante dos seus Deuses pagãos, mesmo estando disfarçado como Senhor e Jesus! Mais isto é exclusivismo? Sim, somos servos da luz, da Verdade e temos o Verdadeiro Caminho que se chama Yahushuah.

Os verdadeiros adoradores adoram o Pai Yahuh dos Exércitos em Espírito e em Verdade... Em Espírito porque tem a luz do Ruach Ha-Kodesh de Yahuh e sabe distinguir tudo e de ninguem é disernido; em Verdade porque o Ruach Ha-Kodesh de Yahuh nos guia na luz da Verdade e nunca cairemos nas armadilhas do engano ou da mentira.

É por isto que somos Gideões de Yahushuah, porque somos servo da luz, do verdadeiro Caminho, da Verdade que nos libertou do engano e da mentira e da injustiça; hoje somos servos da justiça divina que nos guiará até o Reino de Yahuh, na volta do Príncipe e Salvador Yahushuah, haleluyah! Que o Eterno Yahuh seja louvado.

Fco Oliveira
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